Surdos recebem certificado do Ensino Médio no Alcindo Fanaya 12/12/2008 - 06:07
O Colégio Estadual para Surdos Alcindo Fanaya Junior realizou nessa quinta-feira (11) a festa de encerramento do ano letivo no anfiteatro do Colégio da Polícia Militar. Cerca de 170 pessoas, entre alunos, pais e professores, assistiram à formatura de 15 alunos do ensino médio. Do ensino fundamental, 16 alunos receberam o diploma de conclusão. Durante a festa, os alunos homenagearam e agradeceram os pais e os professores. Os alunos do ensino infantil apresentaram dança, dando um show de movimento e ritmo.
A festa já é tradicional no colégio. “É comum apresentar o resultado final, a produção do ano” contou Nerci Maria Martins, a diretora. É realizada geralmente de manhã, para que a maior parte dos alunos esteja presente, já que esse é o horário das aulas. A comunicação ocorre em duas línguas, a portuguesa e a Língua Brasileira de Sinais (Libras). “O importante é mostrar o potencial deles, vários alunos que estão concluindo o ensino médio já estão trabalhando. Eles estão incluídos na sociedade” diz Nerci.
“Para eles é muito significativo, venceram um obstáculo muito difícil, como se estivessem se formando na faculdade”, conta a professora de artes, Angela Bahls. Para Angela, “a escola é o lugar onde eles conversam, descobrem o que está acontecendo, discutem, dizem o que pensam. Além de ter o ensino acadêmico, têm plena comunicação. A escola tem esse fator de socialização”. Por isso, o formando Wanderson Rodrigues de Oliveira contou que nem queria sair da escola. Ele quer fazer vestibular, mas ainda não decidiu qual é o curso.
Celene Rodrigues de Oliveira e Valtonio Gomes de Oliveira, os pais de Wanderson, não conseguem esconder o orgulho de ver o filho formado. Eles são do Pará e decidiram ficar aqui porque a escola é melhor. “Ele venceu muitas dificuldades, lutamos juntos e valeu a pena”, diz a mãe. Wanderson deixa um recado: “todos os surdos podem, têm capacidade. O que interessa é força de vontade”.
A festa já é tradicional no colégio. “É comum apresentar o resultado final, a produção do ano” contou Nerci Maria Martins, a diretora. É realizada geralmente de manhã, para que a maior parte dos alunos esteja presente, já que esse é o horário das aulas. A comunicação ocorre em duas línguas, a portuguesa e a Língua Brasileira de Sinais (Libras). “O importante é mostrar o potencial deles, vários alunos que estão concluindo o ensino médio já estão trabalhando. Eles estão incluídos na sociedade” diz Nerci.
“Para eles é muito significativo, venceram um obstáculo muito difícil, como se estivessem se formando na faculdade”, conta a professora de artes, Angela Bahls. Para Angela, “a escola é o lugar onde eles conversam, descobrem o que está acontecendo, discutem, dizem o que pensam. Além de ter o ensino acadêmico, têm plena comunicação. A escola tem esse fator de socialização”. Por isso, o formando Wanderson Rodrigues de Oliveira contou que nem queria sair da escola. Ele quer fazer vestibular, mas ainda não decidiu qual é o curso.
Celene Rodrigues de Oliveira e Valtonio Gomes de Oliveira, os pais de Wanderson, não conseguem esconder o orgulho de ver o filho formado. Eles são do Pará e decidiram ficar aqui porque a escola é melhor. “Ele venceu muitas dificuldades, lutamos juntos e valeu a pena”, diz a mãe. Wanderson deixa um recado: “todos os surdos podem, têm capacidade. O que interessa é força de vontade”.


