Seed dobra recursos para Programa Escola Cidadã 16/03/2011 - 17:41
A Secretaria de Estado da Educação (Seed) irá dobrar neste ano os recursos para o Programa Escola Cidadã (PEC). A primeira parcela, no valor de R$ 2,6 milhões foi liberada nessa segunda-feira (14). A previsão é que o repasse deva ser feito às escolas públicas estaduais até o final deste mês. O valor desta parcela já é maior que o repassado durante todo o ano de 2010, que foi de cerca de R% 2,4 milhões. A segunda parcela deve acontecer no segundo semestre. A previsão é que este valor fique próximo ao liberado na primeira, com isso, deve-se chegar a mais de R$ 5,2 milhões em recursos.
O benefício vai atender 1,3 milhões de estudantes e deve ser utilizado para compra de itens que complementam a merenda escolar. O dinheiro do PEC deve ser utilizado para aquisição de produtos hortifrutigranjeiros e in natura que não são atendidos pelo programa de compra centralizado da merenda escolar. Os diretores da s escolas devem priorizar a compra dos itens da merenda com produtores locais.
O PEC foi implantado em 2005 pelo governo estadual. Este ano, o critério de distribuição adotado pela Secretaria determina um valor linear de R$ 300,00 a todas as escolas da rede pública estadual de ensino. Este valor é indiferente ao número de alunos matriculados nas escolas. Há também o repasse per capita, ou seja, por cada aluno matriculado, é destinado à escola R$ 1,50, com o limite de até 2 mil estudantes.
Exemplos - Com a verba do Programa Escola Cidadã, o Colégio Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, em Jesuítas, pode comprar produtos que não vêm junto à remessa da merenda escolar, como batata, tomate, carne de frango, carne bovina, ovos, leite e temperos. “Com esses produtos que adquirimos, podemos oferecer uma alimentação mais completa, mais gostosa e saudável aos nossos alunos”, ressaltou o diretor da escola, Darci Mezzari. Ele ainda revelou sua satisfação em saber que o PEC continuará e terá uma verba maior.
Já a diretora do Colégio Estadual Vinícius de Moraes, Regina Emma Weiser Martins, do município de Tupãssi, lembrou como os alunos reagiram com a falta de repasse do programa. “Os produtos que compramos fazem com que a comida fique mais saborosa. Os alunos adoram e sentem a diferença, tanto que, no ano passado, quando não recebemos verba o suficiente para comprar esses alimentos in natura, eles nos questionaram por que a merenda não estava vindo mais gostosa”. No ano passado, apenas duas das cinco parcelas previstas foram repassadas às escolas.
O benefício vai atender 1,3 milhões de estudantes e deve ser utilizado para compra de itens que complementam a merenda escolar. O dinheiro do PEC deve ser utilizado para aquisição de produtos hortifrutigranjeiros e in natura que não são atendidos pelo programa de compra centralizado da merenda escolar. Os diretores da s escolas devem priorizar a compra dos itens da merenda com produtores locais.
O PEC foi implantado em 2005 pelo governo estadual. Este ano, o critério de distribuição adotado pela Secretaria determina um valor linear de R$ 300,00 a todas as escolas da rede pública estadual de ensino. Este valor é indiferente ao número de alunos matriculados nas escolas. Há também o repasse per capita, ou seja, por cada aluno matriculado, é destinado à escola R$ 1,50, com o limite de até 2 mil estudantes.
Exemplos - Com a verba do Programa Escola Cidadã, o Colégio Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, em Jesuítas, pode comprar produtos que não vêm junto à remessa da merenda escolar, como batata, tomate, carne de frango, carne bovina, ovos, leite e temperos. “Com esses produtos que adquirimos, podemos oferecer uma alimentação mais completa, mais gostosa e saudável aos nossos alunos”, ressaltou o diretor da escola, Darci Mezzari. Ele ainda revelou sua satisfação em saber que o PEC continuará e terá uma verba maior.
Já a diretora do Colégio Estadual Vinícius de Moraes, Regina Emma Weiser Martins, do município de Tupãssi, lembrou como os alunos reagiram com a falta de repasse do programa. “Os produtos que compramos fazem com que a comida fique mais saborosa. Os alunos adoram e sentem a diferença, tanto que, no ano passado, quando não recebemos verba o suficiente para comprar esses alimentos in natura, eles nos questionaram por que a merenda não estava vindo mais gostosa”. No ano passado, apenas duas das cinco parcelas previstas foram repassadas às escolas.


