Estudantes argentinos voltam para casa depois participarem de intercâmbio 24/10/2008 - 15:36
O grupo de 35 alunos e cinco professores argentinos da Província de Tucumán que participaram do intercâmbio com o Governo do Paraná terminaram suas atividades nesta sexta-feira (24). No período em que estiveram no estado, eles assistiram aulas, fizeram passeios culturais e turísticos por Curitiba e Litoral e apresentaram aspectos culturais da sua região. A iniciativa pioneira integrou duas escolas públicas de ensino médio, a Escuela Normal Juan Bautista Alberdi e o Colégio Estadual do Paraná (CEP), com objetivo de estreitar as relações culturais entre os estudantes.
"Ninguém é pior ou melhor, é apenas diferente. É preciso ter respeito e valorizar o que temos, abrir a mente e o coração", disse Maria Luz Gazon, professora de português e francês. Ela contou que a primeira relação entre os estudantes brasileiros e argentinos foi o conflito de opinião sobre o futebol, mas que depois a integração foi tão grande que eles vão embora deixando amigos aqui.
O professor de arte Ricardo Rodriguez, salientou que o mais interessante desse tipo de intercâmbio é que acontece uma troca efetiva entre as duas culturas. "Normalmente você vai para um outro país e conhece a sua cultura, mas não deixa nada, aqui estamos tendo a oportunidade de perceber que temos semelhanças e diferenças que, no entanto, nos aproximam mais".
Para Alina Yamile Farah, 17 anos, o mais importante foi conhecer como os alunos brasileiros vivem, estudam e se relacionam com os professores, porque isso a ajudou a ver a sua vida de uma forma diferente. "Sair da onde moramos é importante para saber como as outras pessoas vêem o mundo e poder decidir melhor no futuro".
Luciana Chimirri, 17 anos, faz parte do grêmio estudantil e aproveitou para conhecer o grêmio do CEP. Uma das idéias que ela vai levar para sua escola é fazer o teste vocacional com estudantes do último ano do Ensino Médio. Ela acha que os estudantes argentinos devem saber que têm a oportunidade de trabalhar e estudar no Brasil e que aprender português é tão importante quanto inglês.
Yamil Gomez Dip, 15 anos, gostou da experiência e acha que os estudantes brasileiros deveriam fazer intercâmbio cultural na Argentina também. A Secretaria de Estado da Educação (Seed) já está preparando o intercâmbio para o próximo ano.
"Ninguém é pior ou melhor, é apenas diferente. É preciso ter respeito e valorizar o que temos, abrir a mente e o coração", disse Maria Luz Gazon, professora de português e francês. Ela contou que a primeira relação entre os estudantes brasileiros e argentinos foi o conflito de opinião sobre o futebol, mas que depois a integração foi tão grande que eles vão embora deixando amigos aqui.
O professor de arte Ricardo Rodriguez, salientou que o mais interessante desse tipo de intercâmbio é que acontece uma troca efetiva entre as duas culturas. "Normalmente você vai para um outro país e conhece a sua cultura, mas não deixa nada, aqui estamos tendo a oportunidade de perceber que temos semelhanças e diferenças que, no entanto, nos aproximam mais".
Para Alina Yamile Farah, 17 anos, o mais importante foi conhecer como os alunos brasileiros vivem, estudam e se relacionam com os professores, porque isso a ajudou a ver a sua vida de uma forma diferente. "Sair da onde moramos é importante para saber como as outras pessoas vêem o mundo e poder decidir melhor no futuro".
Luciana Chimirri, 17 anos, faz parte do grêmio estudantil e aproveitou para conhecer o grêmio do CEP. Uma das idéias que ela vai levar para sua escola é fazer o teste vocacional com estudantes do último ano do Ensino Médio. Ela acha que os estudantes argentinos devem saber que têm a oportunidade de trabalhar e estudar no Brasil e que aprender português é tão importante quanto inglês.
Yamil Gomez Dip, 15 anos, gostou da experiência e acha que os estudantes brasileiros deveriam fazer intercâmbio cultural na Argentina também. A Secretaria de Estado da Educação (Seed) já está preparando o intercâmbio para o próximo ano.


