Concurso de redação dará viagem de trem 16/03/2011 - 09:40
Os núcleos regionais de Educação de Cascavel, Laranjeiras do Sul e Guarapuava, em parceria com a Ferroeste, lançaram, nesta terça-feira (15), concurso de redação para celebrar os 23 anos da criação da ferrovia paranaense. O concurso é dirigido para os alunos do ensino fundamental e médio. A Ferroeste foi fundada em 15 de março de 1988, mas o concurso também destaca o Dia do Ferroviário, comemorado em 30 de abril, data da premiação.
Com o objetivo de estimular a escrita e o estudo da história da ferrovia, o concurso terá duas modalidades: narração, para as séries finais do ensino fundamental, e artigo de opinião, para os alunos de ensino médio. Os vencedores serão premiados com viagem de trem no trecho Cascavel-Guarapuava, operado pela Ferroeste.
Para participar do concurso, serão selecionados sete alunos das escolas do Núcleo de Cascavel, quatro de Guarapuava e três do núcleo de Laranjeiras do Sul. Haverá seleção, entre os 14 alunos finalistas, para escolher os dois vencedores do prêmio. Os professores que orientarem os alunos nas redações participarão de sorteio para concorrer a vagas no passeio.
O Naipe (Núcleo de Ações Pedagógicas Integradas) e o Núcleo Regional de Educação informam que o prazo máximo para a entrega das redações é 8 de abril e que a viagem para os vencedores e a entrega dos troféus, em Cascavel, depois do passeio de trem será em 30 de abril.
FERROESTE – A Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A. – Ferroeste, sociedade de economia mista do Governo do Paraná, foi criada em 15 de março de 1988 e sua construção foi iniciada em 15 de março de 1991. A empresa detém a concessão para construir e operar ferrovia entre Guarapuava e Dourados, no Mato Grosso do Sul, e outros trechos necessários, servindo os produtores do Oeste e extremo Oeste paranaense, o Mato Grosso do Sul, Paraguai e norte da Argentina.
A ferrovia paranaense foi construída pelo Governo do Estado, em parceria com o Exército, entre 1991 e 1994, e custou US$ 360 milhões. O primeiro trecho implantado, Guarapuava-Cascavel, tem 248,6 quilômetros. Privatizada em dezembro de 1996, a Ferroeste foi retomada pelo governo em 18 de dezembro de 2006.
Pelos trens da empresa são escoados principalmente grãos (soja, milho e trigo), farelos e contêineres, com destino ao Porto de Paranaguá. A ferrovia transporta insumos agrícolas, adubo, fertilizante, cimento e combustíveis importados.
Com o objetivo de estimular a escrita e o estudo da história da ferrovia, o concurso terá duas modalidades: narração, para as séries finais do ensino fundamental, e artigo de opinião, para os alunos de ensino médio. Os vencedores serão premiados com viagem de trem no trecho Cascavel-Guarapuava, operado pela Ferroeste.
Para participar do concurso, serão selecionados sete alunos das escolas do Núcleo de Cascavel, quatro de Guarapuava e três do núcleo de Laranjeiras do Sul. Haverá seleção, entre os 14 alunos finalistas, para escolher os dois vencedores do prêmio. Os professores que orientarem os alunos nas redações participarão de sorteio para concorrer a vagas no passeio.
O Naipe (Núcleo de Ações Pedagógicas Integradas) e o Núcleo Regional de Educação informam que o prazo máximo para a entrega das redações é 8 de abril e que a viagem para os vencedores e a entrega dos troféus, em Cascavel, depois do passeio de trem será em 30 de abril.
FERROESTE – A Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A. – Ferroeste, sociedade de economia mista do Governo do Paraná, foi criada em 15 de março de 1988 e sua construção foi iniciada em 15 de março de 1991. A empresa detém a concessão para construir e operar ferrovia entre Guarapuava e Dourados, no Mato Grosso do Sul, e outros trechos necessários, servindo os produtores do Oeste e extremo Oeste paranaense, o Mato Grosso do Sul, Paraguai e norte da Argentina.
A ferrovia paranaense foi construída pelo Governo do Estado, em parceria com o Exército, entre 1991 e 1994, e custou US$ 360 milhões. O primeiro trecho implantado, Guarapuava-Cascavel, tem 248,6 quilômetros. Privatizada em dezembro de 1996, a Ferroeste foi retomada pelo governo em 18 de dezembro de 2006.
Pelos trens da empresa são escoados principalmente grãos (soja, milho e trigo), farelos e contêineres, com destino ao Porto de Paranaguá. A ferrovia transporta insumos agrícolas, adubo, fertilizante, cimento e combustíveis importados.


