Institucional

30/08/2017

Governo mantém diálogo e reitera desconto da falta

O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni; o secretário da Administração e Previdência, Fernando Ghignone, e o diretor-geral da Secretaria da Educação, Edmundo da Veiga, receberam nesta quarta-feira (30), no Palácio Iguaçu, representantes do sindicato dos professores, que realizaram um dia de paralisação.

Os servidores reivindicam principalmente a data-base, e o chefe da Casa Civil reiterou que isso será pago quando houver disponibilidade financeira. “Estamos numa situação privilegiada em relação ao restante do País, mas temos que manter a austeridade. Fizemos um esforço enorme e estamos pagando as promoções e progressões a todos os servidores, ao custo de R$ 1,5 bilhão, mas a data-base ficará para um momento de folga de caixa”, explicou Rossoni.

Serão agendadas reuniões entre a Secretaria da Administração e da Fazenda e o sindicato para debater com maior profundidade os dados do Orçamento do Estado. A pauta do sindicato também será levada para avaliação da Comissão de Política Salarial (CPS) do Governo do Estado, formada por cinco secretarias e a Procuradoria-Geral. A CPS analisa todas as demandas que dizem respeito a gastos com pessoal.

FALTAS - Os sindicalistas também solicitaram que não haja desconto da falta deste dia de trabalho e que haja reposição das aulas. “O desconto já havia sido decidido pela CPS. O pedido será levado à comissão mas acho difícil reverter”, disse Rossoni.

LEVANTAMENTO - Conforme o levantamento da Secretaria de Estado da Educação realizado na manhã desta quarta-feira junto às escolas, apenas 1,58% das unidades da rede pública estadual aderiram ao movimento.
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