Comissão da Seed se reúne e visita instalações do Colégio Beatriz Ansay 04/03/2010 - 15:00
Uma inspeção nas dependências provisórias do Colégio Estadual Beatriz Faria Ansay, localizado no Tatuquara (Vila Pompéia), em Curitiba, foi realizada nesta quinta-feira (4) pela comissão criada pela Secretaria da Educação para avaliar os problemas nas instalações. Pela manhã, a comissão reuniu-se com cerca de 15 representantes da comunidade escolar no gabinete da secretária da Educação Yvelise Arco-Verde.
“Estamos fazendo um levantamento da situação no local para, de imediato, desencadear ações de recuperação da estrutura física do prédio que abriga a escola provisoriamente, enquanto a nova sede não fica pronta”, explicou a diretora de Políticas Públicas e Programas Educacionais da Seed, Fátima Yokohama, que coordena o trabalho.
A primeira medida é a reconstrução das divisórias danificadas que separam as salas de aula. “A empresa responsável pelo serviço nos assegurou que esta etapa deve ser terminada no fim de semana”, informou a chefe do Núcleo Regional da Educação de Curitiba, Sheila Marize Toledo Pereira. Outra medida solicitada pelo diretor do colégio, Manoel Pereria, e que deve ser adotada diz respeito à iluminação. “Precisamos de um quadro geral que nos permita ter o controle da rede elétrica, para substituir as caixas individuais que existem em cada sala de aula”, reivindicou.
Informação - A comissão permanente se comprometeu a manter a comunidade informada de todas as medidas previstas, por intermédio da assistente de área do NRE de Curitiba responsável pela escola, professora Maria Cristina Theobald. O acesso às informações sobre o andamento das obras da sede da escola e as medidas paliativas a serem adotadas para melhorar a qualidade do atual ambiente escolar será facilitado.
O presidente da Associação de Moradores e Amigos da Vila Pompéia Nelson Petrule ressaltou a importância de a Seed estabelecer um novo canal de comunicação. “A população quer entender os motivos pelos quais essa obra está parada há tanto tempo”, disse.
A empresa que iniciou a construção pediu falência, o que obrigou a realização de um novo processo licitatório, que leva meses. Outra licitação foi feita e tudo se repetiu: a empresa também pediu falência. A vencedora da terceira licitação constatou problemas técnicos na primeira etapa das obras e, depois do parecer de uma empresa especialista em perícias, foi decidida a demolição da estrutura e a reconcepção do projeto. Os recursos para o início das novas obras serão indicados dentro de 15 dias e as obras devem ser retomadas ainda em maio deste ano.
Na próxima segunda-feira, a comissão terá uma reunião com representantes da Secretaria de Estado de Obras Públicas e, de acordo com a diretora Fátima Yokohama, será apresentada uma proposta de ações até a próxima quarta-feira à secretária Yvelise Arco-Verde. Também participaram da reunião o deputado estadual José Lemos, o vereador de Curitiba Pedro Paulo e o representante da APP Sindicato Luiz Carlos Paixão da Rocha.
“Estamos fazendo um levantamento da situação no local para, de imediato, desencadear ações de recuperação da estrutura física do prédio que abriga a escola provisoriamente, enquanto a nova sede não fica pronta”, explicou a diretora de Políticas Públicas e Programas Educacionais da Seed, Fátima Yokohama, que coordena o trabalho.
A primeira medida é a reconstrução das divisórias danificadas que separam as salas de aula. “A empresa responsável pelo serviço nos assegurou que esta etapa deve ser terminada no fim de semana”, informou a chefe do Núcleo Regional da Educação de Curitiba, Sheila Marize Toledo Pereira. Outra medida solicitada pelo diretor do colégio, Manoel Pereria, e que deve ser adotada diz respeito à iluminação. “Precisamos de um quadro geral que nos permita ter o controle da rede elétrica, para substituir as caixas individuais que existem em cada sala de aula”, reivindicou.
Informação - A comissão permanente se comprometeu a manter a comunidade informada de todas as medidas previstas, por intermédio da assistente de área do NRE de Curitiba responsável pela escola, professora Maria Cristina Theobald. O acesso às informações sobre o andamento das obras da sede da escola e as medidas paliativas a serem adotadas para melhorar a qualidade do atual ambiente escolar será facilitado.
O presidente da Associação de Moradores e Amigos da Vila Pompéia Nelson Petrule ressaltou a importância de a Seed estabelecer um novo canal de comunicação. “A população quer entender os motivos pelos quais essa obra está parada há tanto tempo”, disse.
A empresa que iniciou a construção pediu falência, o que obrigou a realização de um novo processo licitatório, que leva meses. Outra licitação foi feita e tudo se repetiu: a empresa também pediu falência. A vencedora da terceira licitação constatou problemas técnicos na primeira etapa das obras e, depois do parecer de uma empresa especialista em perícias, foi decidida a demolição da estrutura e a reconcepção do projeto. Os recursos para o início das novas obras serão indicados dentro de 15 dias e as obras devem ser retomadas ainda em maio deste ano.
Na próxima segunda-feira, a comissão terá uma reunião com representantes da Secretaria de Estado de Obras Públicas e, de acordo com a diretora Fátima Yokohama, será apresentada uma proposta de ações até a próxima quarta-feira à secretária Yvelise Arco-Verde. Também participaram da reunião o deputado estadual José Lemos, o vereador de Curitiba Pedro Paulo e o representante da APP Sindicato Luiz Carlos Paixão da Rocha.


