Professores do NRE de Assis Chateaubriand escolhem livros do Ensino Médio 04/06/2011 - 08:00
O Núcleo Regional de Educação (NRE) de Assis Chateaubriand está reunindo esta semana professores de escolas estaduais da região para escolherem os livros didáticos do Ensino Médio. Segundo a coordenadora de Educação Básica do Núcleo, Tânia Regina Casado, serão escolhidas obras para todas as disciplinas, exceto Educação Física e Arte. “O processo de escolha dos livros do Ensino Médio acontece a cada três anos. Ano passado, foram escolhidos os livros do Ensino Fundamental”, explica.
A iniciativa é parte do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) do Governo Federal, que envia livros, dicionários e obras complementares para escolas públicas, que escolhem as obras que pretendem utilizar através do Guia do PNLD. A novidade na seleção deste ano é a inclusão das disciplinas de Inglês, Espanhol, Sociologia e Filosofia, que também passam a receber livros didáticos.
Para o professor de Geografia, Leomar Bissonho Roman, o livro didático público é importante porque mais alunos têm acesso ao material. “Quando os alunos do Ensino Médio precisavam comprar os livros, havia os que não possuíam condições financeiras. Com os livros públicos, eles tornaram-se acessíveis a todos”, disse.
Para a professora Irene Maria Fonesi de Carvalho, a escolha do livro também é uma maneira democrática de cada escola fazer a opção. “É um momento que aproveitamos para trocar ideias e socializar as nossas opiniões sobre os materiais disponibilizados”, comenta.
A iniciativa é parte do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) do Governo Federal, que envia livros, dicionários e obras complementares para escolas públicas, que escolhem as obras que pretendem utilizar através do Guia do PNLD. A novidade na seleção deste ano é a inclusão das disciplinas de Inglês, Espanhol, Sociologia e Filosofia, que também passam a receber livros didáticos.
Para o professor de Geografia, Leomar Bissonho Roman, o livro didático público é importante porque mais alunos têm acesso ao material. “Quando os alunos do Ensino Médio precisavam comprar os livros, havia os que não possuíam condições financeiras. Com os livros públicos, eles tornaram-se acessíveis a todos”, disse.
Para a professora Irene Maria Fonesi de Carvalho, a escolha do livro também é uma maneira democrática de cada escola fazer a opção. “É um momento que aproveitamos para trocar ideias e socializar as nossas opiniões sobre os materiais disponibilizados”, comenta.


