Integração é palavra de ordem no Fera Com Ciência da Lapa 12/11/2008 - 17:09
A integração com a comunidade está sendo uma das características do Fera Com Ciência que se realiza na Lapa. A cidade parou para assistir o desfile de abertura e muitos lapeanos se juntaram aos “feras” no ginásio Raul Siqueira para assistir à cerimônia de abertura do evento. Além disso, a exposição de trabalhos científicos tem recebido um bom número de visitantes e as apresentações artísticas estão com seus auditórios sempre lotados. O Fera Com Ciência da Lapa começou na segunda-feira (10) e, em um clima de constante integração entre saberes, culturas e talentos, segue até o dia 14, sexta-feira.
Além dos alunos e professores da rede pública estadual de ensino, alunos e professores da rede municipal também participam das 47 oficinas oferecidas, além de visitar os 120 trabalhos da exposição científica e assistir as apresentações artísticas. Segundo o coordenador geral do Fera Com Ciência da Lapa, Renato Vieira Júnior, trata-se de uma forma de integração entre as duas rede de ensino. Segundo ele, a diversificação e a integração se constituem num dos maiores objetivos do evento. “O Fera Com Ciência nasceu da integração de dois eventos e mostra que a arte e a ciência podem caminhar juntas e dividir os mesmos espaços”, disse. Ele se refere à junção entre os antigos Festival de Artes da Rede Estudantil (Fera) e Educação Com Ciência, que foram realizados separadamente até 2007.
Renato também lembra que o evento possibilita que alunos com gostos distintos possam interagir e repassar experiências diferenciadas, uns para os outros. Para o coordenador do Fera Com Ciência da Lapa, outro foco de integração tem sido a relação entre as esquipes dos Núcleos Regionais de Educação da Área Metropolitana Norte e da Área Metropolitana Sul. “O evento ocorre normalmente, com os imprevistos corriqueiros e, para resolvê-los, as equipes dos núcleos encontram-se integradas e prontas para ajudar no que for preciso”, explica.
Outra particularidade do Fera Com Ciência da Lapa é que os participantes estão conhecendo um pouco mais da história do Paraná. As oficinas acontecem predominantemente nas escolas estaduais e municipais, mas há atividades acontecendo nas dependências do Teatro Municipal, no Cine Teatro Imperial e no Museu Histórico, locais que evocam acontecimento importantes e que ajudaram a formar a identidade do povo paranaense. Arte, Ciência e conhecimento histórico se integram para compor o clima do evento.
Oficinas em destaque – De acordo com a professora Rosângela, do Núcleo Regional de Educação da Área Metropolitana Norte, na oficina de Dança Urbana os estudantes podem aprender coreografias e passos novos, e demonstram muito entusiasmo. “Estão todos com sede de aprender e o ambiente é excelente”, disse. Além disso, Rosângela conta que está acontecendo uma boa participação e integração entre os alunos especiais e os alunos regulares, havendo respeito por parte de todos. “A partir daqui, esta integração e respeito passará a existir também nas diversas situações do cotidiano”, prevê.
Na oficina “Música e Dança com Recicláveis”, os alunos descobrem que é possível extrair sons musicais de materiais recicláveis. É um exemplo de uma oficina que integra arte e ciência, pois trabalha pensando no reaproveitamento de materiais. Newton Castro coordenador da oficina de Multimídia, oferecida exclusivamente para professores, conta que, para ele, está sendo uma experiência gratificante. “Estou podendo compartilhar com meus colegas todo o conhecimento que tenho adquirido no trabalho junto ao CRTE (Coordenação Regional de Tecnologias Educacionais), como assessor pedagógico”, disse.
Além dos alunos e professores da rede pública estadual de ensino, alunos e professores da rede municipal também participam das 47 oficinas oferecidas, além de visitar os 120 trabalhos da exposição científica e assistir as apresentações artísticas. Segundo o coordenador geral do Fera Com Ciência da Lapa, Renato Vieira Júnior, trata-se de uma forma de integração entre as duas rede de ensino. Segundo ele, a diversificação e a integração se constituem num dos maiores objetivos do evento. “O Fera Com Ciência nasceu da integração de dois eventos e mostra que a arte e a ciência podem caminhar juntas e dividir os mesmos espaços”, disse. Ele se refere à junção entre os antigos Festival de Artes da Rede Estudantil (Fera) e Educação Com Ciência, que foram realizados separadamente até 2007.
Renato também lembra que o evento possibilita que alunos com gostos distintos possam interagir e repassar experiências diferenciadas, uns para os outros. Para o coordenador do Fera Com Ciência da Lapa, outro foco de integração tem sido a relação entre as esquipes dos Núcleos Regionais de Educação da Área Metropolitana Norte e da Área Metropolitana Sul. “O evento ocorre normalmente, com os imprevistos corriqueiros e, para resolvê-los, as equipes dos núcleos encontram-se integradas e prontas para ajudar no que for preciso”, explica.
Outra particularidade do Fera Com Ciência da Lapa é que os participantes estão conhecendo um pouco mais da história do Paraná. As oficinas acontecem predominantemente nas escolas estaduais e municipais, mas há atividades acontecendo nas dependências do Teatro Municipal, no Cine Teatro Imperial e no Museu Histórico, locais que evocam acontecimento importantes e que ajudaram a formar a identidade do povo paranaense. Arte, Ciência e conhecimento histórico se integram para compor o clima do evento.
Oficinas em destaque – De acordo com a professora Rosângela, do Núcleo Regional de Educação da Área Metropolitana Norte, na oficina de Dança Urbana os estudantes podem aprender coreografias e passos novos, e demonstram muito entusiasmo. “Estão todos com sede de aprender e o ambiente é excelente”, disse. Além disso, Rosângela conta que está acontecendo uma boa participação e integração entre os alunos especiais e os alunos regulares, havendo respeito por parte de todos. “A partir daqui, esta integração e respeito passará a existir também nas diversas situações do cotidiano”, prevê.
Na oficina “Música e Dança com Recicláveis”, os alunos descobrem que é possível extrair sons musicais de materiais recicláveis. É um exemplo de uma oficina que integra arte e ciência, pois trabalha pensando no reaproveitamento de materiais. Newton Castro coordenador da oficina de Multimídia, oferecida exclusivamente para professores, conta que, para ele, está sendo uma experiência gratificante. “Estou podendo compartilhar com meus colegas todo o conhecimento que tenho adquirido no trabalho junto ao CRTE (Coordenação Regional de Tecnologias Educacionais), como assessor pedagógico”, disse.


