Centro de Apoio em Maringá produz material para deficientes visuais de 129 municípios 05/05/2011 - 17:40
O Centro de Apoio Pedagógico (CAP), na área de deficiência visual, que há um ano funciona dentro do Instituto Estadual de Educação de Maringá, produz materiais pedagógicos para alunos de 129 municípios do Paraná. O Centro existe há dez anos e possui dentro do seu quadro de funcionários portadores de diferentes deficiências.
No local são produzidos materiais impressos em braile, com letras ampliadas e há a edição de audiolivros. De acordo com a coordenadora do CAP, Maria Ângela Bassan, o material produzido no CAP é enviado para todo o Brasil e Portugal. “É um trabalho que contribui muito para a inclusão”, afirma.
O funcionário Antonio Araújo da Costa, 37 anos, atua no CAP desde a sua implantação. Com deficiência física, Antônio não possui parte de seus membros inferiores e superiores, e atua diretamente na produção de material pedagógico para os deficientes visuais. “O CAP contribui para os alunos terem um material em mãos. Mesmo com o avanço das tecnologias, o braile ainda é necessário”, disse.
PARCERIA – O CAP ainda funciona em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça e possibilita participação de 16 internos do sistema penitenciário na produção de audilivros.
De dentro das unidades penais, os internos gravam o material para subsidiar a confecção dos audiolivros. “Alguns internos já cumpriram pena no sistema e continuam dando suporte neste tipo de trabalho”, afirma a coordenadora.
No local são produzidos materiais impressos em braile, com letras ampliadas e há a edição de audiolivros. De acordo com a coordenadora do CAP, Maria Ângela Bassan, o material produzido no CAP é enviado para todo o Brasil e Portugal. “É um trabalho que contribui muito para a inclusão”, afirma.
O funcionário Antonio Araújo da Costa, 37 anos, atua no CAP desde a sua implantação. Com deficiência física, Antônio não possui parte de seus membros inferiores e superiores, e atua diretamente na produção de material pedagógico para os deficientes visuais. “O CAP contribui para os alunos terem um material em mãos. Mesmo com o avanço das tecnologias, o braile ainda é necessário”, disse.
PARCERIA – O CAP ainda funciona em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça e possibilita participação de 16 internos do sistema penitenciário na produção de audilivros.
De dentro das unidades penais, os internos gravam o material para subsidiar a confecção dos audiolivros. “Alguns internos já cumpriram pena no sistema e continuam dando suporte neste tipo de trabalho”, afirma a coordenadora.


