Alunos de Araruna tem projeto selecionado em feira nacional de ciência 21/05/2009 - 17:12
Os alunos do Colégio Estadual Princesa Isabel do município de Araruna desenvolveram projeto com o objetivo de avaliar a qualidade da água do Rio Apiaba para o programa Fera Com Ciência da Secretaria de Estado da Educação (Seed) e foram selecionados para a mostra UTCiência da Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR) e para Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace). O Fera Com Ciência oferece aos estudantes paranaenses a oportunidade de divulgação de trabalhos de natureza científica e tecnológica, incentivando a curiosidade e a pesquisa.
“Tivemos muitos elogios na apresentação do trabalho no projeto Fera Com Ciência, a partir daí fomos nos motivando a ir adiante, nos inscrevemos no UTCiência, que é realizado na UTFPR e ficamos na segunda colocação, a partir daí nos inscrevemos na Febrace – Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, e imaginamos que por ser uma feira de caráter nacional, o projeto não seria selecionado, mas foi o contrário, ficamos muito felizes”, conta Jhony de Oliveira Lima, um dos idealizadores do projeto.
O Rio Apiaba, localizado em Araruna, cruza a cidade sentido Oeste/Leste, percorrendo neste trajeto aproximadamente 20km dentro do município. Este por sua vez possui fundamental importância para a população local, visto que a mesma utiliza a água do rio para práticas domésticas, agropecuária e lazer.
Vendo a poluição do Rio Apiaba, os alunos resolveram começar uma pesquisa, fizeram entrevistas com a população, visitaram o rio, fizeram aula de campo, coletaram amostras da água em 5 km de rio analisado. Levaram esses materiais para o laboratório do colégio, onde foram feitas as análises que constataram a presença de coliformes, que são bactérias presentes nas feses dos animais, confirmando assim a poluição do rio.
A partir daí começou o desenvolvimento de toda a ação. O intuito do projeto é monitorar a qualidade da água continuamente. O trabalho é composto por quatro etapas: reanálise da água, conscientização da população sobre as doenças que podem ser transmitidas, análise físico-químico do solo e os estudos sobre o reflorestamento da mata ciliar.
Jhony conta ainda que o tema abordado foi proposto para mostrar para a sociedade, que ao contrário do que se imagina os jovens estão interessados em meio ambiente, com a preocupação com a água, com o futuro da nação.
O projeto foi abraçado por várias entidades da iniciativa privada, que interessadas em ajudar colaboraram com os alunos. Entre elas: A Prefeitura Municipal de Araruna, a Secretaria Municipal de Educação, Secretaria de Saúde, Rotary Clube Internacional e demais empresas, além do apoio do Núcleo Regional de Educação de Campo Mourão.
Outros exemplos vêm do município de Mamborê. As alunas do Colégio Estadual João XVIII desenvolveram projetos de pesquisas com temas muito interessantes que também foram selecionados para a FEBRACE. As alunas estiveram representando no último mês de março a escola pública paranaense.
Um dos trabalhos avaliava uma planta nativa do cerrado brasileiro, o barbatimão, muito utilizado na medicina popular, principalmente como cicatrizante. E o outro falava sobre a arquitetura dos cemitérios de Campo Mourão e seus impactos ambientais causados pela liberação do necrochorume.
Ambas alunas foram selecionadas pelo Projeto Institucional de Bolsa se Iniciação Científica – PIBIC Junior, da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná. Além do apoio do colégio, dos professores, elas foram assistidas por docentes da UTFPR.
Para o coordenador de projetos e pesquisas do núcleo de Campo Mourão, Ed Carlos da Silva, esse é um aprendizado muito importante nessa fase de escolarização, pois desmitifica o tema pesquisa científica. “Permitir que um aluno da educação básica experimente um processo que até então só quem experimentava eram os universitários é muito importante e assim a tradição da pesquisa vai se tornando cada vez mais corriqueira”, disse.
“Tivemos muitos elogios na apresentação do trabalho no projeto Fera Com Ciência, a partir daí fomos nos motivando a ir adiante, nos inscrevemos no UTCiência, que é realizado na UTFPR e ficamos na segunda colocação, a partir daí nos inscrevemos na Febrace – Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, e imaginamos que por ser uma feira de caráter nacional, o projeto não seria selecionado, mas foi o contrário, ficamos muito felizes”, conta Jhony de Oliveira Lima, um dos idealizadores do projeto.
O Rio Apiaba, localizado em Araruna, cruza a cidade sentido Oeste/Leste, percorrendo neste trajeto aproximadamente 20km dentro do município. Este por sua vez possui fundamental importância para a população local, visto que a mesma utiliza a água do rio para práticas domésticas, agropecuária e lazer.
Vendo a poluição do Rio Apiaba, os alunos resolveram começar uma pesquisa, fizeram entrevistas com a população, visitaram o rio, fizeram aula de campo, coletaram amostras da água em 5 km de rio analisado. Levaram esses materiais para o laboratório do colégio, onde foram feitas as análises que constataram a presença de coliformes, que são bactérias presentes nas feses dos animais, confirmando assim a poluição do rio.
A partir daí começou o desenvolvimento de toda a ação. O intuito do projeto é monitorar a qualidade da água continuamente. O trabalho é composto por quatro etapas: reanálise da água, conscientização da população sobre as doenças que podem ser transmitidas, análise físico-químico do solo e os estudos sobre o reflorestamento da mata ciliar.
Jhony conta ainda que o tema abordado foi proposto para mostrar para a sociedade, que ao contrário do que se imagina os jovens estão interessados em meio ambiente, com a preocupação com a água, com o futuro da nação.
O projeto foi abraçado por várias entidades da iniciativa privada, que interessadas em ajudar colaboraram com os alunos. Entre elas: A Prefeitura Municipal de Araruna, a Secretaria Municipal de Educação, Secretaria de Saúde, Rotary Clube Internacional e demais empresas, além do apoio do Núcleo Regional de Educação de Campo Mourão.
Outros exemplos vêm do município de Mamborê. As alunas do Colégio Estadual João XVIII desenvolveram projetos de pesquisas com temas muito interessantes que também foram selecionados para a FEBRACE. As alunas estiveram representando no último mês de março a escola pública paranaense.
Um dos trabalhos avaliava uma planta nativa do cerrado brasileiro, o barbatimão, muito utilizado na medicina popular, principalmente como cicatrizante. E o outro falava sobre a arquitetura dos cemitérios de Campo Mourão e seus impactos ambientais causados pela liberação do necrochorume.
Ambas alunas foram selecionadas pelo Projeto Institucional de Bolsa se Iniciação Científica – PIBIC Junior, da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná. Além do apoio do colégio, dos professores, elas foram assistidas por docentes da UTFPR.
Para o coordenador de projetos e pesquisas do núcleo de Campo Mourão, Ed Carlos da Silva, esse é um aprendizado muito importante nessa fase de escolarização, pois desmitifica o tema pesquisa científica. “Permitir que um aluno da educação básica experimente um processo que até então só quem experimentava eram os universitários é muito importante e assim a tradição da pesquisa vai se tornando cada vez mais corriqueira”, disse.


