Alunos aprendem de forma diferenciada nas oficinas do Fera Com Ciência 28/10/2009 - 17:49
As oficinas do Fera Com Ciência 2009 começaram nesta terça-feira (28) nas cidades da Lapa e Mamborê. Os eventos pertencem aos núcleos regionais de educação da Área Metropolitana Sul e de Campo Mourão. Alunos e professores aprendem e desenvolvem atividades diferenciadas. O espaço é de descontração e a troca de conhecimento acontece de forma lúdica.
Segundo o coordenador de integração das atividades curriculares, Ademir Pinheli Mendes, as oficinas estão ligadas à atividades desenvolvidas nas escolas no âmbito do Programa Viva a Escola. “O objetivo das oficinas é incrementar essas atividades, chamando atenção dos alunos para o programa e capacitando os professores para aprofundar suas próprias atividades”, esclareceu.
LAPA – Jogos simples foram recriados com materiais recicláveis pelos alunos da oficina Recicloteca: a arte de transformar sucata em brinquedo. Para Jonatan Santos, 10 anos da Escola Municipal Emilia F. Ferreira do Amaral, “a oficina é divertida porque o que antes ia para o lixo, vira diversão”.
Na oficina Commedia dell’Arte: teoria e técnicas para principiantes, a oficineira Ana Rosa Tezza rabalha a expressividade artística e subjetiva dos alunos. “Os alunos são talentosos e disponíveis para as descobertas que a arte pode oferecer. Ofera Com Ciência é uma ótima oportunidade para que eles possam se desenvolver”, disse Tezza. A oficina conta também com o uso de máscaras “é um forte elemento capaz de desinibir e proporcionar um espaço de jogo e ludicidade para quem a usa”, explicou a oficineira.
Na oficina de Novas mídias e novos valores (re)contam histórias clássicas do século XXI os alunos descobrem que histórias familiares podem ser vistas e contadas por outras perspectivas. “Estamos aprendendo novas formas de comunicação e de expressão, além da oportunidade de fazer novas amizades”, afirmou a aluna Patricia Potsch, 16 anos, do Colégio Estadual Adhelmar Sicuro, em Contenda.
Os professores aprenderam técnicas cheias de fantasia na oficina Iluminuras: técnicas para ilustrar e encantar, ministrada por Keila Kem. “A oficina é de multi-linguagens (bi e tri-dimensional). A proposta é desafiar os professores a conquistar uma visão estética e prática da arte”, esclareceu Kem. Para o professor Rogelio Gonçalves, da Escola Godofredo Machado, em São José dos Pinhais, a oficina é “um tempo de grandes descobertas e possibilidades infinitas de criação”.
MAMBORÊ – Na oficina Arte no Meio Ambiente, os alunos são convidados a explorar a própria criatividade através da utilização de materiais que iriam para o lixo. A oficineira Juliana Martini utiliza técnicas de reapoveitamento de materiais orgânicos e recicláveis. “É uma oficina que desenvolve o tema do prórpio evento, a preservação ambiental, através da cultura e da tecnologia”. Segundo o aluno Rai Julho Rodrigues, 14 anos, do Colégio Luzia Garcia Villar, em Barbosa Ferraz, “estamos construindo com materiais que iriam para descarte uma árvore ecológica, confeccionando máscaras de argila e o mais impotante respeitando o meio ambiente”.
Renathielly Fernandes da Silva, 14 anos, do Colégio Estadual João XXIII, participa da Oficina Rítmos Latinos. Para ela, foi uma oportunidade de aprender algo novo e de fazer novas amizades “a oficina não é somente prática, entendenos o significado da dança, o que ela representa e ainda nos divertimos muito. Ministrada pela professora Adriana Mendonça Berber, a oficina desenvolve, a partir da dança e da exploração dos ritmos latinos, uma nova linguagem para o corpo, possibilitando o aprendizado de novas expressões culturais e ritmos. “Os alunos poderão recriar seus próprios estilos, ritmos e movimentos corporaisIsso permite a constituição de uma rica experiência corporal, a qual possibilita compreender o contexto que diferentes culturas estão inseridas”, afirmou Berber.
Os alunos da oficina Sistema Solar aprenderam noções de dimensões astronômicas. “A carência de disciplinas voltadas à astronomia e a divulgação simplificada da mídia cria uma imagem que não corresponde a real, adaptada a cada novidade. Queremos aqui instigar os alunos a pesquisar por conta própria e saber reconhecer as informações consistentes”, disse a professora Giseli dos Reis. O aluno Willian da Silva Cruz, 13 anos, do Colégio Estadual Olavo Bilac, em Peabiru contou que “está sendo uma grande descoberta poder relacionar o tamanho real dos planetas e estrelas. Todo trabalho é realizado em grupo, um ajudando o outro, e acabamos nos tornando amigos”.
