Projeto em escola do Litoral trata água da chuva 26/08/2011 - 13:41
O Colégio Estadual Ilha das Peças, localizado no município de Guaraqueçaba, Litoral norte do Estado, desenvolveu um projeto de captação e tratamento de água. A ideia de aproveitar a água da chuva partiu do colégio diante de uma necessidade da própria escola e da comunidade local. “A água que abastece a comunidade é captada de uma cachoeira distante, cerca de 25 km da Ilha. Em alguns períodos do ano, há interrupções no abastecimento em decorrência da falta de chuvas”, explicou o diretor do colégio, Fernando Luiz Brock.
Durante o período de estiagem, é comum utilizar "água da ponteira", captada do subsolo da Ilha. Apesar dessa possibilidade, sabe-se que essa água é imprópria para o consumo porque não há tratamento do esgoto domiciliar. A iniciativa contou com a parceria dos Engenheiros sem Fronteiras da Universidade de Maryland (Estados Unidos), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Prefeitura de Guaraqueçaba e de colaboradores locais.
O projeto possui duas partes: captação de água do solo e captação e tratamento da água da chuva. A água do solo (não potável) é utilizada exclusivamente para os sanitários, e a da chuva, após tratamento, é utilizada para o consumo escolar e da população. O tratamento é feito com a utilização de dois filtros que retêm pequenas partículas existentes na água. A seguir, há o tratamento biológico que utiliza um sistema de luz ultravioleta para eliminar bactérias e vírus que possam estar presentes na água.
A instalação de tanques para captar a água da chuva é um meio de ensinar os alunos sobre a importância de não desperdiçar água, além de ser uma ferramenta para o trabalho de conteúdos ligados ao assunto. “A captação de águas pluviais permite trabalhar o ciclo hidrológico, além da conscientização sustentável para as próximas gerações”, afirmou o professor de Geografia Taberson Pitta,.
Os moradores da região foram diretamente beneficiados com o projeto. De acordo com Osvaldo de Almeida, voluntário durante a implantação do sistema, essa iniciativa foi muito importante tanto para a escola quanto para a comunidade. “O projeto é 100% de benefício, pois quando faltar água do nosso sistema de abastecimento, teremos a água tratada na escola para suprir nossas necessidades”, comentou Osvaldo.
Karina de Carvalho Xavier, responsável pela produção da merenda na escola, também concorda sobre os benefícios da captação e tratamento da água pluvial. “Cozinhar agora é mais prático e rápido. Antes era necessário ferver a água para sua utilização, hoje, com o tratamento, a água está pronta para o consumo. A preparação da merenda é mais rápida e a comida fica mais saborosa”.
O projeto também contou com a ajuda dos estudantes durante sua implantação. “O tratamento da água com luz ultravioleta é muito importante para a nossa Ilha. A água está limpa e pronta para beber. Aprendi muito sobre captação de água da chuva, economia e vejo que os resultados são muito bons”, disse o aluno Angelo de Paula Arcanjo, da 6ª série.
Durante o período de estiagem, é comum utilizar "água da ponteira", captada do subsolo da Ilha. Apesar dessa possibilidade, sabe-se que essa água é imprópria para o consumo porque não há tratamento do esgoto domiciliar. A iniciativa contou com a parceria dos Engenheiros sem Fronteiras da Universidade de Maryland (Estados Unidos), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Prefeitura de Guaraqueçaba e de colaboradores locais.
O projeto possui duas partes: captação de água do solo e captação e tratamento da água da chuva. A água do solo (não potável) é utilizada exclusivamente para os sanitários, e a da chuva, após tratamento, é utilizada para o consumo escolar e da população. O tratamento é feito com a utilização de dois filtros que retêm pequenas partículas existentes na água. A seguir, há o tratamento biológico que utiliza um sistema de luz ultravioleta para eliminar bactérias e vírus que possam estar presentes na água.
A instalação de tanques para captar a água da chuva é um meio de ensinar os alunos sobre a importância de não desperdiçar água, além de ser uma ferramenta para o trabalho de conteúdos ligados ao assunto. “A captação de águas pluviais permite trabalhar o ciclo hidrológico, além da conscientização sustentável para as próximas gerações”, afirmou o professor de Geografia Taberson Pitta,.
Os moradores da região foram diretamente beneficiados com o projeto. De acordo com Osvaldo de Almeida, voluntário durante a implantação do sistema, essa iniciativa foi muito importante tanto para a escola quanto para a comunidade. “O projeto é 100% de benefício, pois quando faltar água do nosso sistema de abastecimento, teremos a água tratada na escola para suprir nossas necessidades”, comentou Osvaldo.
Karina de Carvalho Xavier, responsável pela produção da merenda na escola, também concorda sobre os benefícios da captação e tratamento da água pluvial. “Cozinhar agora é mais prático e rápido. Antes era necessário ferver a água para sua utilização, hoje, com o tratamento, a água está pronta para o consumo. A preparação da merenda é mais rápida e a comida fica mais saborosa”.
O projeto também contou com a ajuda dos estudantes durante sua implantação. “O tratamento da água com luz ultravioleta é muito importante para a nossa Ilha. A água está limpa e pronta para beber. Aprendi muito sobre captação de água da chuva, economia e vejo que os resultados são muito bons”, disse o aluno Angelo de Paula Arcanjo, da 6ª série.


