Alunos trazem sobrevivente do Holocausto para palestra em Araucária 27/11/2008 - 17:39
Cerca de 100 alunos do 1° e 2° ano do curso de formação de docentes do Colégio Estadual Júlio Szymanski assistiram, hoje (27), palestra com Moisés Jakobson, sobrevivente do Holocausto, no auditório do Parque Cachoeira em Araucária. A palestra é resultado de um trabalho interdisciplinar no qual os alunos organizaram e produziram trabalhos orientados pelos professores das disciplinas de filosofia, sociologia, história, artes e língua portuguesa. Estavam presentes no evento, além dos professores e alunos do curso de formação de docentes, Isaac Cubric, diretor e secretario geral do Instituto judaico (B`NAI BRITH) e Roland Hasson, presidente da B`NAI BRITH.
A iniciativa partiu da professora de língua portuguesa, Vânia Eragus, que estudou o assunto para fazer a conscientização dos alunos sobre o que foi o Holocausto e apresentou o tema aos alunos. Os estudantes decidiram trabalhar a temática no projeto de conclusão de final de ano. Leram textos, estudaram e entenderam mais sobre o Holocausto. Depois, cada turma desenvolveu um trabalho envolvendo fotografias, textos, pinturas e argila. Alguns alunos leram o livro “Diário de Anne Frank” e escreveram textos expondo seus sentimentos e desejos. Estes trabalhos ficarão expostos no museu do Parque da Cachoeira até o dia 14 de dezembro.
Segundo Vânia, a exposição é um conjunto de trabalhos artísticos feitos com o objetivo de conscientização do passado, a fim de promover um mundo sem violência e sem preconceito de credo, raça, país e língua. “Com este projeto, queremos contextualizar o fato histórico e prestar uma homenagem aos milhões de judeus mortos no Holocausto”, afirma.
Moisés nasceu na Polônia em 1926 e em 1939, aos 13 anos de idade, viu o exército alemão invadir seu país natal. O palestrante fez um breve relato de sua história e afirmou que tem dificuldade para falar sobre o Holocausto. “Foi algo indescritível, difícil de absorver. Pertenço a uma geração traumatizada, de pessoas inocentes que viveram uma tragédia; a solidão e o abandono de seu povo. Hoje, precisamos de novas idéias e é importante que a juventude conheça e entenda a verdade e a História para passar adiante a exata dimensão do Holocausto”, explicou.
A iniciativa partiu da professora de língua portuguesa, Vânia Eragus, que estudou o assunto para fazer a conscientização dos alunos sobre o que foi o Holocausto e apresentou o tema aos alunos. Os estudantes decidiram trabalhar a temática no projeto de conclusão de final de ano. Leram textos, estudaram e entenderam mais sobre o Holocausto. Depois, cada turma desenvolveu um trabalho envolvendo fotografias, textos, pinturas e argila. Alguns alunos leram o livro “Diário de Anne Frank” e escreveram textos expondo seus sentimentos e desejos. Estes trabalhos ficarão expostos no museu do Parque da Cachoeira até o dia 14 de dezembro.
Segundo Vânia, a exposição é um conjunto de trabalhos artísticos feitos com o objetivo de conscientização do passado, a fim de promover um mundo sem violência e sem preconceito de credo, raça, país e língua. “Com este projeto, queremos contextualizar o fato histórico e prestar uma homenagem aos milhões de judeus mortos no Holocausto”, afirma.
Moisés nasceu na Polônia em 1926 e em 1939, aos 13 anos de idade, viu o exército alemão invadir seu país natal. O palestrante fez um breve relato de sua história e afirmou que tem dificuldade para falar sobre o Holocausto. “Foi algo indescritível, difícil de absorver. Pertenço a uma geração traumatizada, de pessoas inocentes que viveram uma tragédia; a solidão e o abandono de seu povo. Hoje, precisamos de novas idéias e é importante que a juventude conheça e entenda a verdade e a História para passar adiante a exata dimensão do Holocausto”, explicou.


