Colégio Alcindo Fanaya realiza mostra cultural 24/09/2010 - 18:28
O Colégio Estadual para Surdos Alcindo Fanaya Júnior, em Curitiba, realizou, nesta sexta-feira (24), a cerimônia de abertura da sua 12° Mostra Cultural. O evento, que já faz parte da agenda da escola e está inserido no plano de ensino desde o início do ano letivo, contou com apresentações de dança e teatro, entre outras atividades desenvolvidas pelos estudantes.
A diretora do colégio, Nerci Martins, comemora o sucesso da exposição. “Os alunos adoram realizar os trabalhos e se sentem orgulhosos de mostrar o que sabem”. Segundo ela, é por meio da experiência visual que eles aprendem e melhoram o desenvolvimento acadêmico.
Martins explica que há especificidades na comunicação dessas pessoas. “Diferente do ouvinte, os alunos surdos adotam a Libras, que enfoca o visual e gestos, como primeira língua e aprendem a estrutura da Língua Portuguesa como segunda língua”, explica.
Noely Lesnau, diretora auxiliar do colégio, conta que os 260 alunos produziram, juntamente com 40 professores, trabalhos sobre o tema deste ano: “cultura surda”. Segundo ela, a Mostra tem uma parte artística e outra pedagógica. “A primeira, engloba trabalhos práticos: painéis, pintura, dança, teatro e a segunda promove pesquisas teóricas sobre o tema”.
De acordo com Lesnau, os objetivos da Mostra, que acontece no mês de setembro em comemoração ao Dia Nacional do Surdo (26), vão além da pesquisa e produção artística. “A idéia é, principalmente, gerar socialização entre os alunos da escola e comunidade escolar, família e estudantes que vêm de outras escolas visitar a Mostra”.
REFERÊNCIA – O Colégio Alcindo Fanaya Júnior é referência na área da surdez e atende alunos da educação infantil, fundamental, ensino médio e profissional, por meio de processo inclusivo. Além dos estudantes da capital, são atendidos alunos da região metropolitana, vindos de outros estados e, esporadicamente, de outros países como Itália, Japão, Venezuela e Estados Unidos. Os professores têm, além da formação em licenciaturas específicas, pós-graduação e proficiência em Libras. A Secretaria de Estado da Educação (SEED) fez a contratação de tradutores/intérpretes de Libras para atender os surdos e realizou um concurso para 193 intérpretes.
Além da surdez, alguns estudantes apresentam outras necessidades educacionais especiais: deficiência visual, surdo-cegueira, deficiência física neuro-motora, deficiência intelectual, condutas típicas de síndromes e quadros neurológicos psiquiátricos e psicológicos.
A diretora do colégio, Nerci Martins, comemora o sucesso da exposição. “Os alunos adoram realizar os trabalhos e se sentem orgulhosos de mostrar o que sabem”. Segundo ela, é por meio da experiência visual que eles aprendem e melhoram o desenvolvimento acadêmico.
Martins explica que há especificidades na comunicação dessas pessoas. “Diferente do ouvinte, os alunos surdos adotam a Libras, que enfoca o visual e gestos, como primeira língua e aprendem a estrutura da Língua Portuguesa como segunda língua”, explica.
Noely Lesnau, diretora auxiliar do colégio, conta que os 260 alunos produziram, juntamente com 40 professores, trabalhos sobre o tema deste ano: “cultura surda”. Segundo ela, a Mostra tem uma parte artística e outra pedagógica. “A primeira, engloba trabalhos práticos: painéis, pintura, dança, teatro e a segunda promove pesquisas teóricas sobre o tema”.
De acordo com Lesnau, os objetivos da Mostra, que acontece no mês de setembro em comemoração ao Dia Nacional do Surdo (26), vão além da pesquisa e produção artística. “A idéia é, principalmente, gerar socialização entre os alunos da escola e comunidade escolar, família e estudantes que vêm de outras escolas visitar a Mostra”.
REFERÊNCIA – O Colégio Alcindo Fanaya Júnior é referência na área da surdez e atende alunos da educação infantil, fundamental, ensino médio e profissional, por meio de processo inclusivo. Além dos estudantes da capital, são atendidos alunos da região metropolitana, vindos de outros estados e, esporadicamente, de outros países como Itália, Japão, Venezuela e Estados Unidos. Os professores têm, além da formação em licenciaturas específicas, pós-graduação e proficiência em Libras. A Secretaria de Estado da Educação (SEED) fez a contratação de tradutores/intérpretes de Libras para atender os surdos e realizou um concurso para 193 intérpretes.
Além da surdez, alguns estudantes apresentam outras necessidades educacionais especiais: deficiência visual, surdo-cegueira, deficiência física neuro-motora, deficiência intelectual, condutas típicas de síndromes e quadros neurológicos psiquiátricos e psicológicos.


