Colégio Estadual do Paraná realiza eleições diretas para diretor 14/09/2010 - 17:38
O Colégio Estadual do Paraná (CEP) realiza, nesta terça-feira (14), eleições diretas para diretor. Cerca de 5 mil pessoas, entre professores, funcionários, alunos e pais de alunos, comparecem às urnas para escolher o diretor da mais antiga escola do Paraná. O processo de consulta começou às 8h e vai até às 22h. A chapa vencedora será conhecida nesta quarta-feira (15), quando da divulgação do resultado oficial. A posse deverá ocorrer no início do próximo mês.
Segundo Sheila Marize de Toledo Pereira, chefe do Núcleo Estadual de Educação de Curitiba e atual diretora do colégio, as eleições ocorrem em clima de tranquilidade e inspiradas pela democracia. “As pessoas estão aprendendo com o processo democrático. A própria existência de duas chapas, encabeçadas por professores concorrentes aos cargos de direção, legitima e torna o processo mais participativo e democrático”, afirma.
Sheila chama a atenção para o fato de que o processo de consulta é o primeiro passo para a gestão democrática. “A eleição por si só não caracteriza a gestão democrática que só ocorre quando todas as instâncias do colegiado se envolvem e participam da escola”, explica.
“A eleição do diretor foi uma conquista histórica movida exatamente pela pressão da sociedade civil e da comunidade escolar”, explicou Elisane Fank, coordenadora de Gestão Escolar da Secretaria de Estado da Educação (SEED). Segundo ela, a gestão democrática permite a participação da comunidade nos processos decisórios da escola pública na definição de papéis, direitos, deveres, regimento escolar, destino de recursos públicos na escola, prioridade de projetos. Esta participação possibilita o controle social e o acompanhamento da transparência da gestão.
Participam do processo alunos do ensino médio e técnico, pais de alunos do ensino fundamental, estudantes do ensino fundamental maiores de 16 anos, professores, pedagogos e funcionários.
Este primeiro processo eleitoral para diretores do CEP só foi possível após o governador do Paraná, Orlando Pessuti, sancionar, no início de julho, a Lei nº 14.231/2003, que democratizou o processo de indicação da diretoria do colégio.
Esperança – A movimentação das eleições é uma novidade para Ana Terezinha Knecht funcionária há 18 anos na instituição. “Eu espero que com a nova direção o colégio melhore bastante, porque os candidatos são professores que já conhecem o dia a dia do colégio, não foram indicados”, disse entusiasmada.
Independente de quem seja eleito, a estudante do 2º ano do curso técnico em Comunicação, Gabriela Cecco, espera que a nova direção atue proporcionando o diálogo com a comunidade escolar. “Um diretor precisa saber ouvir a todos, deve respeitar a opinião de todos sobre os assuntos que interessa a todos”. Ela ainda lembrou que a escola tem um papel importante na formação cidadã das pessoas e que esta a eleição é um exemplo real disto.
Para Mayra Levandosk dos Santos, estudante do mesmo curso, as eleições proporcionaram uma interação maior dos alunos e uma discussão proveitosa sobre o que é a democracia. “Fico feliz em poder discutir com os colegas sobre a importância de se votar com consciência porque todos fazem parte do colégio”. Ela ainda disse que analisou muito antes de decidir em que votaria.
Segundo Sheila Marize de Toledo Pereira, chefe do Núcleo Estadual de Educação de Curitiba e atual diretora do colégio, as eleições ocorrem em clima de tranquilidade e inspiradas pela democracia. “As pessoas estão aprendendo com o processo democrático. A própria existência de duas chapas, encabeçadas por professores concorrentes aos cargos de direção, legitima e torna o processo mais participativo e democrático”, afirma.
Sheila chama a atenção para o fato de que o processo de consulta é o primeiro passo para a gestão democrática. “A eleição por si só não caracteriza a gestão democrática que só ocorre quando todas as instâncias do colegiado se envolvem e participam da escola”, explica.
“A eleição do diretor foi uma conquista histórica movida exatamente pela pressão da sociedade civil e da comunidade escolar”, explicou Elisane Fank, coordenadora de Gestão Escolar da Secretaria de Estado da Educação (SEED). Segundo ela, a gestão democrática permite a participação da comunidade nos processos decisórios da escola pública na definição de papéis, direitos, deveres, regimento escolar, destino de recursos públicos na escola, prioridade de projetos. Esta participação possibilita o controle social e o acompanhamento da transparência da gestão.
Participam do processo alunos do ensino médio e técnico, pais de alunos do ensino fundamental, estudantes do ensino fundamental maiores de 16 anos, professores, pedagogos e funcionários.
Este primeiro processo eleitoral para diretores do CEP só foi possível após o governador do Paraná, Orlando Pessuti, sancionar, no início de julho, a Lei nº 14.231/2003, que democratizou o processo de indicação da diretoria do colégio.
Esperança – A movimentação das eleições é uma novidade para Ana Terezinha Knecht funcionária há 18 anos na instituição. “Eu espero que com a nova direção o colégio melhore bastante, porque os candidatos são professores que já conhecem o dia a dia do colégio, não foram indicados”, disse entusiasmada.
Independente de quem seja eleito, a estudante do 2º ano do curso técnico em Comunicação, Gabriela Cecco, espera que a nova direção atue proporcionando o diálogo com a comunidade escolar. “Um diretor precisa saber ouvir a todos, deve respeitar a opinião de todos sobre os assuntos que interessa a todos”. Ela ainda lembrou que a escola tem um papel importante na formação cidadã das pessoas e que esta a eleição é um exemplo real disto.
Para Mayra Levandosk dos Santos, estudante do mesmo curso, as eleições proporcionaram uma interação maior dos alunos e uma discussão proveitosa sobre o que é a democracia. “Fico feliz em poder discutir com os colegas sobre a importância de se votar com consciência porque todos fazem parte do colégio”. Ela ainda disse que analisou muito antes de decidir em que votaria.


