Colégio Estadual do Paraná comemora anúncio de eleições diretas 11/05/2010 - 18:04
Foi boa a repercussão da notícia de que haverá eleições diretas para a direção do Colégio Estadual do Paraná (CEP), em Curitiba. Alunos, professores e funcionários ficaram satisfeitos com a iniciativa do governador Orlando Pessuti de enviar projeto de lei à Assembléia Legislativa, com o objetivo de alterar a legislação e possibiltar que, ainda na metade deste ano, a comunidade escolar possa participar efetivamente da escolha do novo diretor.
A decisão foi anunciada ontem (10), no Palácio das Araucárias, pelo próprio governador, durante reunião com os secretários da Educação, Yvelise Arco-Verde, da Ciência e Tecnologia, Nildo Lubke, e uma comissão do Grêmio Estudantil do CEP.
Jimmy Christian Rodrigues da Silva, que cursa o 3º ano do ensino médio no CEP, lembrou que a eleição direta é uma luta que mobiliza os alunos há mais de dez anos e chamou a atenção para o sentido didático que a prática democrática trará para os alunos. “Será importante ter essa experiência, que vai nos ensinar, na própria realidade que temos no CEP, o que é uma eleição, o que é uma democracia”, afirmou. Ele disse, ainda, que com um representante eleito, os alunos terão mais oportunidades de diálogo e mais autonomia para cobrar resultados. “A eleição direta favorece a discussão de questões do colégio para a melhoria de ensino”, completou.
A aluna Amanda de Castro Matheus, do 1º ano do ensino médio, também entende de forma positiva a decisão do governador. “O aluno poderá escolher a melhor proposta para o colégio e quando o estudante pode escolher, tem muito mais liberdade para saber o que pode e deve cobrar da direção”, explicou. Ela ressaltou o caráter democrático da medida ao definir o objetivo de uma direção escolar como ligado a beneficiar o ensino dos estudantes.
“As relações entre professores, funcionários e alunos terão sensível melhoria, porque teremos discussões mais abertas”, avalia a professora de Língua Portuguesa Tânia Maria Acco, que está há 12 anos no CEP. Ela entende que a notícia de que haverá eleição direta trouxe um alívio para todos no colégio. “Era uma discussão antiga que vinha acontecendo no interior da escola e manifestava o desejo de que pudéssemos escolher o diretor”, argumentou. Segundo Tânia, haverá boas repercussões até mesmo na qualidade de ensino da escola.
Anderson Rosa é agente educacional no CEP desde 2006, percebe a importância da eleição e lembra que isso trará maior responsabilidade para todos os membros da comunidade escolar. “Eleger o diretor é fácil, mas juntar esforços para a gestão democrática é difícil e depende de todos, senão apenas estaremos delegando uma responsabilidade para alguém”, disse. Para Anderson, a participação da comunidade é essencial no processo de gestão.
A decisão foi anunciada ontem (10), no Palácio das Araucárias, pelo próprio governador, durante reunião com os secretários da Educação, Yvelise Arco-Verde, da Ciência e Tecnologia, Nildo Lubke, e uma comissão do Grêmio Estudantil do CEP.
Jimmy Christian Rodrigues da Silva, que cursa o 3º ano do ensino médio no CEP, lembrou que a eleição direta é uma luta que mobiliza os alunos há mais de dez anos e chamou a atenção para o sentido didático que a prática democrática trará para os alunos. “Será importante ter essa experiência, que vai nos ensinar, na própria realidade que temos no CEP, o que é uma eleição, o que é uma democracia”, afirmou. Ele disse, ainda, que com um representante eleito, os alunos terão mais oportunidades de diálogo e mais autonomia para cobrar resultados. “A eleição direta favorece a discussão de questões do colégio para a melhoria de ensino”, completou.
A aluna Amanda de Castro Matheus, do 1º ano do ensino médio, também entende de forma positiva a decisão do governador. “O aluno poderá escolher a melhor proposta para o colégio e quando o estudante pode escolher, tem muito mais liberdade para saber o que pode e deve cobrar da direção”, explicou. Ela ressaltou o caráter democrático da medida ao definir o objetivo de uma direção escolar como ligado a beneficiar o ensino dos estudantes.
“As relações entre professores, funcionários e alunos terão sensível melhoria, porque teremos discussões mais abertas”, avalia a professora de Língua Portuguesa Tânia Maria Acco, que está há 12 anos no CEP. Ela entende que a notícia de que haverá eleição direta trouxe um alívio para todos no colégio. “Era uma discussão antiga que vinha acontecendo no interior da escola e manifestava o desejo de que pudéssemos escolher o diretor”, argumentou. Segundo Tânia, haverá boas repercussões até mesmo na qualidade de ensino da escola.
Anderson Rosa é agente educacional no CEP desde 2006, percebe a importância da eleição e lembra que isso trará maior responsabilidade para todos os membros da comunidade escolar. “Eleger o diretor é fácil, mas juntar esforços para a gestão democrática é difícil e depende de todos, senão apenas estaremos delegando uma responsabilidade para alguém”, disse. Para Anderson, a participação da comunidade é essencial no processo de gestão.


