Seed participa de plenária em encontro de magistrados 08/08/2011 - 14:00

Representantes da Secretaria de Estado da Educação (Seed) estiveram presentes para participar de plenária no 1º Encontro Estadual de Magistrados da Infância e da Juventude realizado na sexta-feira (05), em Guaratuba. O evento tratou durante quatro dias medidas em relação aos adolescentes que estão em conflito com a lei. O encontro, organizado pela Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), também teve a finalidade de permitir a troca de experiências entre os profissionais que trabalham diretamente com as crianças e os jovens.
Segundo a superintendente da Educação, Meroujy Cavet, a participação da Seed estabelece um diálogo entre as instituições para discussão do tema. “A maior parte dos nossos estudantes são crianças e adolescentes, é importante promover parcerias com outras instituições para garantir ações adequadas”, comentou.
Na plenária, a Secretaria apresentou as políticas públicas que estão sendo realizadas por meio da Coordenação de Desenvolvimento Socioeducacional, vinculada à Diretoria de Políticas e Programas Educacionais (Dppe). “Mostramos as ações relacionadas aos Direitos Humanos, combate à violência e ao uso indevido de drogas e que são trabalhadas junto aos professores e estudantes da rede pública de ensino”, disse a superintendente.
Para o presidente da Amapar, Gil Francisco de Paula Xavier Guerra, o encontro serve para discutir e trocar experiências sobre as questões práticas enfrentadas no cotidiano pelos magistrados sobre o tema. “Os assuntos voltados à infância e à juventude apresentam demanda específicas, e nos reunimos para tratar destas dificuldades juntos, buscando soluções em comum”, falou.
Além do Poder Público, Guerra destacou a importância de envolver a sociedade nos assuntos infanto-juvenis. “Em um segundo momento vamos realizar ações junto à sociedade para que se engaje neste movimento, porque é um assunto que interessa a todos”, afirmou.
Participaram magistrados atuantes nos juízos de competência da Infância e Juventude, além de desembargadores e juízes substitutos em segundo grau com atuação nas câmaras cíveis e criminais. O evento ainda propôs a criação do Fórum Permanente de Discussão de Assuntos da Infância e Juventude no âmbito estadual, para debater temas ligados à justiça infanto-juvenil.