Secretaria realiza etapa de formação do Projovem 10/09/2010 - 18:41
A Secretaria de Estado da Educação (SEED), por meio do Departamento da Diversidade (Dedi), realizou nesta sexta-feira (10), em Curitiba, o 2º Encontro ProJovem Campo – Saberes da Terra. O objetivo do evento é formar dos mais de 200 educadores que trabalham o programa em 48 instituições de ensino, distribuídas em 36 municípios no interior do Estado.
“É um momento para se pensar as metodologias do programa com os cadernos pedagógicos do ProJovem Campo Saberes da Terra, elaborados por um grupo nacional para esta formação social e profissional dos jovens que foram historicamente excluídos dos processos educacionais”, comentou Maria Isabel Farias, técnica pedagógica da Coordenação de Educação do Campo, vinculada ao Dedi. Segundo ela, o Paraná optou por fazer um curso de especialização para os educadores que atuam no ProJovem Campo, um dos critérios para trabalhar com as turmas do programa. A especialização é resultado de uma parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR).
No Paraná, são atendidos cerca de mil estudantes dentro da faixa etária de 18 a 29 anos e mais 500 alunos com mais de 30 anos. “O Estado assumiu sair da resolução do MEC por entender que precisa, enquanto política pública, atender também estas pessoas”, explicou.
O ProJovem Campo – Saberes da Terra oferece escolarização e qualificação profissional a jovens agricultores familiares de 18 a 29 anos que não concluíram o ensino fundamental. “No Brasil, temos 5 milhões de jovens nesta faixa etária que não concluíram o ensino fundamental, é uma resposta inicial para dar conta desta realidade”, explicou José Roberto Rodrigues de Oliveira, representante do Ministério da Educação (MEC).
Segundo ele, a SEED tem um trabalho diferenciado em relação à educação do campo oferecida, por conta de sua metodologia de trabalho. “Nós temos acompanhado o processo de implantação do programa por parte da SEED, que tem se esforçado muito para transformá-lo em uma política púbica de Estado e isso é um ganho muito importante”, destacou.
O representante ainda comentou que a secretaria respeita um dos principais marcos pospostos pelo MEC para o sucesso do programa – o diálogo. “Já é histórica a capacidade que a SEED tem em promover o diálogos com as secretarias municipais de educação, universidades e com os movimentos sociais, para oferecer uma educação de qualidade aos jovens do campo”. Mesmo reconhecendo o trabalho que o Paraná vem realizando nesta área, o representante espera que o número de jovens atendidos seja aumentado.
Implementada em 2005, a ação se denominava Saberes da Terra e foi integrada em 2007 ao Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem) da Secretaria Nacional de Juventude, que possui outras três modalidades – Adolescente, Trabalhador e Urbano. O ProJovem Campo está presente atualmente em 21 estados do Brasil.
“É um momento para se pensar as metodologias do programa com os cadernos pedagógicos do ProJovem Campo Saberes da Terra, elaborados por um grupo nacional para esta formação social e profissional dos jovens que foram historicamente excluídos dos processos educacionais”, comentou Maria Isabel Farias, técnica pedagógica da Coordenação de Educação do Campo, vinculada ao Dedi. Segundo ela, o Paraná optou por fazer um curso de especialização para os educadores que atuam no ProJovem Campo, um dos critérios para trabalhar com as turmas do programa. A especialização é resultado de uma parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR).
No Paraná, são atendidos cerca de mil estudantes dentro da faixa etária de 18 a 29 anos e mais 500 alunos com mais de 30 anos. “O Estado assumiu sair da resolução do MEC por entender que precisa, enquanto política pública, atender também estas pessoas”, explicou.
O ProJovem Campo – Saberes da Terra oferece escolarização e qualificação profissional a jovens agricultores familiares de 18 a 29 anos que não concluíram o ensino fundamental. “No Brasil, temos 5 milhões de jovens nesta faixa etária que não concluíram o ensino fundamental, é uma resposta inicial para dar conta desta realidade”, explicou José Roberto Rodrigues de Oliveira, representante do Ministério da Educação (MEC).
Segundo ele, a SEED tem um trabalho diferenciado em relação à educação do campo oferecida, por conta de sua metodologia de trabalho. “Nós temos acompanhado o processo de implantação do programa por parte da SEED, que tem se esforçado muito para transformá-lo em uma política púbica de Estado e isso é um ganho muito importante”, destacou.
O representante ainda comentou que a secretaria respeita um dos principais marcos pospostos pelo MEC para o sucesso do programa – o diálogo. “Já é histórica a capacidade que a SEED tem em promover o diálogos com as secretarias municipais de educação, universidades e com os movimentos sociais, para oferecer uma educação de qualidade aos jovens do campo”. Mesmo reconhecendo o trabalho que o Paraná vem realizando nesta área, o representante espera que o número de jovens atendidos seja aumentado.
Implementada em 2005, a ação se denominava Saberes da Terra e foi integrada em 2007 ao Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem) da Secretaria Nacional de Juventude, que possui outras três modalidades – Adolescente, Trabalhador e Urbano. O ProJovem Campo está presente atualmente em 21 estados do Brasil.


