Paraná é referência em políticas educacionais nos presídios 17/06/2010 - 17:22
A política educacional voltada a detentos do estado do Paraná foi citada como referência no Seminário Internacional “Educação em Prisões: Convergências e Perspectivas”, que aconteceu entre os dias 7 e 10 deste mês, em Brasília. Andrea Karavetz, coordenadora da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Secretaria da Educação (Seed), participou de diversos painéis no Seminário e conta que pôde conhecer como funcionam as políticas educacionais direcionadas a detentos em outros estados e paises. “A troca de experiências bem sucedidas é importante para fortalecermos ações nesta área e assim reafirmar o direito de todos à educação”.
Kravetz conta que em maio deste ano foi sancionada uma lei que determina a instalação de salas de aulas nos presídios do país. “No Paraná, já temos estas salas de aula. Temos também um edital especifico e formação continuada especial para professores que atuam nas unidades penais”, ressaltou. De acordo com ela, atualmente, os Centros Estaduais de Educação Básica para Jovens e Adultos (CEEBJAs) atendem 32% dos presos nas 18 unidades prisionais estaduais e uma penitenciaria federal (Catanduvas).
“O trabalho intenso de pedagogos, professores e funcionários do sistema prisional resulta em bons frutos, como o bom resultado no ENEM, por exemplo” lembra Rosemari Pietrochinski, diretora do CEEBJA Dr. Mário Faraco em Piraquara que também esteve em Brasília. “O CEEBJA Mário Faraco foi convidado a participar do Seminário por já possuir uma grande caminhada da educação formal dentro do Sistema Penal”, acredita Rosemari, referindo-se as ações já citadas por Andréa Kravetz. Ela conta que no Seminário foram debatidos, ainda, os temas: Direitos Humanos, Coesão Social e Segurança Pública, além de ações educativas voltadas a detentos.
Seminário – O Seminário Internacional “Educação em Prisões: Convergências e Perspectivas” foi promovido pelos Ministérios da Justiça e da Educação, em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e aconteceu logo após a aprovação das Diretrizes Nacionais para educação nas prisões, publicada no Diário Oficial da União no dia 20 de maio.O objetivo do Encontro, que reuniu cerca de 400 participantes de todos os estados do Brasil e representantes de outros seis países, foi fortalecer conquistas já realizadas e introduzir inovações no campo da educação em unidades prisionais.
Kravetz conta que em maio deste ano foi sancionada uma lei que determina a instalação de salas de aulas nos presídios do país. “No Paraná, já temos estas salas de aula. Temos também um edital especifico e formação continuada especial para professores que atuam nas unidades penais”, ressaltou. De acordo com ela, atualmente, os Centros Estaduais de Educação Básica para Jovens e Adultos (CEEBJAs) atendem 32% dos presos nas 18 unidades prisionais estaduais e uma penitenciaria federal (Catanduvas).
“O trabalho intenso de pedagogos, professores e funcionários do sistema prisional resulta em bons frutos, como o bom resultado no ENEM, por exemplo” lembra Rosemari Pietrochinski, diretora do CEEBJA Dr. Mário Faraco em Piraquara que também esteve em Brasília. “O CEEBJA Mário Faraco foi convidado a participar do Seminário por já possuir uma grande caminhada da educação formal dentro do Sistema Penal”, acredita Rosemari, referindo-se as ações já citadas por Andréa Kravetz. Ela conta que no Seminário foram debatidos, ainda, os temas: Direitos Humanos, Coesão Social e Segurança Pública, além de ações educativas voltadas a detentos.
Seminário – O Seminário Internacional “Educação em Prisões: Convergências e Perspectivas” foi promovido pelos Ministérios da Justiça e da Educação, em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e aconteceu logo após a aprovação das Diretrizes Nacionais para educação nas prisões, publicada no Diário Oficial da União no dia 20 de maio.O objetivo do Encontro, que reuniu cerca de 400 participantes de todos os estados do Brasil e representantes de outros seis países, foi fortalecer conquistas já realizadas e introduzir inovações no campo da educação em unidades prisionais.


