Programa de alfabetização garante cidadania a paranaenses 19/11/2012 - 08:35
“Agora posso sair tranquila, pego o ônibus sozinha e chego ao endereço certo sem medo de me perder”. A afirmação é da dona de casa Maria do Carmo, 69 anos, moradora do bairro Tatuquara, em Curitiba. Ela é uma das pessoas que participam do programa Paraná Alfabetizado.
O programa é uma ação dos governos estadual e federal para alfabetizar pessoas com idade superior a 15 anos. No Paraná, o programa conta com o trabalho de 3,2 mil alfabetizadores e 410 coordenadores locais para ensinar jovens e adultos.
A iniciativa já atendeu 494 mil pessoas. Em 2012, mais de 30 mil alfabetizandos foram matriculados em 3,3 mil turmas no Paraná, estado com taxa de analfabetismo de 6,2%. A intenção é que, após concluir o programa, os participantes continuem os estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos Fase I (ensino fundamental) e Fase II (ensino médio).
Para Natalina Lechineski, 36 anos, que até alguns meses atrás temia sair de casa sem a ajuda da mãe, a alfabetização está transformando sua rotina. Ela tem problemas de coordenação motora. Agora, depois de começar a frequentar as aulas, passou a ir à escola sozinha. “Eu me sinto bem quando estou na aula”, afirma.
O alfabetizador Reinaldo Fernandes Alves Hoda, que trabalha há cinco no programa, diz que o benefício da ação é devolver a cidadania por meio da alfabetização. “Para mim é gratificante ver pessoas podendo fazer uma leitura diferente do mundo”, avalia.
A técnica pedagógica da Coordenação da Educação de Jovens e Adultos do Departamento da Educação Básica, Eli Prestes de Araujo, diz que o programa garante um dos direitos básicos do cidadão: o da educação. “Nós trabalhamos para oferecer uma educação de qualidade”, destaca.
O programa é uma ação dos governos estadual e federal para alfabetizar pessoas com idade superior a 15 anos. No Paraná, o programa conta com o trabalho de 3,2 mil alfabetizadores e 410 coordenadores locais para ensinar jovens e adultos.
A iniciativa já atendeu 494 mil pessoas. Em 2012, mais de 30 mil alfabetizandos foram matriculados em 3,3 mil turmas no Paraná, estado com taxa de analfabetismo de 6,2%. A intenção é que, após concluir o programa, os participantes continuem os estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos Fase I (ensino fundamental) e Fase II (ensino médio).
Para Natalina Lechineski, 36 anos, que até alguns meses atrás temia sair de casa sem a ajuda da mãe, a alfabetização está transformando sua rotina. Ela tem problemas de coordenação motora. Agora, depois de começar a frequentar as aulas, passou a ir à escola sozinha. “Eu me sinto bem quando estou na aula”, afirma.
O alfabetizador Reinaldo Fernandes Alves Hoda, que trabalha há cinco no programa, diz que o benefício da ação é devolver a cidadania por meio da alfabetização. “Para mim é gratificante ver pessoas podendo fazer uma leitura diferente do mundo”, avalia.
A técnica pedagógica da Coordenação da Educação de Jovens e Adultos do Departamento da Educação Básica, Eli Prestes de Araujo, diz que o programa garante um dos direitos básicos do cidadão: o da educação. “Nós trabalhamos para oferecer uma educação de qualidade”, destaca.


