Investimento em ônibus escolares é uma política pública de inclusão 09/07/2009 - 00:10
A compra de ônibus escolares pelo governo do Paraná e a distribuição dos veículos às prefeituras fazem parte de uma política pública que está ampliando a garantia de inclusão de estudantes de áreas rurais às salas de aula. A avaliação é da Secretaria da Educação, que destaca que o programa é parte fundamental de um conjunto de ações de atenção ao aluno de famílias mais pobres.
“O tempo de permanência na escola dos alunos da rede estadual que vivem em locais mais afastados dos centros urbanos está aumentando no Paraná e um dos fatores que contribui para isso é a ampliação da oferta de transporte escolar”, ressalta a secretária da Educação, Yvelise Arco-Verde.
A Secretaria de Estado da Educação investiu R$ 133,3 milhões na compra de 1.100 ônibus, 470 de 23 lugares e 630 de 31 lugares. As fábricas Iveco e Mascarello entregam os veículos de acordo com a sua produção. O Governo faz a entrega à medida que o seguro do ônibus e o curso de qualificação dos motoristas são realizados pelas prefeituras.
São 359 ônibus entregues até o momento para municípios da Região Metropolitana de Curitiba, municípios da região dos Campos Gerais e do Norte do Paraná. Outros 195 ônibus aguardam os procedimentos das prefeituras.
“Esta é uma ação que vai muito além do transporte de estudantes. É uma forma de assegurar o princípio constitucional da universalização do direito à educação”, argumenta ainda Yvelise Arco-Verde.
Os ônibus destinam-se ao transportes de todos os alunos da rede pública, seja municipal ou estadual. O transporte escolar, segundo a Constituição Federal, é responsabilidade dos municípios, mas o Estado, além dos repasses de verba, fez a aquisição dos ônibus para renovar a frota das prefeituras, garantindo assim maior segurança aos alunos.
NORMAS – Todos os ônibus distribuídos pelo governo do Estado cumprem normas do Conselho Nacional de Trânsito e atendem às necessidades de transporte escolar com segurança e qualidade. Os bancos têm encosto para cabeça e cinto de segurança individual. Embaixo de cada poltrona, há espaço para que os estudantes coloquem o material escolar.
Os condutores dos novos ônibus estão sendo qualificados e requalificados pela Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social. O conteúdo programático dos cursos é composto em 80% por assuntos específicos como direção defensiva, primeiros socorros e manutenção básica do veículo, e em 20% para temas gerais como direitos e deveres do cidadão, legislação trabalhista, saúde e segurança.
Dos 1.110 ônibus, 630 veículos de 31 lugares cada, da marca Volskwagen, são fabricados pela Mascarello, de Cascavel, pelo valor de R$ 79,8 milhões, e 470 de 23 lugares cada, da Iveco, pela Neobus, de Caxias do Sul (RS), a um custo de R$ 53,5 milhões. As duas empresas fabricam 14 ônibus por dia.
ATENDIMENTO – Estão sendo atendidos pelo programa municípios com menos de 100 mil habitantes e que tenham alunos morando em zonas rurais. Somente na rede estadual, 265 mil alunos utilizam o transporte escolar.
No segundo semestre do ano passado teve início o mapeamento de cerca de 13 mil rotas atualmente usadas pelo transporte escolar municipal no Estado. Sessenta e três servidores dos 32 Núcleos Regionais de Educação foram treinados para levantar as informações.
O presidente da Associação dos Municípios do Norte Pioneiro, Dilceu Bona, prefeito de São José da Boa Vista, um dos que já estão providenciando a documentação para receber os novos ônibus escolares para o seu município, confirma que o acesso dos estudantes que moram em regiões mais afastadas depende fundamentalmente do transporte público. “Em São José, 58% da população vive na área rural, realidade similar à dos outros municípios da Amunorpi. A maior parte da frota atual é antiga”, explica.
