Curso de Formação do Programa Escola Ativa reúne professores em Curitiba 23/03/2010 - 13:00
Começou nesta segunda-feira (22) e vai até a próxima sexta-feira (26), em Curitiba, o segundo módulo do Curso de Formação Escola Ativa. Programa voltado para a formação e qualificação de professores que atuam em escolas com classes multisseriadas (classe com 2 ou mais anos/séries), localizadas no campo. Participam do Curso, professores que estão em exercício na educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental nas classes multisseriadas de 43 municípios do Estado.
O programa é realizado entre o Ministério da Educação(MEC), através da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento pela Educação (FNDE), em parceria com as Instituições de Ensino Superior Públicas (IES) e com a adesão, voluntária, de estados e municípios que ocorreu nos anos de 2008 e 2009.
A formação dos professores municipais se dá em Módulos e é presencial. O MEC/FNDE disponibiliza recurso financeiro que é repassado à Universidade Federal do Paraná, para a realização dos 6 módulos ao longo do ano somando, totalizando 240 horas.
Além disso, os professores, após retornarem aos seus municípios, têm a tarefa de repassar aos demais o que aprenderam durante a formação e, portanto, cada município é responsável por promover espaços de formação in loco, garantindo formação continuada aos professores, deslocamento e a presença dos formadores nas atividades, também, é de responsabilidade do município acompanhar, monitorar e avaliar o programa em âmbito local ao longo do ano letivo.
O MEC, também, disponibiliza material didático e pedagógico aos municípios que participam do programa. O Curso vai até a próxima sexta-feira(26).
Realidade - No Paraná, a Coordenação de Educação do Campo da Secretaria de Estado da Educação desenvolve um série de atividades procurando atender às especificidades destas escolas e seus sujeitos.
A Educação do Campo atende não somente os alunos da zona rural, mas também os ribeirinhos, ilhéus, indígenas, atingidos por barragens, remanescentes de quilombos, assentados, acampados, faxinalenses e pequenos agricultores. No Paraná são 584 escolas distribuídas em 31 Núcleos Regionais de Educação. Atende aproximadamente 130 mil alunos nos ensinos fundamental e médio.
“As pessoas que vivem no campo têm direito a uma educação pensada, vinculada à sua cultura e às suas necessidades humanas e sociais, por isso a Seed tem investido nesta troca de experiência, valorizando a diversidade, tornando o saber escolar cada vez mais próximo da realidade dos sujeitos do campo”, disse o Coordenador da Educação do Campo Vitor de Moraes.
Através da Coordenação da Educação do Campo, diversas ações foram desenvolvidas ao longo destes anos, tais como: Seminários Estaduais, Encontros Descentralizados para a produção de Diretrizes Curriculares, Produção de Caderno Temático da Educação do Campo, Seminário Estadual das Áreas de Assentamentos da Reforma Agrária, Produção das Diretrizes Curriculares da Educação do Campo, Simpósios da Educação do Campo, além da criação do Comitê Estadual da Educação do Campo que está em fase de finalização.
“É preciso entender a educação do campo, repensando a questão agrária e a história cultural do povo. Com a instituição do Comitê as demandas provenientes dos movimentos sociais poderão subsidiar os componentes estruturantes das políticas educacionais, respeitando o direito a educação escolar nos termos da legislação vigente. Será um espaço de gestão democrática”, disse o chefe do Departamento da Diversidade, Wagner Roberto do Amaral.
O programa é realizado entre o Ministério da Educação(MEC), através da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento pela Educação (FNDE), em parceria com as Instituições de Ensino Superior Públicas (IES) e com a adesão, voluntária, de estados e municípios que ocorreu nos anos de 2008 e 2009.
A formação dos professores municipais se dá em Módulos e é presencial. O MEC/FNDE disponibiliza recurso financeiro que é repassado à Universidade Federal do Paraná, para a realização dos 6 módulos ao longo do ano somando, totalizando 240 horas.
Além disso, os professores, após retornarem aos seus municípios, têm a tarefa de repassar aos demais o que aprenderam durante a formação e, portanto, cada município é responsável por promover espaços de formação in loco, garantindo formação continuada aos professores, deslocamento e a presença dos formadores nas atividades, também, é de responsabilidade do município acompanhar, monitorar e avaliar o programa em âmbito local ao longo do ano letivo.
O MEC, também, disponibiliza material didático e pedagógico aos municípios que participam do programa. O Curso vai até a próxima sexta-feira(26).
Realidade - No Paraná, a Coordenação de Educação do Campo da Secretaria de Estado da Educação desenvolve um série de atividades procurando atender às especificidades destas escolas e seus sujeitos.
A Educação do Campo atende não somente os alunos da zona rural, mas também os ribeirinhos, ilhéus, indígenas, atingidos por barragens, remanescentes de quilombos, assentados, acampados, faxinalenses e pequenos agricultores. No Paraná são 584 escolas distribuídas em 31 Núcleos Regionais de Educação. Atende aproximadamente 130 mil alunos nos ensinos fundamental e médio.
“As pessoas que vivem no campo têm direito a uma educação pensada, vinculada à sua cultura e às suas necessidades humanas e sociais, por isso a Seed tem investido nesta troca de experiência, valorizando a diversidade, tornando o saber escolar cada vez mais próximo da realidade dos sujeitos do campo”, disse o Coordenador da Educação do Campo Vitor de Moraes.
Através da Coordenação da Educação do Campo, diversas ações foram desenvolvidas ao longo destes anos, tais como: Seminários Estaduais, Encontros Descentralizados para a produção de Diretrizes Curriculares, Produção de Caderno Temático da Educação do Campo, Seminário Estadual das Áreas de Assentamentos da Reforma Agrária, Produção das Diretrizes Curriculares da Educação do Campo, Simpósios da Educação do Campo, além da criação do Comitê Estadual da Educação do Campo que está em fase de finalização.
“É preciso entender a educação do campo, repensando a questão agrária e a história cultural do povo. Com a instituição do Comitê as demandas provenientes dos movimentos sociais poderão subsidiar os componentes estruturantes das políticas educacionais, respeitando o direito a educação escolar nos termos da legislação vigente. Será um espaço de gestão democrática”, disse o chefe do Departamento da Diversidade, Wagner Roberto do Amaral.


