Colégio Beatriz Ansay terá vigia noturno, câmeras de segurança e grade de proteção 17/04/2008 - 18:00
A Secretaria da Educação anunciou nesta quinta-feira (17) medidas para reduzir a violência no Colégio Estadual Beatriz Faria Ansay, que teve suas aulas prejudicadas no início dessa semana. Estudantes, professores e pais foram informados nesta quinta-feira (17) na sede da Secretaria, em Curitiba, também sobre a retomada das obras na escola. “Entre as medidas, estão a colocação de grade de proteção, quatro câmeras de segurança e vigia noturno, além da intensificação do trabalho da patrulha escolar”, afirma a chefe do Núcleo Regional de Educação de Curitiba, Sheila Marize de Toledo.
Está agendada uma reunião na próxima terça-feira (22) com estudantes, professores e funcionários do colégio, Núcleo Regional de Curitiba, Patrulha Escolar e a Superintendência de Desenvolvimento Educacional da Secretaria. O Colégio Estadual Beatriz Faria Ansay está funcionando em um espaço provisório, desde que a antiga sede foi demolida, porque não atendia às necessidades da comunidade escolar.
A escola está funcionando provisoriamente num prédio alugado, perto da antiga sede. Um ônibus faz o transporte dos estudantes, professores e funcionários.Os problemas começaram no início em 2005 quando a empresa vencedora da licitação, a Construtora Alpha San, abandonou a obra e o contrato foi cancelado. Em setembro de 2006, outra licitação foi realizada e a vencedora foi a construtora Braaden. Poucos meses depois, após a realização de 10% do total, a empresa também abandonou a obra, alegando dificuldades financeiras. Mesmo assim, os trabalhos continuaram até agosto de 2007, quando a construtora entrou em processo de recuperação financeira e a Justiça não permitiu a renovação do contrato com o Governo do Estado.
Foram constatadas diversas irregularidades na execução da obra, especialmente na parte estrutural. Consertos e reparos foram feitos pela Braaden. Uma nova licitação deverá ser aberta nos próximos 30 dias. Após 60 dias serão lidas as propostas e designado o vencedor. O prazo para a retomada das obras é de 90 dias após o resultado da licitação. O novo colégio deve ser entregue no início do ano que vem.
Está agendada uma reunião na próxima terça-feira (22) com estudantes, professores e funcionários do colégio, Núcleo Regional de Curitiba, Patrulha Escolar e a Superintendência de Desenvolvimento Educacional da Secretaria. O Colégio Estadual Beatriz Faria Ansay está funcionando em um espaço provisório, desde que a antiga sede foi demolida, porque não atendia às necessidades da comunidade escolar.
A escola está funcionando provisoriamente num prédio alugado, perto da antiga sede. Um ônibus faz o transporte dos estudantes, professores e funcionários.Os problemas começaram no início em 2005 quando a empresa vencedora da licitação, a Construtora Alpha San, abandonou a obra e o contrato foi cancelado. Em setembro de 2006, outra licitação foi realizada e a vencedora foi a construtora Braaden. Poucos meses depois, após a realização de 10% do total, a empresa também abandonou a obra, alegando dificuldades financeiras. Mesmo assim, os trabalhos continuaram até agosto de 2007, quando a construtora entrou em processo de recuperação financeira e a Justiça não permitiu a renovação do contrato com o Governo do Estado.
Foram constatadas diversas irregularidades na execução da obra, especialmente na parte estrutural. Consertos e reparos foram feitos pela Braaden. Uma nova licitação deverá ser aberta nos próximos 30 dias. Após 60 dias serão lidas as propostas e designado o vencedor. O prazo para a retomada das obras é de 90 dias após o resultado da licitação. O novo colégio deve ser entregue no início do ano que vem.


