Pedagogia da Alternância é tema de encontro em Curitiba 06/09/2013 - 09:37
A Secretaria de Estado da Educação promove nessa quinta-feira (5) e sexta-feira (6), em Curitiba, o segundo encontro de coordenadores, professores e diretores das 44 Casas Familiares Rurais do estado. Durante os dois dias os profissionais vão discutir a pedagogia da alternância.
Os 160 participantes terão oficinas temáticas de ensino fundamental, médio e técnico. Os profissionais terão a oportunidade de trocar experiências vivenciadas em cada realidade fortalecendo assim a oferta do ensino no campo. “O objetivo desse debate é fortalecermos a educação do campo e a formação profissional dos jovens, para que eles tenham opção de permanecer nas suas regiões”, explicou Fabiana Campos, diretora do Departamento de Educação e Trabalho.
As casas rurais desenvolvem a formação profissional de filhos de pequenos produtores rurais com cursos técnicos que contribuem para o desenvolvimento das áreas rurais e para a melhora da qualidade de vida nessas regiões.
Para Aliriane Emanuela Eing, coordenadora da casa familiar de Marmeleiro, na região Sudoeste, o debate contribui para que novos mecanismos sejam apresentados para o avanço da educação no campo. “E discussão é muito válida porque trabalhamos apenas com a parte técnica e às vezes deixamos algo faltando na parte pedagógica. O encontro serve para nos auxiliar com novas ferramentas”, disse Aliriane.
Atualmente 2.485 alunos estudam em regime de internato em 44 casas espalhadas em várias regiões do estado. Além da formação profissional, os jovens atuam como agentes de desenvolvimento social levando políticas públicas do Estado para as regiões rurais mais afastadas do estado.
ALTERNÂNCIA - Pedagogia da Alternância é a metodologia na qual os alunos permanecem uma semana na escola, em regime de internato, e outra em suas propriedades na qual colocam na prática os conhecimentos vistos em sala. Quando voltam para a escola, os alunos apresentam relatórios com os resultados das atividades que desenvolveram.
Durante o tempo em que permanecem nas casas os jovens estudam as disciplinas da base nacional comum integradas com as disciplinas técnicas, além de atividades diárias que contribuem para a formação e desenvolvimento social dos estudantes. “Além da preparação profissional, estamos também preparando esses jovens para que eles sejam cidadão que façam a diferença na sociedade em que estão inseridos”, contou Tereza Maria, professora de ciências humanas e suas tecnologias, de São Jorge do Patrocínio, na região Noroeste.
Os estudantes também realizam visitas técnicas acompanhadas por agrônomos e veterinários na qual auxiliam os pequenos produtores de suas regiões. A cada quinzena também são realizadas visitas de estudo em que os alunos colocam na prática os conteúdos que foram trabalhados em sala de aula. “A propriedade deles acabam se tornando o nosso laboratório”, lembrou Tereza.
A pedagogia da alternância surgiu na França em 1935. Atualmente são 1.610 centros de formação por alternância em 43 países. No Brasil são 273 centros, sendo o Paraná o estado com mais centros de formação profissional do campo no país.
Os 160 participantes terão oficinas temáticas de ensino fundamental, médio e técnico. Os profissionais terão a oportunidade de trocar experiências vivenciadas em cada realidade fortalecendo assim a oferta do ensino no campo. “O objetivo desse debate é fortalecermos a educação do campo e a formação profissional dos jovens, para que eles tenham opção de permanecer nas suas regiões”, explicou Fabiana Campos, diretora do Departamento de Educação e Trabalho.
As casas rurais desenvolvem a formação profissional de filhos de pequenos produtores rurais com cursos técnicos que contribuem para o desenvolvimento das áreas rurais e para a melhora da qualidade de vida nessas regiões.
Para Aliriane Emanuela Eing, coordenadora da casa familiar de Marmeleiro, na região Sudoeste, o debate contribui para que novos mecanismos sejam apresentados para o avanço da educação no campo. “E discussão é muito válida porque trabalhamos apenas com a parte técnica e às vezes deixamos algo faltando na parte pedagógica. O encontro serve para nos auxiliar com novas ferramentas”, disse Aliriane.
Atualmente 2.485 alunos estudam em regime de internato em 44 casas espalhadas em várias regiões do estado. Além da formação profissional, os jovens atuam como agentes de desenvolvimento social levando políticas públicas do Estado para as regiões rurais mais afastadas do estado.
ALTERNÂNCIA - Pedagogia da Alternância é a metodologia na qual os alunos permanecem uma semana na escola, em regime de internato, e outra em suas propriedades na qual colocam na prática os conhecimentos vistos em sala. Quando voltam para a escola, os alunos apresentam relatórios com os resultados das atividades que desenvolveram.
Durante o tempo em que permanecem nas casas os jovens estudam as disciplinas da base nacional comum integradas com as disciplinas técnicas, além de atividades diárias que contribuem para a formação e desenvolvimento social dos estudantes. “Além da preparação profissional, estamos também preparando esses jovens para que eles sejam cidadão que façam a diferença na sociedade em que estão inseridos”, contou Tereza Maria, professora de ciências humanas e suas tecnologias, de São Jorge do Patrocínio, na região Noroeste.
Os estudantes também realizam visitas técnicas acompanhadas por agrônomos e veterinários na qual auxiliam os pequenos produtores de suas regiões. A cada quinzena também são realizadas visitas de estudo em que os alunos colocam na prática os conteúdos que foram trabalhados em sala de aula. “A propriedade deles acabam se tornando o nosso laboratório”, lembrou Tereza.
A pedagogia da alternância surgiu na França em 1935. Atualmente são 1.610 centros de formação por alternância em 43 países. No Brasil são 273 centros, sendo o Paraná o estado com mais centros de formação profissional do campo no país.














