Alunos e professores da Educação Especial testam equipamentos para baixa visão 22/10/2008 - 13:52
Alunos e professores da Educação Especial da Rede Pública estiveram, nesta quarta-feira (22), na Secretaria de Estado da Educação (SEED) testando e avaliando equipamentos para alunos com baixa visão, que deverão ser adquiridos para facilitar a acessibilidade à leitura. Trata-se de lupas eletrônicas e mouses que permitem a leitura de textos e a visualização de imagens nas salas de aula e nas bibliotecas das escolas. O governo do Estado está avaliando o equipamento que melhor se adeque às necessidades desses alunos.
Segundo Angelina Matiskei, chefe do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional da SEED, o objetivo é auxiliar a apropriação dos saberes pelos alunos que apresentam baixa visão. “Quando trabalhamos a inclusão, pressupomos uma acessibilidade que não é só a quebra de barreiras arquitetônicas nas escolas, como escadas, rampas etc, mas o acesso ao currículo, que se dá de diferentes formas, dependendo do grau de necessidade que o aluno apresenta”.
A professora de apoio escolar Ana Paula de Oliveira, da Escola de Educação Especial Osny Macedo Saldanha, especializada no ensino de deficientes visuais, falou da importância de contar com esses recursos nas aulas. “Já temos alguns aparelhos e equipamentos que recebemos por adoção mas seria bom ter mais equipamentos para o estudo funcionar melhor, de maneira mais eficiente, para os alunos terem mais autonomia”.
O aluno com baixa visão se caracteriza pela limitação visual geralmente não corrigível com recursos ópticos comuns, necessitando de aparelhos específicos para ampliação de imagens, letras e material didático em geral.
Segundo Angelina Matiskei, chefe do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional da SEED, o objetivo é auxiliar a apropriação dos saberes pelos alunos que apresentam baixa visão. “Quando trabalhamos a inclusão, pressupomos uma acessibilidade que não é só a quebra de barreiras arquitetônicas nas escolas, como escadas, rampas etc, mas o acesso ao currículo, que se dá de diferentes formas, dependendo do grau de necessidade que o aluno apresenta”.
A professora de apoio escolar Ana Paula de Oliveira, da Escola de Educação Especial Osny Macedo Saldanha, especializada no ensino de deficientes visuais, falou da importância de contar com esses recursos nas aulas. “Já temos alguns aparelhos e equipamentos que recebemos por adoção mas seria bom ter mais equipamentos para o estudo funcionar melhor, de maneira mais eficiente, para os alunos terem mais autonomia”.
O aluno com baixa visão se caracteriza pela limitação visual geralmente não corrigível com recursos ópticos comuns, necessitando de aparelhos específicos para ampliação de imagens, letras e material didático em geral.


