Apoio às escolas especiais é política de Governo 14/11/2013 - 11:40
A política de apoio permanente às escolas especiais adotada pelo Governo do Paraná deu segurança para as 413 instituições conveniadas que atendem a 43 mil alunos com deficiência. “Essa é a verdadeira inclusão e o reconhecimento pelo trabalho feito pelas escolas especiais. É o respeito à trajetória construída em todos esses anos e o que nos dá segurança para continuarmos”, afirma Alice Fátima de Pauli, a diretora da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Palmeira.
A Escola Especial de Educação Básica Ernesto de Oliveira (Apae) de Palmeira, atende 253 alunos com deficiência intelectual de zero a 70 anos, no períodos da manhã e da tarde. Além de educação infantil, ensino fundamental e educação de jovens e adultos, a escola conta ainda com cursos livres de artesanato em madeira, tecido e pintura, panificação e floricultura.
Parte dos profissionais que desenvolvem todas essas atividades são da rede estadual de educação do Paraná. Este ano, por meio de convênios, a Secretaria de Estado da Educação repassou 14.699 profissionais para 413 escolas especiais. São professores, pedagogos, diretores, secretárias, atendentes, instrutores, merendeiras, auxiliares de serviços gerais e administrativos.
Na Apae de Palmeira os profissionais são incentivados para a criação de materiais e jogos pedagógicos para trabalharem com os alunos, considerando as necessidades de cada um deles. “Nosso trabalho é resultado da participação de todos. Um trabalho conjunto para termos uma escola que conheça o aluno, que o respeite e ofereça todas as condições pedagógicas para ele se desenvolver”, afirmou Alice.
Os alunos também têm à disposição os serviços de assistência social, psicologia e tratamento dentário. O clube de mães também é extremamente atuante. A escola também tem uma banda e um grupo de dança que se apresentam em vários eventos pelo Paraná.
A escola também foi uma das beneficiadas com a entrega de micro-ônibus adaptado para o transporte dos alunos. “O novo ônibus representa uma questão de respeito. Ele garante segurança para os alunos, a garantia da continuidade do trabalho e alívio por que temos uma melhor distribuição dos alunos”, comentou o presidente da Apae, Luiz Fernando Kapp.
O Governo do Paraná investiu R$ 9,5 milhões na aquisição de 40 micro-ônibus para prefeituras em todas as regiões do Estado. Ao todo, mais de 1,7 mil alunos foram beneficiados com os novos veículos. As Apaes são responsáveis pelo transporte dos alunos com necessidades especiais.
IGUALDADE - Em março, o governador Beto Richa lançou o programa Todos Iguais Pela Educação, que torna obrigatório que as escolas básicas de educação especial tenham os mesmos direitos e recursos que o governo destina às demais escolas da rede estadual. A lei é pioneira no Brasil e foi proposta pelo próprio governador. Serão destinados, neste primeiro ano, R$ 436 milhões às escolas de educação especial.
O programa formaliza e torna permanente uma ação que já acontece desde o início deste ano, quando as escolas de educação especial, mantidas pelas Apaes e outras instituições, passaram a integrar a rede pública.
As entidades têm agora o amparo legal para receber dotação orçamentária do Estado para melhorias e adequações nas instalações físicas e ações pedagógicas. Elas também recebem os demais programas desenvolvidos pelo governo estadual na área da educação, como o transporte escolar, merenda, brigada escolar e recursos descentralizados para reformas.
Os recursos são para investimentos em pessoal como diretores, professores, pedagogos e demais profissionais de educação; para custeio administrativo e infraestrutura, equipamentos, reformas, merenda escolar, além de ônibus para o transporte.
A Escola Especial de Educação Básica Ernesto de Oliveira (Apae) de Palmeira, atende 253 alunos com deficiência intelectual de zero a 70 anos, no períodos da manhã e da tarde. Além de educação infantil, ensino fundamental e educação de jovens e adultos, a escola conta ainda com cursos livres de artesanato em madeira, tecido e pintura, panificação e floricultura.
Parte dos profissionais que desenvolvem todas essas atividades são da rede estadual de educação do Paraná. Este ano, por meio de convênios, a Secretaria de Estado da Educação repassou 14.699 profissionais para 413 escolas especiais. São professores, pedagogos, diretores, secretárias, atendentes, instrutores, merendeiras, auxiliares de serviços gerais e administrativos.
Na Apae de Palmeira os profissionais são incentivados para a criação de materiais e jogos pedagógicos para trabalharem com os alunos, considerando as necessidades de cada um deles. “Nosso trabalho é resultado da participação de todos. Um trabalho conjunto para termos uma escola que conheça o aluno, que o respeite e ofereça todas as condições pedagógicas para ele se desenvolver”, afirmou Alice.
Os alunos também têm à disposição os serviços de assistência social, psicologia e tratamento dentário. O clube de mães também é extremamente atuante. A escola também tem uma banda e um grupo de dança que se apresentam em vários eventos pelo Paraná.
A escola também foi uma das beneficiadas com a entrega de micro-ônibus adaptado para o transporte dos alunos. “O novo ônibus representa uma questão de respeito. Ele garante segurança para os alunos, a garantia da continuidade do trabalho e alívio por que temos uma melhor distribuição dos alunos”, comentou o presidente da Apae, Luiz Fernando Kapp.
O Governo do Paraná investiu R$ 9,5 milhões na aquisição de 40 micro-ônibus para prefeituras em todas as regiões do Estado. Ao todo, mais de 1,7 mil alunos foram beneficiados com os novos veículos. As Apaes são responsáveis pelo transporte dos alunos com necessidades especiais.
IGUALDADE - Em março, o governador Beto Richa lançou o programa Todos Iguais Pela Educação, que torna obrigatório que as escolas básicas de educação especial tenham os mesmos direitos e recursos que o governo destina às demais escolas da rede estadual. A lei é pioneira no Brasil e foi proposta pelo próprio governador. Serão destinados, neste primeiro ano, R$ 436 milhões às escolas de educação especial.
O programa formaliza e torna permanente uma ação que já acontece desde o início deste ano, quando as escolas de educação especial, mantidas pelas Apaes e outras instituições, passaram a integrar a rede pública.
As entidades têm agora o amparo legal para receber dotação orçamentária do Estado para melhorias e adequações nas instalações físicas e ações pedagógicas. Elas também recebem os demais programas desenvolvidos pelo governo estadual na área da educação, como o transporte escolar, merenda, brigada escolar e recursos descentralizados para reformas.
Os recursos são para investimentos em pessoal como diretores, professores, pedagogos e demais profissionais de educação; para custeio administrativo e infraestrutura, equipamentos, reformas, merenda escolar, além de ônibus para o transporte.






















