Paranaenses vencedores na Olimpíada de Português 17/12/2012 - 15:20
A 3ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro encerrou na semana passada, com uma cerimônia em Brasília, na qual foram premiados os cinco melhores textos dos gêneros Poema, Crônica, Artigo de Opinião e Memórias Literárias. Entre os vencedores, estão três estudantes paranaenses, dois da rede estadual e um da municipal de ensino.
A aluna Nathalya Trevisanutto, estudante do 8º ano do Colégio Estadual Dr. Duílio Trevisani Beltrão, em Tamboara foi uma das medalhistas de ouro da categoria Memórias Literárias, com o texto “Cores”, aromas e sabores de infância. “Eu não gostava muito de redação, mas recebi muito incentivo da professora e do colégio e fui melhorando meu texto. Agora não quero mais parar de escrever”, contou a estudante.
Para Nathalya, um dos principais benefícios da sua vitória é que ela poderá servir de estímulo a outros estudantes para escreverem mais e melhores textos: “Acho que isso vai incentivar muito os meus colegas, porque se eu consegui esse resultado, eles também conseguem”, disse.
O colégio ainda teve mais dos alunos entre os finalistas. Um deles é o estudante do 3º ano do ensino médio, Sineudo dos Santos, que participou da categoria Artigo de Opinião. O jovem, que hoje trabalha no corte de cana saiu de sua cidade natal no Nordeste em busca de melhores oportunidades, entre elas o objetivo de conseguir trabalhar sem desistir de estudar.
Apesar de sempre ter gostado de estudar, Sineudo revelou que considerava complicado demais produzir textos. No entanto, depois de se esforçar e ter seu trabalho reconhecido, essa matéria é uma de suas favoritas. “Eu fui muito incentivado por todos e comecei a correr atrás, mas não imaginava que podia chegar aonde cheguei. Acho que isso tudo pode servir de exemplo para que os estudantes valorizem mais a oportunidade que têm”, diz ele.
A medalhista de bronze na categoria crônica, a aluna Thalia Alves, sempre gostou de escrever, mas mesmo assim sentiu que seu texto melhorou bastante depois do projeto da Olimpíada. “Ouço meus colegas falando que não têm capacidade e eu falo que também achava isso, mas é só persistir que dá certo”, contou Thalia.
“Os textos são resultado de muita reescrita, pesquisa, não só dos alunos ganhadores, mas de todas as turmas. Acredito que as medalhas são um reflexo do desempenho geral, pois se há uma redação ganhadora, é porque os outros alunos também são bons”, disse a professora de Português do Colégio Duílio Beltrão, Vanicléia Rebelo.”
A aluna Mara Domingos da Silva, do 9º ano do Colégio Estadual São Pedro, em São Pedro do Iguaçu, foi uma das vencedoras do gênero Crônicas com o texto “Menino Ladino”. Segundo a estudante, ela pode contar com o apoio de todos, inclusive quando voltou de Brasília e foi recepciona com festa pela cidade. “Foi muito bom. Os outros alunos estavam torcendo por mim. Na hora da premiação foi angustiante ficar esperando o resultado”, disse ela. A estudante que nunca tinha saído da cidade aproveitou bastante a experiência. “Achei muito legal porque nós conhecemos culturas diferentes, pessoas diferentes”.
A aluna Nathalya Trevisanutto, estudante do 8º ano do Colégio Estadual Dr. Duílio Trevisani Beltrão, em Tamboara foi uma das medalhistas de ouro da categoria Memórias Literárias, com o texto “Cores”, aromas e sabores de infância. “Eu não gostava muito de redação, mas recebi muito incentivo da professora e do colégio e fui melhorando meu texto. Agora não quero mais parar de escrever”, contou a estudante.
Para Nathalya, um dos principais benefícios da sua vitória é que ela poderá servir de estímulo a outros estudantes para escreverem mais e melhores textos: “Acho que isso vai incentivar muito os meus colegas, porque se eu consegui esse resultado, eles também conseguem”, disse.
O colégio ainda teve mais dos alunos entre os finalistas. Um deles é o estudante do 3º ano do ensino médio, Sineudo dos Santos, que participou da categoria Artigo de Opinião. O jovem, que hoje trabalha no corte de cana saiu de sua cidade natal no Nordeste em busca de melhores oportunidades, entre elas o objetivo de conseguir trabalhar sem desistir de estudar.
Apesar de sempre ter gostado de estudar, Sineudo revelou que considerava complicado demais produzir textos. No entanto, depois de se esforçar e ter seu trabalho reconhecido, essa matéria é uma de suas favoritas. “Eu fui muito incentivado por todos e comecei a correr atrás, mas não imaginava que podia chegar aonde cheguei. Acho que isso tudo pode servir de exemplo para que os estudantes valorizem mais a oportunidade que têm”, diz ele.
A medalhista de bronze na categoria crônica, a aluna Thalia Alves, sempre gostou de escrever, mas mesmo assim sentiu que seu texto melhorou bastante depois do projeto da Olimpíada. “Ouço meus colegas falando que não têm capacidade e eu falo que também achava isso, mas é só persistir que dá certo”, contou Thalia.
“Os textos são resultado de muita reescrita, pesquisa, não só dos alunos ganhadores, mas de todas as turmas. Acredito que as medalhas são um reflexo do desempenho geral, pois se há uma redação ganhadora, é porque os outros alunos também são bons”, disse a professora de Português do Colégio Duílio Beltrão, Vanicléia Rebelo.”
A aluna Mara Domingos da Silva, do 9º ano do Colégio Estadual São Pedro, em São Pedro do Iguaçu, foi uma das vencedoras do gênero Crônicas com o texto “Menino Ladino”. Segundo a estudante, ela pode contar com o apoio de todos, inclusive quando voltou de Brasília e foi recepciona com festa pela cidade. “Foi muito bom. Os outros alunos estavam torcendo por mim. Na hora da premiação foi angustiante ficar esperando o resultado”, disse ela. A estudante que nunca tinha saído da cidade aproveitou bastante a experiência. “Achei muito legal porque nós conhecemos culturas diferentes, pessoas diferentes”.




