Paranaenses são premiadas na final da Olimpíada de Língua Portuguesa 01/12/2008 - 19:36
As estudantes do Paraná Sheron Ribeiro e Mariane Cheli de Oliveira e as professoras Sueli Terezinha Ferreira e Vanicléia de Oliveira Sousa Rebelo foram premiadas na final nacional da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro na categoria memória e artigo de opinião. Elas fazem parte do grupo de 15 estudantes e professores escolhidos entre os 150 ganhadores das etapas regionais. A premiação aconteceu nesta segunda-feira (1º), em Brasília, e contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Educação Fernando Haddad.
A estudante Sheron Ribeiro e a professora Sueli Terezinha Ferreira são do Colégio Estadual Sagrada Família de Campo Largo e ganharam na categoria memória que dirigido aos estudantes das 7ª e 8ª séries do ensino fundamental. A estudante Mariane Cheli de Oliveira e a professora Vanicléia de Oliveira Sousa Rebelo são do Colégio Estadual Dr. Duílio T. Beltrão de Tamboara e ganharam na categoria artigo de opinião para os estudantes do ensino médio.
Os 15 alunos e professores vencedores na etapa nacional ganharam medalhas de ouro, computadores e impressoras. As escolas de onde vêm os 15 selecionados também foram premiadas com laboratórios de informática, compostos por dez microcomputadores, uma impressora e livros para a biblioteca. Os 150 finalistas receberam medalhas de prata e aparelhos de som. O Paraná teve nove estudantes e professores classificados para a final nacional da olimpíada. Ao todo mais de seis milhões de estudantes da rede pública participaram do concurso.
Durante oito meses de trabalho, estudantes e professores passaram por quatro etapas seletivas até chegar à disputa regional. Os 150 ganhadores das etapas regionais vieram a Brasília para a decisão nacional. Os alunos produziram redações com o tema O Lugar onde Vivo, dentro de três diferentes gêneros literários: opinião, memória e poesia. O objetivo foi estimular a produção de textos relacionados com o contexto social dos estudantes.
Mais competições - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu durante a premiação dos 15 vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa realizar competições desse tipo de outras matérias escolares como ciências e física. "As ciências precisam de uma olimpíada, depois a Física até que a gente tenha mais público participando das olimpíadas de matérias escolares do que participando do Brasileirão", disse Lula.
Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, o concurso mostra que a criatividade do brasileiro não está relacionada ao nível social. "Não há relação entre renda, riqueza e talento. Nossa maior riqueza está no nosso povo, na nossa língua", afirmou o ministro durante a solenidade referindo-se aos bons textos produzidos pelos participantes da competição, todos eles de escolas públicas.
Haddad lembrou o bom desempenho de estudantes, que com vários tipos de dificuldades, como a impossibilidade de dedicar-se exclusivamente aos estudos por precisar trabalhar, ficaram entre os finalistas da Olimpíada. O mérito dos alunos brasileiros também foi destacado pelo presidente Lula. "A única coisa que esse povo precisa é uma pequena provocação", disse o presidente.
A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro é fruto de parceria entre o Ministério da Educação e a Fundação Itaú Social, sob a coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).
A estudante Sheron Ribeiro e a professora Sueli Terezinha Ferreira são do Colégio Estadual Sagrada Família de Campo Largo e ganharam na categoria memória que dirigido aos estudantes das 7ª e 8ª séries do ensino fundamental. A estudante Mariane Cheli de Oliveira e a professora Vanicléia de Oliveira Sousa Rebelo são do Colégio Estadual Dr. Duílio T. Beltrão de Tamboara e ganharam na categoria artigo de opinião para os estudantes do ensino médio.
Os 15 alunos e professores vencedores na etapa nacional ganharam medalhas de ouro, computadores e impressoras. As escolas de onde vêm os 15 selecionados também foram premiadas com laboratórios de informática, compostos por dez microcomputadores, uma impressora e livros para a biblioteca. Os 150 finalistas receberam medalhas de prata e aparelhos de som. O Paraná teve nove estudantes e professores classificados para a final nacional da olimpíada. Ao todo mais de seis milhões de estudantes da rede pública participaram do concurso.
Durante oito meses de trabalho, estudantes e professores passaram por quatro etapas seletivas até chegar à disputa regional. Os 150 ganhadores das etapas regionais vieram a Brasília para a decisão nacional. Os alunos produziram redações com o tema O Lugar onde Vivo, dentro de três diferentes gêneros literários: opinião, memória e poesia. O objetivo foi estimular a produção de textos relacionados com o contexto social dos estudantes.
Mais competições - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu durante a premiação dos 15 vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa realizar competições desse tipo de outras matérias escolares como ciências e física. "As ciências precisam de uma olimpíada, depois a Física até que a gente tenha mais público participando das olimpíadas de matérias escolares do que participando do Brasileirão", disse Lula.
Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, o concurso mostra que a criatividade do brasileiro não está relacionada ao nível social. "Não há relação entre renda, riqueza e talento. Nossa maior riqueza está no nosso povo, na nossa língua", afirmou o ministro durante a solenidade referindo-se aos bons textos produzidos pelos participantes da competição, todos eles de escolas públicas.
Haddad lembrou o bom desempenho de estudantes, que com vários tipos de dificuldades, como a impossibilidade de dedicar-se exclusivamente aos estudos por precisar trabalhar, ficaram entre os finalistas da Olimpíada. O mérito dos alunos brasileiros também foi destacado pelo presidente Lula. "A única coisa que esse povo precisa é uma pequena provocação", disse o presidente.
A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro é fruto de parceria entre o Ministério da Educação e a Fundação Itaú Social, sob a coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).


