Novo secretário anuncia mudanças na Educação 03/01/2011 - 18:00
O vice-governador Flávio Arns assumiu nesta segunda-feira, dia 3 de janeiro, a Secretaria de Estado de Educação, em Curitiba, com a missão de tornar a educação pública do Paraná na melhor do país. Durante a solenidade de transferência de cargos, realizada na sede da Secretaria, onde estavam presentes cerca de mil pessoas, Arns firmou o compromisso de convocar, ainda em janeiro, 30 mil professores e funcionários temporários para serem contratados em regime do Processo Seletivo Simplificado (PSS).
Esta será a principal ação a ser tomada para garantir que não faltem professores nas salas de aula a partir de 8 de fevereiro, data em que se inicia o ano letivo de 2011 para cerca de 1,8 milhão de estudantes. O Secretário reforçou que é preciso tomar todas as medidas cabíveis para que todas as 2,2 mil escolas tenham condições de funcionamento. “Esta situação não pode se repetir. É inadmissível deixar que nos meses de dezembro e janeiro haja convocação de professores. Este chamamento de professores deve ocorrer bem antes do início do ano letivo. Dá para se ter uma definição do quadro do ano seguinte até agosto ou setembro”, afirmou.
A determinação do Secretário é que a pasta passe a planejar e organizar de maneira mais equilibrada o seu quadro de servidores. Arns confirmou que irá contratar já no primeiro ano de governo, cerca de 9 mil docentes. Isso será possível com o chamamento dos professores aprovados num concurso realizado em 2007, cuja validade expira em 2012. “Não se pode admitir que a exceção continue ser usada como regra. É um número muito grande em relação ao quadro total de professores [formado por 73 mil professores]. A contratação temporária é uma boa alternativa, é importante quando um professor fica doente, pois agiliza a substituição, mas só deve ser usado de forma emergencial”, diz.
O secretário reforçou que a situação de 157 contratos PSS que apresentaram problemas administrativos e, por esse motivo, os pagamentos ainda não foram efetuados, serão resolvidos imediatamente. O pagamento de 26 mil professores e funcionários contratados em regime PSS foi realizado pela gestão anterior.
A transferência do cargo foi feita pelo ex-secretário de Estado da Educação, Altevir da Rocha Andrade, que estava à frente da pasta por cerca de 30 dias. Antes de passar o cargo, ele agradeceu a todos os funcionários e disse estar feliz em transmitir o cargo ao professor Arns, que já atuou como servidor da Secretaria de Estado da Educação como diretor do Departamento de Educação Especial, entre os anos de 1983 a 1990. O ex-secretário lembrou ainda dos anos que trabalhou como parceiro de Arns, enquanto foi delegado do Ministério da Educação e Arns passou a atuar como deputado federal. “Para a população do Paraná é uma honra ter vossa excelência no comando da pasta mais importante do Estado”, disse.
Participação da sociedade
A contratação e valorização do quadro de docentes e dos trabalhadores em educação é essencial para se garantir excelência do setor no Estado. Na opinião do Secretário não é possível oferecer ensino público de qualidade a todos os paranaenses, sem a participação efetiva da família, de todos os professores, trabalhadores em educação e diversos setores da sociedade. “Ao definirmos a Educação como prioridade absoluta do Governo do Estado, pontuamos inúmeros desafios que queremos enfrentar com a participação de toda a sociedade paranaense, unindo forças e propondo metas para a construção de uma política pública de educação que assegure o acesso, a permanência e principalmente a qualidade de ensino”, ressalta.
Para Arns só é possível melhorar a educação do Paraná se a família e toda a sociedade sejam parceiros do governo. “Em primeiro lugar devemos fazer nosso dever de casa bem feito. Como se fosse um feijão com arroz bem gostoso para que as escolas funcionem bem, com funcionários, professores e num lugar agradável”, diz.
