Alunos do Colégio Estadual Alberto Krause se manifestam contra reportagens de jornais 06/06/2008 - 15:34
Alunos do Colégio Estadual Alberto Krause, de Almirante Tamandaré, se manifestaram nesta sexta-feira (06) contra a forma como foram tratados pelos jornais Gazeta do Povo e Folha de São Paulo durante esta semana, na qual foram feitas reportagens sobre a incidentes ocorridos no entorno do colégio. A idéia de mobilização partiu dos próprios estudantes e cerca de 200 alunos participaram do ato.
O diretor da escola, Claudemir Figueiredo Pessoa, disse que suas declarações foram distorcidas nas reportagens e que é grande a revolta dos alunos com as reportagens. "Os alunos afirmam que a imprensa usou de generalizações na cobertura, como se todos os alunos pertencessem a gangues e fossem traficantes", explicou.
Para Wallison Campos Romero, estudante do 3º ano do ensino fundamental, a forma como alunos e comunidade foram taxados de vândalos e marginais é lamentável. "Chegaram a afirmar que nossa comunidade é dirigida por gangues", relatou. "Esse tipo de reportagem só vem depreciar a gente e o nosso bairro", afirmou. Segundo ele, a imprensa fez bem em retratar a violência, mas errou ao generalizar os fatos, envolvendo, desta forma, todos os moradores da região.
Para Rosângela de Freitas, mãe de um estudante do colégio, a escola está sendo tratada como uma das piores do Brasil. "Formou-se um parâmetro de que só existem vândalos na escola", ressaltou. "Nossa escola está na mídia há uma semana e afirmam que nela só há alunos vândalos e traficantes. Os jornalistas estão interpretando essa situação de forma errada", disse. Segundo ela, são realizadas muitas ações boas na escola, que infelizmente não são mostradas, como uma festa sobre a reciclagem de lixo que contou com a participação da terceira idade. "Essa manifestação de hoje foi feita pelos bons alunos que se sentiram prejudicados com as matérias da imprensa", afirmou.
De acordo com Rosângela, a cobertura da mídia envolvendo a escola começou com a agressão de um estudante ocorrida fora do estabelecimento de ensino. Ela ressaltou ainda a responsabilidade dos pais na educação dos filhos. "Cuidem dos seus filhos, conversem, conheçam o filho que têm dentro de casa, os amigos dele e os lugares que freqüenta, pois não adianta querer jogar toda a responsabilidade da educação sobre a escola", disse. "Há pais que compreendem a escola como o único lugar em que seus filhos serão educados, como se os professores tivessem toda essa responsabilidade", finalizou.
O diretor da escola, Claudemir Figueiredo Pessoa, disse que suas declarações foram distorcidas nas reportagens e que é grande a revolta dos alunos com as reportagens. "Os alunos afirmam que a imprensa usou de generalizações na cobertura, como se todos os alunos pertencessem a gangues e fossem traficantes", explicou.
Para Wallison Campos Romero, estudante do 3º ano do ensino fundamental, a forma como alunos e comunidade foram taxados de vândalos e marginais é lamentável. "Chegaram a afirmar que nossa comunidade é dirigida por gangues", relatou. "Esse tipo de reportagem só vem depreciar a gente e o nosso bairro", afirmou. Segundo ele, a imprensa fez bem em retratar a violência, mas errou ao generalizar os fatos, envolvendo, desta forma, todos os moradores da região.
Para Rosângela de Freitas, mãe de um estudante do colégio, a escola está sendo tratada como uma das piores do Brasil. "Formou-se um parâmetro de que só existem vândalos na escola", ressaltou. "Nossa escola está na mídia há uma semana e afirmam que nela só há alunos vândalos e traficantes. Os jornalistas estão interpretando essa situação de forma errada", disse. Segundo ela, são realizadas muitas ações boas na escola, que infelizmente não são mostradas, como uma festa sobre a reciclagem de lixo que contou com a participação da terceira idade. "Essa manifestação de hoje foi feita pelos bons alunos que se sentiram prejudicados com as matérias da imprensa", afirmou.
De acordo com Rosângela, a cobertura da mídia envolvendo a escola começou com a agressão de um estudante ocorrida fora do estabelecimento de ensino. Ela ressaltou ainda a responsabilidade dos pais na educação dos filhos. "Cuidem dos seus filhos, conversem, conheçam o filho que têm dentro de casa, os amigos dele e os lugares que freqüenta, pois não adianta querer jogar toda a responsabilidade da educação sobre a escola", disse. "Há pais que compreendem a escola como o único lugar em que seus filhos serão educados, como se os professores tivessem toda essa responsabilidade", finalizou.


