CAP Maringá recebe premiação nacional 23/08/2011 - 10:00
O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAP) de Maringá foi premiado no Prêmio Cidadania – Associação do Fundo do Banco do Brasil. A premiação, que ocorreu em Brasília, foi um mérito ao Projeto Visão de Liberdade.
O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAP) de Maringá ficou em 4.º lugar no Prêmio Cidadania – Associação do Fundo do Banco do Brasil A premiação, que ocorreu dia 11 em Brasília, foi um mérito ao Projeto Visão de Liberdade. O projeto está vinculado ao CAP de Maringá, à Penitenciária Estadual de Maringá e conta com o apoio do Conselho Comunitário de Segurança de Maringá (Conseg). Nele, os detentos produzem materiais de leitura não didáticos em braile, além de maquetes, brinquedos adaptados e materiais em relevo.
De acordo com o coordenador estadual do CAP na Secretaria de Estado da Educação (Seed), Ricardo José de Lima, o projeto é uma chance de troca. “De um lado, ajuda os deficientes visuais e do outro ressocializa os detentos, oferecendo-lhes oportunidade de saírem da penitenciária melhor do que entraram”.
Também são produzidos livros falados ou audiolivros (literatura infantojuvenil) e desta produção 150 exemplares são distribuídos em todo o Brasil e para a biblioteca pública de Portugal. Aliás, uma das metas do projeto é que os exemplares sejam distribuídos em todos os países de língua portuguesa.
Para Antonio Tadeu Rodrigues, presidente do Conseg, o Estado deve utilizar sempre esta mão de obra para ajudar pessoas mais necessitadas. “Este admirável trabalho é o melhor exemplo de que os presos podem produzir algo concreto e de muita qualidade para pessoas com deficiência visual”.
Os detentos que participam do Projeto Visão de Liberdade são selecionados de acordo com os critérios da assistência social e participam de um breve curso de formação. Há remição de penas para eles conforme o tempo trabalhado em prol do projeto. Participam entre 8 a 20 detentos da penitenciária.
De acordo com Luciano Marcelo Simões de Brito, Diretor da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM), foram constatados diversos benefícios para todos os envolvidos. “Os presos se sentem parte de algo importante e se veem inseridos na comunidade, para a Secretaria de Justiça conseguimos promover a efetiva ressocialização e reinserção social do apenado”.
O interno Marcos César Gomes, que atua no setor de gravação de livros, o projeto modificou a realidade da penitenciária. “Através desse projeto temos a oportunidade de repensarmos em nossas vidas e idealizarmos um futuro de dignidade e de compromisso para com a sociedade”, afirmou.
Em relação ao prêmio, Joarilson Poletto, interno que atua no setor de digitação, afirmou se sentir feliz pela conquista. “Estamos nos sentindo honrados por saber que a nossa contribuição na elaboração dos materiais foi fundamental para a conquista deste prêmio”.
O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAP) de Maringá ficou em 4.º lugar no Prêmio Cidadania – Associação do Fundo do Banco do Brasil A premiação, que ocorreu dia 11 em Brasília, foi um mérito ao Projeto Visão de Liberdade. O projeto está vinculado ao CAP de Maringá, à Penitenciária Estadual de Maringá e conta com o apoio do Conselho Comunitário de Segurança de Maringá (Conseg). Nele, os detentos produzem materiais de leitura não didáticos em braile, além de maquetes, brinquedos adaptados e materiais em relevo.
De acordo com o coordenador estadual do CAP na Secretaria de Estado da Educação (Seed), Ricardo José de Lima, o projeto é uma chance de troca. “De um lado, ajuda os deficientes visuais e do outro ressocializa os detentos, oferecendo-lhes oportunidade de saírem da penitenciária melhor do que entraram”.
Também são produzidos livros falados ou audiolivros (literatura infantojuvenil) e desta produção 150 exemplares são distribuídos em todo o Brasil e para a biblioteca pública de Portugal. Aliás, uma das metas do projeto é que os exemplares sejam distribuídos em todos os países de língua portuguesa.
Para Antonio Tadeu Rodrigues, presidente do Conseg, o Estado deve utilizar sempre esta mão de obra para ajudar pessoas mais necessitadas. “Este admirável trabalho é o melhor exemplo de que os presos podem produzir algo concreto e de muita qualidade para pessoas com deficiência visual”.
Os detentos que participam do Projeto Visão de Liberdade são selecionados de acordo com os critérios da assistência social e participam de um breve curso de formação. Há remição de penas para eles conforme o tempo trabalhado em prol do projeto. Participam entre 8 a 20 detentos da penitenciária.
De acordo com Luciano Marcelo Simões de Brito, Diretor da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM), foram constatados diversos benefícios para todos os envolvidos. “Os presos se sentem parte de algo importante e se veem inseridos na comunidade, para a Secretaria de Justiça conseguimos promover a efetiva ressocialização e reinserção social do apenado”.
O interno Marcos César Gomes, que atua no setor de gravação de livros, o projeto modificou a realidade da penitenciária. “Através desse projeto temos a oportunidade de repensarmos em nossas vidas e idealizarmos um futuro de dignidade e de compromisso para com a sociedade”, afirmou.
Em relação ao prêmio, Joarilson Poletto, interno que atua no setor de digitação, afirmou se sentir feliz pela conquista. “Estamos nos sentindo honrados por saber que a nossa contribuição na elaboração dos materiais foi fundamental para a conquista deste prêmio”.


