Secretário afirma que índice de deficientes matriculados em escolas ainda é baixo 31/05/2011 - 18:00
O vice-governador e secretário de Educação do Paraná, Flávio Arns, criticou o baixo índice de pessoas com deficiência matriculadas em escolas no Brasil. Flávio Arns participou, nesta terça-feira (31), em Brasília, de reunião da comissão especial destinada a analisar o Plano Nacional de Educação (PL 8035/10), que fixa metas do setor para os próximos dez anos. O objetivo do encontro é debater os objetivos da proposta relacionados à educação de pessoas com deficiência.
Segundo ele, existem hoje cerca de 3,5 milhões de crianças e adolescentes com deficiência na faixa etária de 4 a 17 anos, mas apenas 681 mil deles frequentam algum colégio. “É um desafio extraordinário para a sociedade transformar esse número.
Contudo, precisamos ter em vista que as peculiaridades de cada deficiência devem ser observadas na oferta do ensino”, afirmou Arns, que também é representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).
O vice-governador também afirmou que, ao contrário da educação para pessoas sem deficiência, a oferta do ensino para o grupo com necessidades especiais deve ocorrer desde o início da vida até quando for necessário, ao longo da vida. “O Plano Nacional de Educação deve prever isso”, pediu. A proposta encaminhada pelo governo trata da universalização da educação para pessoas com deficiência apenas dos quatro aos 17 anos de idade.
Também participam da reunião da secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação, Cláudia Dutra; e a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleusa Rodrigues Repulho.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Segundo ele, existem hoje cerca de 3,5 milhões de crianças e adolescentes com deficiência na faixa etária de 4 a 17 anos, mas apenas 681 mil deles frequentam algum colégio. “É um desafio extraordinário para a sociedade transformar esse número.
Contudo, precisamos ter em vista que as peculiaridades de cada deficiência devem ser observadas na oferta do ensino”, afirmou Arns, que também é representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).
O vice-governador também afirmou que, ao contrário da educação para pessoas sem deficiência, a oferta do ensino para o grupo com necessidades especiais deve ocorrer desde o início da vida até quando for necessário, ao longo da vida. “O Plano Nacional de Educação deve prever isso”, pediu. A proposta encaminhada pelo governo trata da universalização da educação para pessoas com deficiência apenas dos quatro aos 17 anos de idade.
Também participam da reunião da secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação, Cláudia Dutra; e a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleusa Rodrigues Repulho.
Fonte: Agência Câmara de Notícias


