Turmas do Paraná Alfabetizado iniciam atividades 09/07/2011 - 08:10
As atividades das turmas do Programa Paraná Alfabetizado (PPA) já iniciaram. As turmas do primeiro chamamento iniciaram no final do mês passado. O PPA é uma ação de alfabetização que tem como objetivo possibilitar o acesso à leitura e a escrita a toda a população paranaense com idade acima de 15 anos que não tiveram a oportunidade. Cada chamamento é formado por turmas com alfabetizandos, alfabetizadores e coordenadores selecionados de acordo com o edital público permanente.
A expectativa desse ano é alfabetizar 80 mil alunos com as turmas que formadas durante o ano. “Para que a meta seja atingida é necessário que haja o compromisso e a participação efetiva de todos os envolvidos no programa. Cada vez que temos uma boa articulação com as parcerias, conseguimos chegar com mais facilidade até essas pessoas que precisam ser alfabetizadas. A secretaria dá todos os subsídios para que eles participem do programa, mas antes precisamos chegar até eles”, disse Marcia Leonora Dudeque, coordenadora de Educação de Jovens e Adultos do Departamento de Educação Básica (DEB).
Essa é a 8.° edição do programa que tem duração de oito meses, divididos em quatro chamamentos. Desde a sua criação o programa já atendeu mais 400 mil alunos com idade acima de 15 anos. Desse total 50% concluíram o processo de alfabetização. Depois disso, o aluno pode ingressar na primeira fase de escolarização para jovens e adultos nas escolas municipais.
O desafio é manter a permanência dos jovens e adultos nas turmas de alfabetização e dar continuidade na escolarização dos que participaram e concluíram o programa. “O programa é apenas o início do processo de alfabetização. Alfabetizadores e coordenadores devem incentivar o alfbetizando a continuar estudando”, explicou Marcia.
O programa colabora para que os jovens e adultos que necessitam ser alfabetizados, tenham o seu direito como cidadão. O PPA proporciona ao alfabetizando o direito de ler e escrever. Como é o caso da alfabetizanda Maria Soares, de 77 anos. “Meu pai não queria que eu estudasse. Ele achava que se eu aprendesse a escrever eu iria fazer cartas para arrumar namorado. Eu não aprendi naquela época, mas mesmo assim arrumei namorado”, brinca.
Muitos dos alfabetizandos atendidos pelo programa não tiveram a oportunidade de estudar pela rigidez da educação dos pais. “Para meus pais só os filhos homens precisavam estudar, as filhas tinham que casar cedo e aprender os afazeres domésticos”, revelou a alfabetizanda Maria Madalena, de 80 anos.
No segundo semestre a Seed vai promover junto aos 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs) cursos de Formação Inicial e Continuada. O objetivo dos cursos é capacitar os alfabetizadores e coordenadores no processo de alfabetização do programa.
O programa é uma ação do Governo do Estado do Paraná coordenado pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), através do Programa Brasil Alfabetizado da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), prefeituras e a sociedade civil.
A expectativa desse ano é alfabetizar 80 mil alunos com as turmas que formadas durante o ano. “Para que a meta seja atingida é necessário que haja o compromisso e a participação efetiva de todos os envolvidos no programa. Cada vez que temos uma boa articulação com as parcerias, conseguimos chegar com mais facilidade até essas pessoas que precisam ser alfabetizadas. A secretaria dá todos os subsídios para que eles participem do programa, mas antes precisamos chegar até eles”, disse Marcia Leonora Dudeque, coordenadora de Educação de Jovens e Adultos do Departamento de Educação Básica (DEB).
Essa é a 8.° edição do programa que tem duração de oito meses, divididos em quatro chamamentos. Desde a sua criação o programa já atendeu mais 400 mil alunos com idade acima de 15 anos. Desse total 50% concluíram o processo de alfabetização. Depois disso, o aluno pode ingressar na primeira fase de escolarização para jovens e adultos nas escolas municipais.
O desafio é manter a permanência dos jovens e adultos nas turmas de alfabetização e dar continuidade na escolarização dos que participaram e concluíram o programa. “O programa é apenas o início do processo de alfabetização. Alfabetizadores e coordenadores devem incentivar o alfbetizando a continuar estudando”, explicou Marcia.
O programa colabora para que os jovens e adultos que necessitam ser alfabetizados, tenham o seu direito como cidadão. O PPA proporciona ao alfabetizando o direito de ler e escrever. Como é o caso da alfabetizanda Maria Soares, de 77 anos. “Meu pai não queria que eu estudasse. Ele achava que se eu aprendesse a escrever eu iria fazer cartas para arrumar namorado. Eu não aprendi naquela época, mas mesmo assim arrumei namorado”, brinca.
Muitos dos alfabetizandos atendidos pelo programa não tiveram a oportunidade de estudar pela rigidez da educação dos pais. “Para meus pais só os filhos homens precisavam estudar, as filhas tinham que casar cedo e aprender os afazeres domésticos”, revelou a alfabetizanda Maria Madalena, de 80 anos.
No segundo semestre a Seed vai promover junto aos 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs) cursos de Formação Inicial e Continuada. O objetivo dos cursos é capacitar os alfabetizadores e coordenadores no processo de alfabetização do programa.
O programa é uma ação do Governo do Estado do Paraná coordenado pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), através do Programa Brasil Alfabetizado da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), prefeituras e a sociedade civil.


