Ministro da Educação anuncia avanços no Ideb 2009 01/07/2010 - 18:23
O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira (1º), em Brasília, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) Nacional de 2009. Segundo ele, os resultados foram animadores e se a educação do país ainda se encontra distante do ideal, houve inegáveis avanços. “O Brasil conseguiu avançar nas metas estabelecidas para atingir a qualidade na educação na primeira e segunda etapas do ensino fundamental e no ensino médio”, destacou.
Na primeira fase do ensino fundamental, o Ideb passou de 4,2 para 4,6. Desta forma, foi superada a meta prevista para 2009 e atingiu antecipadamente a de 2011. A análise do crescimento mostra que a melhora nas notas dos estudantes nas provas responde por 71,1% do acréscimo no índice. O percentual de 28,9% na evolução ocorreu em razão do crescimento das taxas de aprovação.
Nos anos finais do ensino fundamental, o Ideb nacional evoluiu de 3,8 para 4. Também houve a superação da meta para 2009 e ultrapassou a fixada para 2011, de 3,9. O aumento nas notas que os estudantes obtiveram na Prova Brasil e no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) explica os 64% desse crescimento. Os outros 36% decorrem da melhora nas taxas de aprovação.
No caso do ensino médio, o Ideb brasileiro avançou de 3,5 para 3,6 e também superou a meta nacional de 2009. O crescimento deve-se ao desempenho dos estudantes na Prova Brasil, que contribuiu com 57,9% do aumento do indicador.
O Plano de Desenvolvimento da Educação estabelece, como meta, que em 2022 o Ideb do Brasil seja 6,0 – média que corresponde a um sistema educacional de qualidade comparável a dos países desenvolvidos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), dentro do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), o Ideb reúne em um só indicador os conceitos de aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação obtidos no censo escolar e de médias de desempenho nas avaliações do Saeb (para as unidades da federação e para o país) e a Prova Brasil (para os municípios).A escala que vai de zero a dez.
Na primeira fase do ensino fundamental, o Ideb passou de 4,2 para 4,6. Desta forma, foi superada a meta prevista para 2009 e atingiu antecipadamente a de 2011. A análise do crescimento mostra que a melhora nas notas dos estudantes nas provas responde por 71,1% do acréscimo no índice. O percentual de 28,9% na evolução ocorreu em razão do crescimento das taxas de aprovação.
Nos anos finais do ensino fundamental, o Ideb nacional evoluiu de 3,8 para 4. Também houve a superação da meta para 2009 e ultrapassou a fixada para 2011, de 3,9. O aumento nas notas que os estudantes obtiveram na Prova Brasil e no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) explica os 64% desse crescimento. Os outros 36% decorrem da melhora nas taxas de aprovação.
No caso do ensino médio, o Ideb brasileiro avançou de 3,5 para 3,6 e também superou a meta nacional de 2009. O crescimento deve-se ao desempenho dos estudantes na Prova Brasil, que contribuiu com 57,9% do aumento do indicador.
O Plano de Desenvolvimento da Educação estabelece, como meta, que em 2022 o Ideb do Brasil seja 6,0 – média que corresponde a um sistema educacional de qualidade comparável a dos países desenvolvidos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), dentro do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), o Ideb reúne em um só indicador os conceitos de aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação obtidos no censo escolar e de médias de desempenho nas avaliações do Saeb (para as unidades da federação e para o país) e a Prova Brasil (para os municípios).A escala que vai de zero a dez.


