Fiep certifica duas ações da Seed como integradas aos Objetivos do Milênio 12/12/2008 - 06:24
A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) entregou, ontem (11), dois prêmios para ações desenvolvidas na rede estadual pública de ensino. Ambos, segundo, a Fiep integram o conjunto de iniciativas que compõem os “Objetivos do Milênio” (ODM) traçados pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2000. A pedagoga Cinthya Vernizi Adachi de Menezes, idealizadora do Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar (Sareh), foi premiada, em primeiro lugar na categoria “Relatórios de projetos implantados ou em implantação”. Maria Doraci Nitz, também pedagoga, classificou seu projeto “Educadores Verdes” em primeiro lugar na categoria “Propostas de projetos que visam atendimento dos ODM”. A cerimônia de premiação ocorreu no Cietep, em Curitiba.
Cinthya estava muito feliz. Seu projeto de acompanhamento de alunos internados em hospitais virou serviço regulamentado em 2006 e já está em prática na Secretaria de Estado da Educação (Seed). O Sareh funciona com equipes que incluem professores e pedagogos. “Permite a inclusão dos alunos que estão fora da escola por adoecimento, pois há o contato com a escola, seja pública ou privada”, explica Cinthya.
A Secretária de Estado da Educação Yvelise Arco-Verde compareceu ao evento e comemorou com Cinthya. Segundo ela, o Sareh merece o reconhecimento que tem obtido. “É um trabalho que vai crescer. A Seed oferece formação e capacitação específica para esse trabalho pedagógico, pois temos que garantir a qualidade da nossa educação para todos”, disse.
Claudinéia Avanzini é pedagoga e trabalha no Hospital Pequeno Príncipe, na equipe do Sareh. Está lá desde a implantação do serviço e vê avanços no contato com a equipe multiprofissional. “Os médicos nos encaminham os pacientes, solicitam nossa intervenção, pois a criança que adoece pede a escola, é um contato com o mundo fora do hospital e uma possibilidade de amenizar a falta dos estudos. E isso é importante para ela”, afirma. Há vezes, segundo Claudinéia, que a equipe atende também a família, como uma mãe que não sabe ler e escrever e procura o Sareh para orientação sobre como se alfabetizar.
Cinthya é pedagoga do Estado desde 2005, tem experiência na área de atendimento pedagógico em hospital e desenvolveu o tema em sua dissertação de mestrado, "A necessidade da formação do pedagogo para atuar em ambiente escolar", defendida em 2004 na Universidade Federal de Santa Catarina.
Educando para a sustentabilidade
Maria Doraci Nitz era outra pedagoga da rede pública que estava esfuziante. Seu projeto “Educadores Verdes”, que está sendo posto em prática no Instituto de Educação de Curitiba, foi premiado na categoria de trabalhos ambientais. Ela e sua equipe estão mudando a atitude ecológica dos alunos a partir de uma concepção de sustentabilidade. “É cada um fazer a sua parte na preservação do ambiente”, explica. O lixo é seletivamente recolhido, uma equipe de alunos é treinada para a conscientização dos demais, além de outras estratégias.
O projeto inclui diversos tópicos ambientais que são debatidos com os alunos. Fala-se sobre a importância da água, explica-se o que é poluição, estuda-se o rio Ivo. Maria Doraci acredita que o prêmio vem atestar e certificar a qualidade da proposta. Ela é Coordenadora Pedagógica do Curso Noturno de Formação de Docentes e, junto a sua equipe, demonstra estar cumprindo a sua parte na conscientização ecológica.
Cinthya estava muito feliz. Seu projeto de acompanhamento de alunos internados em hospitais virou serviço regulamentado em 2006 e já está em prática na Secretaria de Estado da Educação (Seed). O Sareh funciona com equipes que incluem professores e pedagogos. “Permite a inclusão dos alunos que estão fora da escola por adoecimento, pois há o contato com a escola, seja pública ou privada”, explica Cinthya.
A Secretária de Estado da Educação Yvelise Arco-Verde compareceu ao evento e comemorou com Cinthya. Segundo ela, o Sareh merece o reconhecimento que tem obtido. “É um trabalho que vai crescer. A Seed oferece formação e capacitação específica para esse trabalho pedagógico, pois temos que garantir a qualidade da nossa educação para todos”, disse.
Claudinéia Avanzini é pedagoga e trabalha no Hospital Pequeno Príncipe, na equipe do Sareh. Está lá desde a implantação do serviço e vê avanços no contato com a equipe multiprofissional. “Os médicos nos encaminham os pacientes, solicitam nossa intervenção, pois a criança que adoece pede a escola, é um contato com o mundo fora do hospital e uma possibilidade de amenizar a falta dos estudos. E isso é importante para ela”, afirma. Há vezes, segundo Claudinéia, que a equipe atende também a família, como uma mãe que não sabe ler e escrever e procura o Sareh para orientação sobre como se alfabetizar.
Cinthya é pedagoga do Estado desde 2005, tem experiência na área de atendimento pedagógico em hospital e desenvolveu o tema em sua dissertação de mestrado, "A necessidade da formação do pedagogo para atuar em ambiente escolar", defendida em 2004 na Universidade Federal de Santa Catarina.
Educando para a sustentabilidade
Maria Doraci Nitz era outra pedagoga da rede pública que estava esfuziante. Seu projeto “Educadores Verdes”, que está sendo posto em prática no Instituto de Educação de Curitiba, foi premiado na categoria de trabalhos ambientais. Ela e sua equipe estão mudando a atitude ecológica dos alunos a partir de uma concepção de sustentabilidade. “É cada um fazer a sua parte na preservação do ambiente”, explica. O lixo é seletivamente recolhido, uma equipe de alunos é treinada para a conscientização dos demais, além de outras estratégias.
O projeto inclui diversos tópicos ambientais que são debatidos com os alunos. Fala-se sobre a importância da água, explica-se o que é poluição, estuda-se o rio Ivo. Maria Doraci acredita que o prêmio vem atestar e certificar a qualidade da proposta. Ela é Coordenadora Pedagógica do Curso Noturno de Formação de Docentes e, junto a sua equipe, demonstra estar cumprindo a sua parte na conscientização ecológica.