Segundo o coordenador de integração das atividades curriculares, Ademir Pinheli Mendes, as oficinas estão ligadas à atividades desenvolvidas nas escolas no âmbito do Programa Viva a Escola. “O objetivo das oficinas é incrementar essas atividades, chamando atenção dos alunos para o programa e capacitando os professores para aprofundar suas próprias atividades”, esclareceu.
LAPA – Jogos simples foram recriados com materiais recicláveis pelos alunos da oficina Recicloteca: a arte de transformar sucata em brinquedo. Para Jonatan Santos, 10 anos da Escola Municipal Emilia F. Ferreira do Amaral, “a oficina é divertida porque o que antes ia para o lixo, vira diversão”.
Na oficina Commedia dell’Arte: teoria e técnicas para principiantes, a oficineira Ana Rosa Tezza rabalha a expressividade artística e subjetiva dos alunos. “Os alunos são talentosos e disponíveis para as descobertas que a arte pode oferecer. Ofera Com Ciência é uma ótima oportunidade para que eles possam se desenvolver”, disse Tezza. A oficina conta também com o uso de máscaras “é um forte elemento capaz de desinibir e proporcionar um espaço de jogo e ludicidade para quem a usa”, explicou a oficineira.
Na oficina de Novas mídias e novos valores (re)contam histórias clássicas do século XXI os alunos descobrem que histórias familiares podem ser vistas e contadas por outras perspectivas. “Estamos aprendendo novas formas de comunicação e de expressão, além da oportunidade de fazer novas amizades”, afirmou a aluna Patricia Potsch, 16 anos, do Colégio Estadual Adhelmar Sicuro, em Contenda.
Os professores aprenderam técnicas cheias de fantasia na oficina Iluminuras: técnicas para ilustrar e encantar, ministrada por Keila Kem. “A oficina é de multi-linguagens (bi e tri-dimensional). A proposta é desafiar os professores a conquistar uma visão estética e prática da arte”, esclareceu Kem. Para o professor Rogelio Gonçalves, da Escola Godofredo Machado, em São José dos Pinhais, a oficina é “um tempo de grandes descobertas e possibilidades infinitas de criação”.
MAMBORÊ – Na oficina Arte no Meio Ambiente, os alunos são convidados a explorar a própria criatividade através da utilização de materiais que iriam para o lixo. A oficineira Juliana Martini utiliza técnicas de reapoveitamento de materiais orgânicos e recicláveis. “É uma oficina que desenvolve o tema do prórpio evento, a preservação ambiental, através da cultura e da tecnologia”. Segundo o aluno Rai Julho Rodrigues, 14 anos, do Colégio Luzia Garcia Villar, em Barbosa Ferraz, “estamos construindo com materiais que iriam para descarte uma árvore ecológica, confeccionando máscaras de argila e o mais impotante respeitando o meio ambiente”.
Renathielly Fernandes da Silva, 14 anos, do Colégio Estadual João XXIII, participa da Oficina Rítmos Latinos. Para ela, foi uma oportunidade de aprender algo novo e de fazer novas amizades “a oficina não é somente prática, entendenos o significado da dança, o que ela representa e ainda nos divertimos muito. Ministrada pela professora Adriana Mendonça Berber, a oficina desenvolve, a partir da dança e da exploração dos ritmos latinos, uma nova linguagem para o corpo, possibilitando o aprendizado de novas expressões culturais e ritmos. “Os alunos poderão recriar seus próprios estilos, ritmos e movimentos corporaisIsso permite a constituição de uma rica experiência corporal, a qual possibilita compreender o contexto que diferentes culturas estão inseridas”, afirmou Berber.
Os alunos da oficina Sistema Solar aprenderam noções de dimensões astronômicas. “A carência de disciplinas voltadas à astronomia e a divulgação simplificada da mídia cria uma imagem que não corresponde a real, adaptada a cada novidade. Queremos aqui instigar os alunos a pesquisar por conta própria e saber reconhecer as informações consistentes”, disse a professora Giseli dos Reis. O aluno Willian da Silva Cruz, 13 anos, do Colégio Estadual Olavo Bilac, em Peabiru contou que “está sendo uma grande descoberta poder relacionar o tamanho real dos planetas e estrelas. Todo trabalho é realizado em grupo, um ajudando o outro, e acabamos nos tornando amigos”.


