Ditec realiza projetos e programas na área de educação a distância 14/07/2009 - 10:10
A Diretoria de Tecnologia Educacional (DITEC), por meio da a Coordenação de Educação a Distância (EaD), instituída pela Secretaria da Educação (SEED) em 2008, é responsável pela implementação de todos os projetos e programas na área de educação a distância. Já nesse ano, a Coordenação capacitou cerca 1.391 profissionais da Educação considerando um programa piloto e cursos realizados para o Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), para o Proeja do Departamento de Educação e Trabalho (DET) e para a Coordenação de Gestão Escolar (CGE).
Ainda estão em andamento cursos a distância para dar suporte às atividades do PDE deste ano, para a Diretoria de Tecnologia Educacional (DITEC), para o Departamento de Educação Básica (DEB), para o Departamento da Diversidade (DEDI) e para o DET, capacitando mais de 3.200 educadores. A modalidade é uma mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem que ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e de comunicação para atividades educativas em lugares ou tempos diversos.
Segundo Gilian Cristina Barros, coordenador da EaD relata que o objetivo principal da modalidade de ensino é ampliar as possibilidades de formação continuada principalmente para os professores da rede pública estadual. Para ela a grande vantagem é o alcance possível de cursistas. “Pode-se atingir pessoas de vários locais, quebrando as barreiras do espaço e do tempo também, pois cada pessoa fará a tarefa no seu tempo”, fala.
Barros lembra também das possibilidades existentes em relação a conferencistas. “Existe a oportunidade da participação de especialistas nas áreas necessárias por meio de teleconferências, não sendo necessário a presença de todos os envolvidos num mesmo lugar”.
Ela também ressalta que a EaD também atende outra formas de modalidade ou formação. “Em caráter excepcional, atendemos cursos profissionalizantes em parceria com o Ministério da Educação (MEC)”, diz. Existe ainda a criação de cursos a distância para professores leigos que atuam e não têm formação, também em parceria com o ME e com universidades. Há ainda parcerias com outras instituições de ensino que promovem a realização de cursos livres.
A coordenadora explica que a primeira etapa é a realização do curso de formação de tutores, que devem ser especialistas no conteúdo que será estudado e são selecionados por critérios estabelecidos pela instância solicitante. “A formação inicial do curso de tutoria é de 64 horas, necessárias para que o tutor vivencie o curso como aluno e aprenda a passear no ambiente virtual”.
Depois da formação dos tutores são realizadas reuniões técnicas para administrar o curso, desenvolver o material necessário e o ambiente virtual. A instância solicitante fica responsável em definir a carga horária do curso.
Tutoria - Ana Rita Serenato Bortolozzo, técnica-pedagógica da EaD, tutora da primeira turma do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), afirma que na modalidade de educação a distância tem dois momentos: o presencial que é um encontro com duração menor para que o tutor conheça o ambiente virtual de trabalho, que é chamado de e-escola; e o a distância propriamente caracterizado.
Para ela é preciso um trabalho de ênfase na formação do tutor. “Realmente o tutor deve dominar o conteúdo para que esteja discutindo, promovendo interações e instigando os alunos que estejam em formação continuada”, afirma.
Na modalidade a distância tem-se colaboração de discussões diariamente, desta forma o tutor deve acompanhar a prática dos cursistas não somente verificando as respostas, mas também solicitando complementações. “Assim se objetivo uma aprendizagem colaborativa, porque a avaliação e processual e formativa para que no final se possa verificar se o cursista deu conta ou não do trabalho dentro dos prazos determinados” explica Bertolozzo.
A técnica-pedagógica comenta que após a realização do curso ainda existe uma última etapa. “Normalmente, nos nossos cursos ainda temos mais 8 horas de atividades, o que chamamos de autoavaliação do curso, quando fazemos um fechamento do curso, do material didático, da aprendizagem e do ambiente virtual”.
Segundo ela, uma outra característica oferecida pela modalidade é em relação à organização da escola. “Como os nossos cursistas são normalmente professores, a vantagem é não precisar retirá-los de sala de aula para realizar o curso, podendo se adaptar ao tempo estipulado, um aproveitamento do tempo e espaço”, conclui.
Atualmente Bortolozzo é tutora e coordenadora de tutoria de Mídias Integradas na Educação, um programa em parceria com o Mec, Seed e Coordenadoria de Integração de Políticas de Educação a Distância da Universidade Federal do Paraná (Cipead/UFPR).
Liliane Salles, técnica-pedagógica do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (DEEIN), já participou como tutora de 30 alunos da EaD. Ela também salienta que a maior vantagens desta modalidade é a constante interação entre as pessoas. “É possível conhecer novas pessoas, possibilitando a troca de idéias, conhecimentos e experiências”.
Outro ponto lembrado pela tutora é sobre a necessidade das pessoas terem uma resposta logo após postaram suas dúvidas ou contribuições. Salles também reforça a questão espaço-tempo como facilitadores para os estudos, mas que depende da responsabilidade individual. “A organização do horário de estudo é flexível e o aluno precisa estar consciente, pois só depende dele dos estudos”, comenta.
