H1N1: superintendente alerta para cuidados de prevenção 14/06/2010 - 17:11
A superintendente da Educação, Alayde Digiovanni, espera que os professores e funcionários respondam prontamente ao chamamento e procurem os postos de saúde para a vacinação até sábado (19). Segundo ela, a vacinação dará mais tranquilidade às escolas paranaenses. No entanto, ela alerta para o fato de que os cuidados para a prevenção da gripe devem ser permanentes e devem estar presentes no cotidiano de professores, funcionários e alunos.
Alayde entende que a vacinação é fundamental, mas não é suficiente. “É uma ação que irá garantir a segurança dos profissionais e estudantes, proporcionando um ambiente mais saudável e tranquilo a todos, mas não se pode abandonar as medidas básicas de cuidados contra a gripe, que devem ser incorporadas nas nossa práticas cotidianas”, ressalta.
A orientação é que as salas de aula tenham cartazes com informações sobre os cuidados necessários para a prevenção. Os ambientes escolares devem ser mantidos arejados e deve-se, também, assegurar a limpeza contínua de torneiras, bebedouros e maçanetas, a oferta de sabonetes e toalhas descartáveis. É fundamental, também, alertar para que se evite compartilhar objetos de uso pessoal.
Além disso, existe o papel dos cuidadores da gripe, responsáveis por identificar sintomas da gripe nos estudantes e encaminhá-los às famílias. Os pais devem levar o aluno ao posto de saúde e informar à escola o resultado da consulta. Os cuidadores devem ser conhecidos por todos na escola.
A vacinação contra o vírus da Gripe A (H1N1) começou nesta segunda-feira (14) para os profissionais da educação no Paraná que atuam em instituições de ensino públicas e privadas. As doses estarão disponíveis para quaisquer profissionais que atuem no setor, não sendo necessariamente professores. O prazo vai até o próximo sábado (19).
Calendário de férias – Em relação às férias escolares que ocorrem no meio do ano, a Secretaria de Educação aprovou a adoção de um calendário diferenciado este ano. Estão previstas quatro semanas entre julho e agosto, mas que podem ser diminuídas, dependendo de avaliação da Secretaria da Saúde. Uma eventual suspensão das aulas só pode ser determinada pela Saúde.
A Secretaria da Saúde disponibiliza informações sobre a gripe Influenza A (H1N1) no sítio www.novagripe.pr.gov.br.
Metas estão próximas – O Estado já vacinou mais de 5,2 milhões de pessoas, o que corresponde a 99% da população definida na pelas faixas etárias do Ministério da Saúde. Segundo o secretário de Saúde, Carlos Augusto Moreira Júnior, a vacinação nas escolas é muito importante para reduzir a ocorrência da gripe. “Os profissionais da educação estão em contato com estudantes e imunizar estes profissionais poderá diminuir a circulação do vírus nas escolas e no Estado”.
Moreira ainda enfatizou que a vacinação dos profissionais da educação deve ser realizada em menos de uma semana devido à proximidade do inverno. Estão disponíveis 100 mil doses da vacina, número suficiente uma vez que parte dos profissionais da educação já tomou a dose em outras etapas da vacinação. Para receber a vacina, o profissional precisa levar um documento que comprove o vínculo com a educação, como uma declaração emitida pela escola ou mesmo o contracheque. As doses foram obtidas junto ao Ministério da Saúde.
Alayde entende que a vacinação é fundamental, mas não é suficiente. “É uma ação que irá garantir a segurança dos profissionais e estudantes, proporcionando um ambiente mais saudável e tranquilo a todos, mas não se pode abandonar as medidas básicas de cuidados contra a gripe, que devem ser incorporadas nas nossa práticas cotidianas”, ressalta.
A orientação é que as salas de aula tenham cartazes com informações sobre os cuidados necessários para a prevenção. Os ambientes escolares devem ser mantidos arejados e deve-se, também, assegurar a limpeza contínua de torneiras, bebedouros e maçanetas, a oferta de sabonetes e toalhas descartáveis. É fundamental, também, alertar para que se evite compartilhar objetos de uso pessoal.
Além disso, existe o papel dos cuidadores da gripe, responsáveis por identificar sintomas da gripe nos estudantes e encaminhá-los às famílias. Os pais devem levar o aluno ao posto de saúde e informar à escola o resultado da consulta. Os cuidadores devem ser conhecidos por todos na escola.
A vacinação contra o vírus da Gripe A (H1N1) começou nesta segunda-feira (14) para os profissionais da educação no Paraná que atuam em instituições de ensino públicas e privadas. As doses estarão disponíveis para quaisquer profissionais que atuem no setor, não sendo necessariamente professores. O prazo vai até o próximo sábado (19).
Calendário de férias – Em relação às férias escolares que ocorrem no meio do ano, a Secretaria de Educação aprovou a adoção de um calendário diferenciado este ano. Estão previstas quatro semanas entre julho e agosto, mas que podem ser diminuídas, dependendo de avaliação da Secretaria da Saúde. Uma eventual suspensão das aulas só pode ser determinada pela Saúde.
A Secretaria da Saúde disponibiliza informações sobre a gripe Influenza A (H1N1) no sítio www.novagripe.pr.gov.br.
Metas estão próximas – O Estado já vacinou mais de 5,2 milhões de pessoas, o que corresponde a 99% da população definida na pelas faixas etárias do Ministério da Saúde. Segundo o secretário de Saúde, Carlos Augusto Moreira Júnior, a vacinação nas escolas é muito importante para reduzir a ocorrência da gripe. “Os profissionais da educação estão em contato com estudantes e imunizar estes profissionais poderá diminuir a circulação do vírus nas escolas e no Estado”.
Moreira ainda enfatizou que a vacinação dos profissionais da educação deve ser realizada em menos de uma semana devido à proximidade do inverno. Estão disponíveis 100 mil doses da vacina, número suficiente uma vez que parte dos profissionais da educação já tomou a dose em outras etapas da vacinação. Para receber a vacina, o profissional precisa levar um documento que comprove o vínculo com a educação, como uma declaração emitida pela escola ou mesmo o contracheque. As doses foram obtidas junto ao Ministério da Saúde.


