Avaliação é tema de formação de pedagogos nos Núcleos Regionais 20/04/2010 - 18:44
O processo de avaliação no sistema de ensino é tema de formação continuada para 7 mil profissionais da educação. Pedagogos das rede estadual e diretores da rede conveniada participam da Jornada Pedagógica: Avaliação do Ensino e Aprendizagem. O curso está sendo realizado de forma descentralizada nos 32 Núcleos Regionais de Educação durante esta semana.
Em Curitiba, por exemplo, o evento está sendo realizado nessa segunda-feira (19) no Colégio Estadual Santa Cândida. São mais de 650 participantes que discutem temas que envolvem a avaliação escolar, tais como critérios, instrumentos, aspectos quantitativos e qualitativos, resultados e Conselho de Classe.
Sandra Mara Rigoni, coordenadora da equipe pedagógica do Núcleo Regional de Educação de Curitiba explica que o evento serve para retomar o processo avaliativo realizado no cotidiano das escolas. “O Plano de trabalho da escola precisa ser baseado na realidade da escola, definidos por todos os envolvidos da escola, Conselho de Classe, diretores, pedagogos e professores”, diz a coordenadora.
No primeiro dia, foram apresentados conceitos sobre avaliação. Na terça-feira (20) serão feitas análises sobre o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), Prova Brasil, Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e sobre os índices da escola (aprovação, reprovação e evasão).
“A avaliação é fundamental dentro do processo escolar tem que ser discutida constantemente, porque reflete nas condições de aprendizagem dos alunos”, comenta Viviane Carvalho Langer, pedagoga do Colégio Estadual do Paraná.
“É de fundamental importância este evento, que não pode se perder, porque é neste espaço que conseguimos trocar idéias, conhecimentos e ampliá-los para além do cotidiano escolar”, afirma a pedagoga a o lembrar que a jornada é resultado de uma discussão coletiva estimulada pela política de valorização dos profissionais da educação.
Pedagogia - As jornadas pedagógicas existem desde 2005 e têm um caráter de formação que integra uma prática fundamentada numa teoria, baseada em uma concepção. “Desta forma, partimos na jornada de temas que envolvem o trabalho pedagógico como currículo ou gestão escolar”, explica a coordenadora de Gestão Escolar, Elisane Fank. A Coordenação de Gestão Escolar é vinculada à Diretoria de Políticas e Programas Educacionais (Dppe) da Secretaria da Educação.
Este ano a avaliação foi escolhida novamente como tema das jornadas realizadas pela Secretaria da Educação. “Embora a avaliação seja um dos elementos da organização do trabalho pedagógico, que mais tenha avançado, teoricamente, na letra da lei, ainda precisamos avançar na cultura escolar”, comenta a coordenadora.
“O principal objetivo é possibilitar a identificação sobre o que o estudante aprendeu, diagnosticar o que não foi aprendido e intervir no processo de aprendizagem, considerando os aspectos qualitativos apresentados”, define a coordenadora ao explicar por que a avaliação é considerada processual pela Secretaria.
Para a definição de critérios de avaliação é preciso considerar a legislação e a concepção de aprendizagem. “A Lei de Diretrizes de Base (LDB) e a deliberação do Conselho Estadual de Educação estabelecem que as escolas têm autonomia para a construção do projeto político pedagógico, portanto dos critérios avaliativos, não sendo a Seed responsável em defini-los”.
A coordenadora ainda lembra que a avaliação é determinante para a promoção dos estudantes. “Em tese, não deveria existir reprovação, porque o estudante aprendeu. Assim, a escola teria cumprido a sua função social que é fazer com que o estudante aprenda”, conclui.
Em Curitiba, por exemplo, o evento está sendo realizado nessa segunda-feira (19) no Colégio Estadual Santa Cândida. São mais de 650 participantes que discutem temas que envolvem a avaliação escolar, tais como critérios, instrumentos, aspectos quantitativos e qualitativos, resultados e Conselho de Classe.
Sandra Mara Rigoni, coordenadora da equipe pedagógica do Núcleo Regional de Educação de Curitiba explica que o evento serve para retomar o processo avaliativo realizado no cotidiano das escolas. “O Plano de trabalho da escola precisa ser baseado na realidade da escola, definidos por todos os envolvidos da escola, Conselho de Classe, diretores, pedagogos e professores”, diz a coordenadora.
No primeiro dia, foram apresentados conceitos sobre avaliação. Na terça-feira (20) serão feitas análises sobre o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), Prova Brasil, Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e sobre os índices da escola (aprovação, reprovação e evasão).
“A avaliação é fundamental dentro do processo escolar tem que ser discutida constantemente, porque reflete nas condições de aprendizagem dos alunos”, comenta Viviane Carvalho Langer, pedagoga do Colégio Estadual do Paraná.
“É de fundamental importância este evento, que não pode se perder, porque é neste espaço que conseguimos trocar idéias, conhecimentos e ampliá-los para além do cotidiano escolar”, afirma a pedagoga a o lembrar que a jornada é resultado de uma discussão coletiva estimulada pela política de valorização dos profissionais da educação.
Pedagogia - As jornadas pedagógicas existem desde 2005 e têm um caráter de formação que integra uma prática fundamentada numa teoria, baseada em uma concepção. “Desta forma, partimos na jornada de temas que envolvem o trabalho pedagógico como currículo ou gestão escolar”, explica a coordenadora de Gestão Escolar, Elisane Fank. A Coordenação de Gestão Escolar é vinculada à Diretoria de Políticas e Programas Educacionais (Dppe) da Secretaria da Educação.
Este ano a avaliação foi escolhida novamente como tema das jornadas realizadas pela Secretaria da Educação. “Embora a avaliação seja um dos elementos da organização do trabalho pedagógico, que mais tenha avançado, teoricamente, na letra da lei, ainda precisamos avançar na cultura escolar”, comenta a coordenadora.
“O principal objetivo é possibilitar a identificação sobre o que o estudante aprendeu, diagnosticar o que não foi aprendido e intervir no processo de aprendizagem, considerando os aspectos qualitativos apresentados”, define a coordenadora ao explicar por que a avaliação é considerada processual pela Secretaria.
Para a definição de critérios de avaliação é preciso considerar a legislação e a concepção de aprendizagem. “A Lei de Diretrizes de Base (LDB) e a deliberação do Conselho Estadual de Educação estabelecem que as escolas têm autonomia para a construção do projeto político pedagógico, portanto dos critérios avaliativos, não sendo a Seed responsável em defini-los”.
A coordenadora ainda lembra que a avaliação é determinante para a promoção dos estudantes. “Em tese, não deveria existir reprovação, porque o estudante aprendeu. Assim, a escola teria cumprido a sua função social que é fazer com que o estudante aprenda”, conclui.


