DEDI discute com universidades diversidade sexual nas escolas 16/10/2010 - 21:54
Na última semana, o Departamento da Diversidade da Secretaria de Estado da Educação (DEDI/SEED) tem realizado reuniões com as instituições públicas federais e estaduais de ensino superior para a articulação de redes de pesquisadores sobre as diversas políticas desenvolvidas pelo departamento. Nesta sexta-feira (15), em Curitiba, a discussão envolveu assuntos envolvendo gênero e diversidade sexual.
“O convite aos pesquisadores das Universidades públicas federais e estaduais é uma estratégia assumida pelo DEDI para avaliar e definir perspectivas para as diferentes políticas educacionais voltadas às diversidades no Paraná”, destacou Wagner Roberto do Amaral, chefe do Departamento da Diversidade.
Segundo ele, compor redes de áreas específicas com os pesquisadores é fundamental. “É importante para firmar e fortalecer o que estamos realizando na SEED, qualificando a formação continuada e aprimorando a produção dos materiais pedagógicos na perspectiva da inclusão de todas as pessoas na escola”, explicou. Wagner ainda disse que estes reuniões são espaços que permitem aos pesquisadores das várias universidades debater e socializar as experiências realizadas no ensino superior.
“Nós entendemos que na formação inicial dos professores, que acontece nas universidades, as questões que abordam gênero e diversidade sexual ainda acontecem de forma sutil”, comentou Dayanna Brunetto, coordenadora do Núcleo de Gênero e Diversidade Sexual (NGDS), ao explicar que a articulação com as universidades é uma ação para aproximar as discussões da educação básica com as realizadas pelo ensino superior.
Dayanna compreende que também é necessário garantir investimentos na formação continuada dos profissionais da educação que contemple os temas de gênero e diversidade sexual. “Há várias discussões recentes que precisam fundamentar a escola para o trabalho com a diversidade sexual e com as relações de gênero pautada pela equidade e garantida do direito à educação”, explicou. Ela espera que esta discussão no estado se fortaleça, não apenas com a participação das universidades, mas também pela mobilização dos movimentos sociais.
A estratégia deverá garantir o direito à educação a pessoas que historicamente são excluídas da escola. “Ações como esta são importantes para o enfrentamento do preconceito e da homofobia, para garantir a universalização da educação básica, a presença dos sujeitos das relações de gênero e diversidade sexual pautada pelo respeito nas escolas”, concluiu a coordenadora.
“O convite aos pesquisadores das Universidades públicas federais e estaduais é uma estratégia assumida pelo DEDI para avaliar e definir perspectivas para as diferentes políticas educacionais voltadas às diversidades no Paraná”, destacou Wagner Roberto do Amaral, chefe do Departamento da Diversidade.
Segundo ele, compor redes de áreas específicas com os pesquisadores é fundamental. “É importante para firmar e fortalecer o que estamos realizando na SEED, qualificando a formação continuada e aprimorando a produção dos materiais pedagógicos na perspectiva da inclusão de todas as pessoas na escola”, explicou. Wagner ainda disse que estes reuniões são espaços que permitem aos pesquisadores das várias universidades debater e socializar as experiências realizadas no ensino superior.
“Nós entendemos que na formação inicial dos professores, que acontece nas universidades, as questões que abordam gênero e diversidade sexual ainda acontecem de forma sutil”, comentou Dayanna Brunetto, coordenadora do Núcleo de Gênero e Diversidade Sexual (NGDS), ao explicar que a articulação com as universidades é uma ação para aproximar as discussões da educação básica com as realizadas pelo ensino superior.
Dayanna compreende que também é necessário garantir investimentos na formação continuada dos profissionais da educação que contemple os temas de gênero e diversidade sexual. “Há várias discussões recentes que precisam fundamentar a escola para o trabalho com a diversidade sexual e com as relações de gênero pautada pela equidade e garantida do direito à educação”, explicou. Ela espera que esta discussão no estado se fortaleça, não apenas com a participação das universidades, mas também pela mobilização dos movimentos sociais.
A estratégia deverá garantir o direito à educação a pessoas que historicamente são excluídas da escola. “Ações como esta são importantes para o enfrentamento do preconceito e da homofobia, para garantir a universalização da educação básica, a presença dos sujeitos das relações de gênero e diversidade sexual pautada pelo respeito nas escolas”, concluiu a coordenadora.


