Acontece amanhã o último encontro do “Fandango e o nosso cotidiano” 29/10/2010 - 18:10
Acontece amanhã (30) o último encontro do “Fandango e o nosso cotidiano”, que é uma modalidade de formação continuada que trata do Fandango Paranaense. O evento é organizado em parceria entre o Grupo Meu Paraná e a Secretaria de Estado da Educação (SEED) e conta com a participação de aproximadamente 40 professores da rede estadual. O curso acontece no Centro Estadual de Capacitação em Artes Guido Viaro e ocorreu em quatro sábados.
“O objetivo é passar para os professores o que é o fandango, para assim, reproduzir isso em sala de aula. Até agora, o retorno que estamos tendo dos professores participantes é ótimo. Alguns deles até já trabalharam o tema com os alunos. É muito importante trazer para a escola essa manifestação folclórica de nosso estado, com a dança, música e demais artes envolvidas, além da culinária”, conta Jackson Cézar de Lima, coordenador do evento.
Para a professora de Artes, Viviane Paduim, a formação continuada correspondeu ao que esperava. “Estou gostando bastante, principalmente pela aplicação do curso em formato diferenciado, para podermos trabalhar da melhor forma em sala de aula. Outro ponto importante é que o curso nos ofereceu material de apoio para usar com os alunos. Os docentes também foram importantes neste processo, pois são pessoas que realmente vivenciam o Fandango”, diz.
Está programado para amanhã, no último encontro do grupo, um baile de confraternização com fandango e barreado, elementos nativos do litoral paranaense, para os professores terem maior proximidade com esta manifestação folclórica.
Na parceria que promove o curso, cabe à SEED ceder o local e garantir a certificação dos professores participantes da rede estadual. Já o Grupo Meu Paraná é responsável pelo material didático, docentes, organização e estrutura.
Grupo Meu Paraná - o grupo nasceu em 1987, em Curitiba, motivado por um grande desafio: o de resgatar o fandango paranaense. Isso, porque a possibilidade de extinção do fandango foi e ainda é um fantasma muito presente.
A formação do Grupo Meu Paraná deve-se a Cremildes Ferreira Bahr, a Mide (irmã do Compositor Paranaense Lápis), que já em 1964 pesquisava o fandango paranaense juntamente com o professor Inami Custódio Pinto, dentro do Grupo Gralha Azul, do qual foi co-fundadora. Com o término do Gralha Azul, o Paraná deixou de ter um grande divulgador de suas manifestações folclóricas.
Foi justamente para suprir esta lacuna que Mide reuniu interessados na mesma causa para constituir o Grupo Meu Paraná. Premiado em diversos festivais brasileiros, em 1989, com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura do Paraná, o grupo fez treze apresentações em Bruxelas e outras cidades da Bélgica.
Em Oostende, participou de um festival de folclore a convite da Federatice Vlause Socialistche Volksunstgroepen. Por serem os pioneiros na divulgação do fandango paranaense na Europa, os membros do Grupo Meu Paraná, receberam o título de Bichos do Paraná.
Em 1993 foi fundada a “Casa do Fandango – Centro de Cultura Popular Meu Paraná”, a qual se dedica ao trabalho de apoio às escolas e universidades, no que diz respeito à pesquisa e divulgação da cultura popular paranaense.
“O objetivo é passar para os professores o que é o fandango, para assim, reproduzir isso em sala de aula. Até agora, o retorno que estamos tendo dos professores participantes é ótimo. Alguns deles até já trabalharam o tema com os alunos. É muito importante trazer para a escola essa manifestação folclórica de nosso estado, com a dança, música e demais artes envolvidas, além da culinária”, conta Jackson Cézar de Lima, coordenador do evento.
Para a professora de Artes, Viviane Paduim, a formação continuada correspondeu ao que esperava. “Estou gostando bastante, principalmente pela aplicação do curso em formato diferenciado, para podermos trabalhar da melhor forma em sala de aula. Outro ponto importante é que o curso nos ofereceu material de apoio para usar com os alunos. Os docentes também foram importantes neste processo, pois são pessoas que realmente vivenciam o Fandango”, diz.
Está programado para amanhã, no último encontro do grupo, um baile de confraternização com fandango e barreado, elementos nativos do litoral paranaense, para os professores terem maior proximidade com esta manifestação folclórica.
Na parceria que promove o curso, cabe à SEED ceder o local e garantir a certificação dos professores participantes da rede estadual. Já o Grupo Meu Paraná é responsável pelo material didático, docentes, organização e estrutura.
Grupo Meu Paraná - o grupo nasceu em 1987, em Curitiba, motivado por um grande desafio: o de resgatar o fandango paranaense. Isso, porque a possibilidade de extinção do fandango foi e ainda é um fantasma muito presente.
A formação do Grupo Meu Paraná deve-se a Cremildes Ferreira Bahr, a Mide (irmã do Compositor Paranaense Lápis), que já em 1964 pesquisava o fandango paranaense juntamente com o professor Inami Custódio Pinto, dentro do Grupo Gralha Azul, do qual foi co-fundadora. Com o término do Gralha Azul, o Paraná deixou de ter um grande divulgador de suas manifestações folclóricas.
Foi justamente para suprir esta lacuna que Mide reuniu interessados na mesma causa para constituir o Grupo Meu Paraná. Premiado em diversos festivais brasileiros, em 1989, com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura do Paraná, o grupo fez treze apresentações em Bruxelas e outras cidades da Bélgica.
Em Oostende, participou de um festival de folclore a convite da Federatice Vlause Socialistche Volksunstgroepen. Por serem os pioneiros na divulgação do fandango paranaense na Europa, os membros do Grupo Meu Paraná, receberam o título de Bichos do Paraná.
Em 1993 foi fundada a “Casa do Fandango – Centro de Cultura Popular Meu Paraná”, a qual se dedica ao trabalho de apoio às escolas e universidades, no que diz respeito à pesquisa e divulgação da cultura popular paranaense.