O Programa de Transporte Escolar do Paraná é informatizado, controlado pelo Sistema Estadual de Registro Escolar e já é referência nacional. “A gestão do programa é apoiada pelo georreferenciamento, principalmente na definição de rotas, o que representa uma economia de 25% a 30%”, explica a secretária da Educação, Yvelise Arco-Verde.
“O tempo de permanência na escola dos alunos da rede estadual que vivem em locais mais afastados dos centros urbanos está aumentando no Paraná e um dos fatores que contribui para isso é a ampliação da oferta de transporte escolar”, ressalta a secretária da Educação, Yvelise Arco-Verde.
A Secretaria de Estado da Educação investiu R$ 133,3 milhões na compra de 1.100 ônibus, 470 de 23 lugares e 630 de 31 lugares. As fábricas Iveco e Mascarello entregam os veículos de acordo com a sua produção. O Governo faz a entrega à medida que o seguro do ônibus e o curso de qualificação dos motoristas são realizados pelas prefeituras.
São 359 ônibus entregues até o momento para municípios da Região Metropolitana de Curitiba, municípios da região dos Campos Gerais e do Norte do Paraná. Outros 195 ônibus aguardam os procedimentos das prefeituras.
“Esta é uma ação que vai muito além do transporte de estudantes. É uma forma de assegurar o princípio constitucional da universalização do direito à educação”, argumenta ainda Yvelise Arco-Verde.
Os ônibus destinam-se ao transportes de todos os alunos da rede pública, seja municipal ou estadual. O transporte escolar, segundo a Constituição Federal, é responsabilidade dos municípios, mas o Estado, além dos repasses de verba, fez a aquisição dos ônibus para renovar a frota das prefeituras, garantindo assim maior segurança aos alunos.
NORMAS – Todos os ônibus distribuídos pelo governo do Estado cumprem normas do Conselho Nacional de Trânsito e atendem às necessidades de transporte escolar com segurança e qualidade. Os bancos têm encosto para cabeça e cinto de segurança individual. Embaixo de cada poltrona, há espaço para que os estudantes coloquem o material escolar.
Os condutores dos novos ônibus estão sendo qualificados e requalificados pela Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social. O conteúdo programático dos cursos é composto em 80% por assuntos específicos como direção defensiva, primeiros socorros e manutenção básica do veículo, e em 20% para temas gerais como direitos e deveres do cidadão, legislação trabalhista, saúde e segurança.
Dos 1.110 ônibus, 630 veículos de 31 lugares cada, da marca Volskwagen, são fabricados pela Mascarello, de Cascavel, pelo valor de R$ 79,8 milhões, e 470 de 23 lugares cada, da Iveco, pela Neobus, de Caxias do Sul (RS), a um custo de R$ 53,5 milhões. As duas empresas fabricam 14 ônibus por dia.
ATENDIMENTO – Estão sendo atendidos pelo programa municípios com menos de 100 mil habitantes e que tenham alunos morando em zonas rurais. Somente na rede estadual, 265 mil alunos utilizam o transporte escolar.
No segundo semestre do ano passado teve início o mapeamento de cerca de 13 mil rotas atualmente usadas pelo transporte escolar municipal no Estado. Sessenta e três servidores dos 32 Núcleos Regionais de Educação foram treinados para levantar as informações.
O presidente da Associação dos Municípios do Norte Pioneiro, Dilceu Bona, prefeito de São José da Boa Vista, um dos que já estão providenciando a documentação para receber os novos ônibus escolares para o seu município, confirma que o acesso dos estudantes que moram em regiões mais afastadas depende fundamentalmente do transporte público. “Em São José, 58% da população vive na área rural, realidade similar à dos outros municípios da Amunorpi. A maior parte da frota atual é antiga”, explica.
O Programa de Transporte Escolar do Paraná é informatizado, controlado pelo Sistema Estadual de Registro Escolar e já é referência nacional. “A gestão do programa é apoiada pelo georreferenciamento, principalmente na definição de rotas, o que representa uma economia de 25% a 30%”, explica a secretária da Educação, Yvelise Arco-Verde.