Arns ainda reafirmou os objetivos do Governo fixados no plano de metas e que envolvem a promoção de ações que elevem a qualidade do ensino e aprendizagem, a valorização do quadro de profissionais do magistério e trbalhadores em educação, a expansão da oferta da educação básica em seus diferentes níveis, a garantia de qualidade na gestão da educação para a melhoria de suas ações pedagógicas, a consolidação do regime de colaboração com os municípios e o estímulo à integração da escola com a comunidade.
Esta será a principal ação a ser tomada para garantir que não faltem professores nas salas de aula a partir de 8 de fevereiro, data em que se inicia o ano letivo de 2011 para cerca de 1,8 milhão de estudantes. O Secretário reforçou que é preciso tomar todas as medidas cabíveis para que todas as 2,2 mil escolas tenham condições de funcionamento. “Esta situação não pode se repetir. É inadmissível deixar que nos meses de dezembro e janeiro haja convocação de professores. Este chamamento de professores deve ocorrer bem antes do início do ano letivo. Dá para se ter uma definição do quadro do ano seguinte até agosto ou setembro”, afirmou.
A determinação do Secretário é que a pasta passe a planejar e organizar de maneira mais equilibrada o seu quadro de servidores. Arns confirmou que irá contratar já no primeiro ano de governo, cerca de 9 mil docentes. Isso será possível com o chamamento dos professores aprovados num concurso realizado em 2007, cuja validade expira em 2012. “Não se pode admitir que a exceção continue ser usada como regra. É um número muito grande em relação ao quadro total de professores [formado por 73 mil professores]. A contratação temporária é uma boa alternativa, é importante quando um professor fica doente, pois agiliza a substituição, mas só deve ser usado de forma emergencial”, diz.
O secretário reforçou que a situação de 157 contratos PSS que apresentaram problemas administrativos e, por esse motivo, os pagamentos ainda não foram efetuados, serão resolvidos imediatamente. O pagamento de 26 mil professores e funcionários contratados em regime PSS foi realizado pela gestão anterior.
A transferência do cargo foi feita pelo ex-secretário de Estado da Educação, Altevir da Rocha Andrade, que estava à frente da pasta por cerca de 30 dias. Antes de passar o cargo, ele agradeceu a todos os funcionários e disse estar feliz em transmitir o cargo ao professor Arns, que já atuou como servidor da Secretaria de Estado da Educação como diretor do Departamento de Educação Especial, entre os anos de 1983 a 1990. O ex-secretário lembrou ainda dos anos que trabalhou como parceiro de Arns, enquanto foi delegado do Ministério da Educação e Arns passou a atuar como deputado federal. “Para a população do Paraná é uma honra ter vossa excelência no comando da pasta mais importante do Estado”, disse.
Participação da sociedade
A contratação e valorização do quadro de docentes e dos trabalhadores em educação é essencial para se garantir excelência do setor no Estado. Na opinião do Secretário não é possível oferecer ensino público de qualidade a todos os paranaenses, sem a participação efetiva da família, de todos os professores, trabalhadores em educação e diversos setores da sociedade. “Ao definirmos a Educação como prioridade absoluta do Governo do Estado, pontuamos inúmeros desafios que queremos enfrentar com a participação de toda a sociedade paranaense, unindo forças e propondo metas para a construção de uma política pública de educação que assegure o acesso, a permanência e principalmente a qualidade de ensino”, ressalta.
Para Arns só é possível melhorar a educação do Paraná se a família e toda a sociedade sejam parceiros do governo. “Em primeiro lugar devemos fazer nosso dever de casa bem feito. Como se fosse um feijão com arroz bem gostoso para que as escolas funcionem bem, com funcionários, professores e num lugar agradável”, diz.
Arns ainda reafirmou os objetivos do Governo fixados no plano de metas e que envolvem a promoção de ações que elevem a qualidade do ensino e aprendizagem, a valorização do quadro de profissionais do magistério e trbalhadores em educação, a expansão da oferta da educação básica em seus diferentes níveis, a garantia de qualidade na gestão da educação para a melhoria de suas ações pedagógicas, a consolidação do regime de colaboração com os municípios e o estímulo à integração da escola com a comunidade.


