Professor do Conselho Nacional de Educação fala sobre lei do estágio 16/03/2009 - 14:10
O professor Francisco Cordão do Conselho Nacional da Educação esteve em Curitiba nesta segunda-feira (16) a convite da Secretária de Estado da Educação, Secretária de Estado da Previdência e Conselho Estadual de Educação para discutir a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008 que trata sobre o estágio.
A palestra, que ocorreu no auditório da SEED, contou com a presença de funcionários dos departamentos de Educação e Trabalho, Educação Básica, Educação Especial e Inclusão, Superintendência da Educação, Secretária de Administração e Previdência, Central de Estágio do ParanáConselho Estadual de Educação, Centro de Integração Empresa Escola - CIEE, Instituto Euvaldo Lodi - IEL e Educare.
Cordão destacou pontos importantes sobre a oferta de estágio aos portadores de necessidades especiais. "O ambiente de trabalho em que o portador de necessidade vai atuar, deve ser adaptado às suas condições. Se a empresa disponibiliza a vaga para um cego, a disposição dos móveis não pode ser modificada sem comunicá-lo." Segundo ele, o portador de necessidade especial não pode ser discriminado nas suas atividades de estágio e sim inserido no contexto da instituição. O objetivo do encontro foi dar orientação sobre as definições e as normas que regem as relações de estágio entre instituições e estagiários.
A palestra, que ocorreu no auditório da SEED, contou com a presença de funcionários dos departamentos de Educação e Trabalho, Educação Básica, Educação Especial e Inclusão, Superintendência da Educação, Secretária de Administração e Previdência, Central de Estágio do ParanáConselho Estadual de Educação, Centro de Integração Empresa Escola - CIEE, Instituto Euvaldo Lodi - IEL e Educare.
Cordão destacou pontos importantes sobre a oferta de estágio aos portadores de necessidades especiais. "O ambiente de trabalho em que o portador de necessidade vai atuar, deve ser adaptado às suas condições. Se a empresa disponibiliza a vaga para um cego, a disposição dos móveis não pode ser modificada sem comunicá-lo." Segundo ele, o portador de necessidade especial não pode ser discriminado nas suas atividades de estágio e sim inserido no contexto da instituição. O objetivo do encontro foi dar orientação sobre as definições e as normas que regem as relações de estágio entre instituições e estagiários.


