Professora paranaense ganha prêmio Professores do Brasil 12/12/2008 - 05:58
Motivar e conquistar os alunos pelo prazer de aprender e tornar os conteúdos mais atrativos e apreensivos. Esses foram as metas que levaram a professora Rosilene Fagundes a desenvolver o projeto contemplado pelo Ministério da Educação com o prêmio Professores do Brasil. Ela é professora do Colégio Estadual Arnaldo Busato, no município de Pinhais, e concorreu com mais de 700 docentes do país. Foi a vencedora na disciplina de Matemática, com o projeto “Matemática Interativa: a ludicidade na intervenção pedagógica”.
“A idéia do projeto partiu da necessidade de fazer com que o ensino da matemática se torne mais prazeroso desmistificando-o e fazendo com que os alunos se interessem pela disciplina”, disse a professora. Rosilene faz questão de dizer que não foge dos conteúdos da escola e do propósito dos livros didáticos. “Apenas incremento a aula, não ensino jogos para tornar a aula ‘legal’ e sim para tornar o conteúdo mais compreensivo”, afirma. A professora não tinha a idéia de inscrever seu projeto, mas por incentivo dos demais professores e da direção do colégio, decidiu concorrer ao prêmio.
Professora há 13 anos, Rosilene, que também é formada em desenho industrial, resolveu analisar a questão da reprovação e da evasão escolar. A iniciativa veio depois de participar de uma semana pedagógica na escola e conhecer os perfis dos alunos do colégio. A partir do estudo, ela desenvolveu alguns jogos de tabuleiro para incentivar o pensamento dos alunos. O projeto inicial foi desenvolvido para os alunos da 8ª série, mas, graças aos bons resultados, os próprios alunos viraram instrutores e começaram a ensinar os colegas da 5ª série no contraturno escolar.
Para a diretora do colégio, professora Rosa Maria de Jesus Colombo, essa premiação representa um ganho pedagógico muito grande. Segundo ela, “Rosilene resignificou a matemática na escola. "Os alunos deixaram de ter medo da disciplina que, uma vez desmistificada, se tornou prazerosa”, explica. Rosa diz ainda que os alunos entendiam a matemática como uma matéria que só servia para reprovar, mas hoje conseguem aplicá-la no dia-a-dia. “Isso é muito gratificante”, afirma.
Jogando com a Matemática
A professora começou a trabalhar com o jogo Torres de Hanói, que consiste em uma espécie de quebra cabeça de uma base contendo três pinos, em ordem crescente. O problema consiste em passar todos os discos de um pino para os outros de maneira que um disco maior nunca fique em cima de outro menor. O jogo é considerado adequado como avaliação de capacidade de memória, planejamento e rapidez.
A professora também desenvolveu um jogo denominado As Pirâmides no Quadrante, que também ajuda os alunos na aplicação dos conceitos matemáticos e nos cálculos mentais, ajudando até mesmo na memorização da tabuada.
Com a implementação desse projeto, o colégio ganhou uma ludoteca, que funciona num sistema de biblioteca. “A procura por esses jogos é muito grande, muitos alunos os pegam para estudar, testar seus conhecimentos e até mesmo para montar competições entre eles”, disse Rosilene.
A professora esteve recentemente em Brasília, juntamente com outros vencedores, para receber sua premiação das mãos do Ministro da Educação Fernando Haddad. Ela recebeu R$ 5 mil, além de troféu e certificado expedido pelo Ministério da Educação. As escolas onde as experiências foram desenvolvidas e aplicadas também serão premiadas, todas escolherão equipamentos audiovisuais ou multimídia de até R$ 2 mil. “Eu lancei o desafio, tive o apoio incondicional da direção, dos professores e funcionários do colégio, por isso divido esse prêmio com todos eles”, comemora.
“A idéia do projeto partiu da necessidade de fazer com que o ensino da matemática se torne mais prazeroso desmistificando-o e fazendo com que os alunos se interessem pela disciplina”, disse a professora. Rosilene faz questão de dizer que não foge dos conteúdos da escola e do propósito dos livros didáticos. “Apenas incremento a aula, não ensino jogos para tornar a aula ‘legal’ e sim para tornar o conteúdo mais compreensivo”, afirma. A professora não tinha a idéia de inscrever seu projeto, mas por incentivo dos demais professores e da direção do colégio, decidiu concorrer ao prêmio.
Professora há 13 anos, Rosilene, que também é formada em desenho industrial, resolveu analisar a questão da reprovação e da evasão escolar. A iniciativa veio depois de participar de uma semana pedagógica na escola e conhecer os perfis dos alunos do colégio. A partir do estudo, ela desenvolveu alguns jogos de tabuleiro para incentivar o pensamento dos alunos. O projeto inicial foi desenvolvido para os alunos da 8ª série, mas, graças aos bons resultados, os próprios alunos viraram instrutores e começaram a ensinar os colegas da 5ª série no contraturno escolar.
Para a diretora do colégio, professora Rosa Maria de Jesus Colombo, essa premiação representa um ganho pedagógico muito grande. Segundo ela, “Rosilene resignificou a matemática na escola. "Os alunos deixaram de ter medo da disciplina que, uma vez desmistificada, se tornou prazerosa”, explica. Rosa diz ainda que os alunos entendiam a matemática como uma matéria que só servia para reprovar, mas hoje conseguem aplicá-la no dia-a-dia. “Isso é muito gratificante”, afirma.
Jogando com a Matemática
A professora começou a trabalhar com o jogo Torres de Hanói, que consiste em uma espécie de quebra cabeça de uma base contendo três pinos, em ordem crescente. O problema consiste em passar todos os discos de um pino para os outros de maneira que um disco maior nunca fique em cima de outro menor. O jogo é considerado adequado como avaliação de capacidade de memória, planejamento e rapidez.
A professora também desenvolveu um jogo denominado As Pirâmides no Quadrante, que também ajuda os alunos na aplicação dos conceitos matemáticos e nos cálculos mentais, ajudando até mesmo na memorização da tabuada.
Com a implementação desse projeto, o colégio ganhou uma ludoteca, que funciona num sistema de biblioteca. “A procura por esses jogos é muito grande, muitos alunos os pegam para estudar, testar seus conhecimentos e até mesmo para montar competições entre eles”, disse Rosilene.
A professora esteve recentemente em Brasília, juntamente com outros vencedores, para receber sua premiação das mãos do Ministro da Educação Fernando Haddad. Ela recebeu R$ 5 mil, além de troféu e certificado expedido pelo Ministério da Educação. As escolas onde as experiências foram desenvolvidas e aplicadas também serão premiadas, todas escolherão equipamentos audiovisuais ou multimídia de até R$ 2 mil. “Eu lancei o desafio, tive o apoio incondicional da direção, dos professores e funcionários do colégio, por isso divido esse prêmio com todos eles”, comemora.


