Comissão volta a discutir segurança nas escolas 14/12/2010 - 17:26
A Comissão Especial de Estudos sobre a Segurança Escolar - presidida pela assessora da Superintendência de Desenvolvimento Educacional (Sude), Rita Machado - se reuniu na última quinta-feira (9) na sede da Sude para avaliar os trabalhos realizados em 2010 e as metas traçadas para 2011. Em atividade desde julho, o grupo é formado por representantes da Secretaria de Estado da Educação (Seed), da Secretaria de Obras Públicas (Seop), do Corpo de Bombeiros, do Conselho Estadual de Educação (CEE-PR) e dos Núcleos Regionais da Educação (NREs).
De acordo com a conselheira Clemência Maria Ferreira Ribas, do CEE-PR, a criação dessa comissão de estudos para solucionar questões da a segurança nas escolas proporcionou muitos avanços. Um deles foi a autorização do Corpo de Bombeiros para que, nos municípios onde não há sede da corporação, as próprias prefeituras possam se encarregar das vistorias. “Foi um passo importante, pois agora as prefeituras podem emitir o laudo, não somente o Corpo de Bombeiros, como era anteriormente”.
Os representantes dos bombeiros, tenente Zotelli e sargento Nabor, também apresentaram sugestões para solucionar o problema de escolas que não possuem o laudo. Apesar de várias instituições de ensino estar nessa situação, a diretora de Edificações Escolares (DED) da Sude, Olívia Martins Murara, esclarece que muitas escolas precisam fazer apenas pequenos ajustes para cumprirem as exigências. “A grande maioria das escolas que não tem laudo necessita acertar poucos detalhes, nada que comprometa a segurança dos alunos”, afirma.
A chefe do Grupo de Planejamento Setorial (GPS) da Seed, Marilei dos Santos Moreira, confirma que os recursos para projetos e itens de segurança das escolas já estão assegurados no orçamento de 2011. Ela está confiante quanto ao sucesso da comissão. “A criação do grupo foi importante para dar andamento às questões apontadas nas reuniões anteriores sobre o tema. Em conjunto, unimos esforços para que a segurança nas escolas seja garantida“, diz.
Para o superintendente Carlos Alberto Rodrigues Alves, essa comissão foi uma das medidas mais importantes tomadas em sua gestão. “Esse grupo tem prestado grande auxílio para planejar, e descomplicar, as adequações de segurança que precisam ser implantadas em cada escola. Isso porque durante as reuniões os setores envolvidos puderam compreender as várias faces da questão, o que tornou mais fácil encontrar as soluções”, comemora.
De acordo com a conselheira Clemência Maria Ferreira Ribas, do CEE-PR, a criação dessa comissão de estudos para solucionar questões da a segurança nas escolas proporcionou muitos avanços. Um deles foi a autorização do Corpo de Bombeiros para que, nos municípios onde não há sede da corporação, as próprias prefeituras possam se encarregar das vistorias. “Foi um passo importante, pois agora as prefeituras podem emitir o laudo, não somente o Corpo de Bombeiros, como era anteriormente”.
Os representantes dos bombeiros, tenente Zotelli e sargento Nabor, também apresentaram sugestões para solucionar o problema de escolas que não possuem o laudo. Apesar de várias instituições de ensino estar nessa situação, a diretora de Edificações Escolares (DED) da Sude, Olívia Martins Murara, esclarece que muitas escolas precisam fazer apenas pequenos ajustes para cumprirem as exigências. “A grande maioria das escolas que não tem laudo necessita acertar poucos detalhes, nada que comprometa a segurança dos alunos”, afirma.
A chefe do Grupo de Planejamento Setorial (GPS) da Seed, Marilei dos Santos Moreira, confirma que os recursos para projetos e itens de segurança das escolas já estão assegurados no orçamento de 2011. Ela está confiante quanto ao sucesso da comissão. “A criação do grupo foi importante para dar andamento às questões apontadas nas reuniões anteriores sobre o tema. Em conjunto, unimos esforços para que a segurança nas escolas seja garantida“, diz.
Para o superintendente Carlos Alberto Rodrigues Alves, essa comissão foi uma das medidas mais importantes tomadas em sua gestão. “Esse grupo tem prestado grande auxílio para planejar, e descomplicar, as adequações de segurança que precisam ser implantadas em cada escola. Isso porque durante as reuniões os setores envolvidos puderam compreender as várias faces da questão, o que tornou mais fácil encontrar as soluções”, comemora.


