Ensino

24/06/2019

Estudantes criam histórias sobre Bullying com uso do celular

Os estudantes dos 7° anos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual do Paraná (CEP) usaram da criatividade para falar sobre Bullying. Orientados por professores do CEP e residentes do curso de formação pedagógica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), eles criaram suas próprias histórias sobre Bullying, gravadas em áudios no celular, para mostrar a rotina de personagens envolvidos em situações relacionadas ao tema.

A apresentação das histórias narradas aconteceu na última semana. “Nem sempre o Bullying é um tema fácil de ser abordado, mas essa abordagem é muito necessária para o enfrentamento, a partir do reconhecimento do problema e da identificação de suas características, para dessa forma evitar a sua prejudicial manifestação no ambiente escolar”, explicou a professora Vívian Célia Brunnquell, coordenadora do Ensino Fundamental.

Para construir as histórias, os estudantes foram inicialmente sensibilizados por contos da literatura brasileira. Eles receberam os textos: “A terra dos meninos pelados”, de Graciliano Ramos, e “Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector. “Nessa etapa, o objetivo foi identificar personagens com potencial para serem vítimas de Bullying e as situações que caracterizam o problema”, disse a residente Pâmela Roberta da Luz.

TECNOLOGIA –
Na sequência, os estudantes se organizaram em grupos para criar personagens e escrever os roteiros, com avaliação e correção dos orientadores. O trabalho foi finalizado com uso de tecnologias de gravação de voz e edição de som, com inclusão de trilhas sonoras para dar mais emoção às narrativas.

“Esse foi um momento de bastante envolvimento dos estudantes, que demonstraram criatividade e muita habilidade para manusear os softwares e produzir os áudios que agora podem ser compartilhados por meio de aplicativos de seus celulares”, afirmou a residente Michele Cristina Brites.

Para abordar o tema, os estudantes apresentaram, por exemplo, situações que envolvem personagens com deficiências físicas, de baixa estatura, ou com alguma característica que os difere da maioria do grupo de seu convívio.

“Tudo alinhado com o que existe no mundo real, inclusive no ambiente escolar, onde alunos e alunas não estão livres de serem hostilizados ou de serem vítimas de atitudes caracterizadas pela agressão e preconceito, que devem ser banidos para dar lugar à tolerância, generosidade e fortalecimento dos laços de amizade”, concluiu a residente.

CONFIRA AS HISTÓRIAS -

Grupo 1 - A história de Kayena

Grupo 2 - A história de Arthur



Fonte: Assessoria CEP
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