Salles ainda destaca que as pessoas precisam avançar juntamente com as novas tecnologias que estão presentes. “É interessante que se oportunizem trabalhos desenvolvidos a distância, porque existem excelentes vantagens”, diz.
Ainda estão em andamento cursos a distância para dar suporte às atividades do PDE deste ano, para a Diretoria de Tecnologia Educacional (DITEC), para o Departamento de Educação Básica (DEB), para o Departamento da Diversidade (DEDI) e para o DET, capacitando mais de 3.200 educadores. A modalidade é uma mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem que ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e de comunicação para atividades educativas em lugares ou tempos diversos.
Segundo Gilian Cristina Barros, coordenador da EaD relata que o objetivo principal da modalidade de ensino é ampliar as possibilidades de formação continuada principalmente para os professores da rede pública estadual. Para ela a grande vantagem é o alcance possível de cursistas. “Pode-se atingir pessoas de vários locais, quebrando as barreiras do espaço e do tempo também, pois cada pessoa fará a tarefa no seu tempo”, fala.
Barros lembra também das possibilidades existentes em relação a conferencistas. “Existe a oportunidade da participação de especialistas nas áreas necessárias por meio de teleconferências, não sendo necessário a presença de todos os envolvidos num mesmo lugar”.
Ela também ressalta que a EaD também atende outra formas de modalidade ou formação. “Em caráter excepcional, atendemos cursos profissionalizantes em parceria com o Ministério da Educação (MEC)”, diz. Existe ainda a criação de cursos a distância para professores leigos que atuam e não têm formação, também em parceria com o ME e com universidades. Há ainda parcerias com outras instituições de ensino que promovem a realização de cursos livres.
A coordenadora explica que a primeira etapa é a realização do curso de formação de tutores, que devem ser especialistas no conteúdo que será estudado e são selecionados por critérios estabelecidos pela instância solicitante. “A formação inicial do curso de tutoria é de 64 horas, necessárias para que o tutor vivencie o curso como aluno e aprenda a passear no ambiente virtual”.
Depois da formação dos tutores são realizadas reuniões técnicas para administrar o curso, desenvolver o material necessário e o ambiente virtual. A instância solicitante fica responsável em definir a carga horária do curso.
Tutoria - Ana Rita Serenato Bortolozzo, técnica-pedagógica da EaD, tutora da primeira turma do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), afirma que na modalidade de educação a distância tem dois momentos: o presencial que é um encontro com duração menor para que o tutor conheça o ambiente virtual de trabalho, que é chamado de e-escola; e o a distância propriamente caracterizado.
Para ela é preciso um trabalho de ênfase na formação do tutor. “Realmente o tutor deve dominar o conteúdo para que esteja discutindo, promovendo interações e instigando os alunos que estejam em formação continuada”, afirma.
Na modalidade a distância tem-se colaboração de discussões diariamente, desta forma o tutor deve acompanhar a prática dos cursistas não somente verificando as respostas, mas também solicitando complementações. “Assim se objetivo uma aprendizagem colaborativa, porque a avaliação e processual e formativa para que no final se possa verificar se o cursista deu conta ou não do trabalho dentro dos prazos determinados” explica Bertolozzo.
A técnica-pedagógica comenta que após a realização do curso ainda existe uma última etapa. “Normalmente, nos nossos cursos ainda temos mais 8 horas de atividades, o que chamamos de autoavaliação do curso, quando fazemos um fechamento do curso, do material didático, da aprendizagem e do ambiente virtual”.
Segundo ela, uma outra característica oferecida pela modalidade é em relação à organização da escola. “Como os nossos cursistas são normalmente professores, a vantagem é não precisar retirá-los de sala de aula para realizar o curso, podendo se adaptar ao tempo estipulado, um aproveitamento do tempo e espaço”, conclui.
Atualmente Bortolozzo é tutora e coordenadora de tutoria de Mídias Integradas na Educação, um programa em parceria com o Mec, Seed e Coordenadoria de Integração de Políticas de Educação a Distância da Universidade Federal do Paraná (Cipead/UFPR).
Liliane Salles, técnica-pedagógica do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (DEEIN), já participou como tutora de 30 alunos da EaD. Ela também salienta que a maior vantagens desta modalidade é a constante interação entre as pessoas. “É possível conhecer novas pessoas, possibilitando a troca de idéias, conhecimentos e experiências”.
Outro ponto lembrado pela tutora é sobre a necessidade das pessoas terem uma resposta logo após postaram suas dúvidas ou contribuições. Salles também reforça a questão espaço-tempo como facilitadores para os estudos, mas que depende da responsabilidade individual. “A organização do horário de estudo é flexível e o aluno precisa estar consciente, pois só depende dele dos estudos”, comenta.
Salles ainda destaca que as pessoas precisam avançar juntamente com as novas tecnologias que estão presentes. “É interessante que se oportunizem trabalhos desenvolvidos a distância, porque existem excelentes vantagens”, diz.


