Educação especial implanta Centro de Apoio aos Profissionais de Educação de Surdos 26/06/2008 - 17:03
A Secretaria de Educação do Paraná (Seed), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), implantou nesta quinta-feira (26) o Centro de Apoio aos Profissionais da Educação de Surdos (CAS-PR). "O CAS tem como finalidade promover a formação continuada de profissionais da educação especial, viabilizando a inclusão escolar e social das pessoas com deficiência auditiva", explicou a superintendente de educação da Seed, Yvelise Arco-Verde.
Para ela, um dos maiores passos foi a realização de concursos públicos da Seed nas diversas áreas da educação especial, que iniciou a inclusão responsável desses alunos. Yvelise destacou que o CAS foi criado para contribuir nesse processo. A parceria com a UFPR pretende fomentar a pesquisa de acadêmicos de diversas áreas.
"A intenção é trabalhar não só na educação inclusiva, mas principalmente na área de pesquisa. Esperamos que estudantes de saúde, biologia, educação e de outras áreas estejam pensando conosco novas possibilidades na inclusão de alunos surdos", disse.
A professora Neuza Soares de Sá, chefe do ao Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (Deein), destacou que o CAS atuará também na produção e adaptação de material didático com a inclusão de Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais.
"Na maioria dos meios de comunicação não temos a presença do tradutor e intérprete de Libras, pretendemos propor a inclusão primeiramente na Paraná Educativa, para que os surdos possam entrar em contato com todos os assuntos", disse Neuza. O CAS é vinculado administrativa e pedagogicamente ao Deein e formado por 5 núcleos. Um deles é o núcleo de convivência, que vai favorecer a acessibilidade e a troca de experiências entre professores e alunos surdos.
Os professores surdos, que participaram da implantação do CAS, reforçaram a importância de divulgar a linguagem de sinais. A professora Elizanete Favaro ressaltou que a sociedade precisa saber que o surdo tem uma língua própria. Para professor Dagoberto Rocha, a idéia é sensibilizar as pessoas para verem a Libras como uma linguagem, sem a necessidade de ser fluente nela, já que isso só acontece com o contato com as pessoas surdas.
O professor Heloir Monteanher comparou as pessoas sem deficiência com um imigrante que se encontra em outro país. Com a família ele pode até falar em sua própria língua mas, com os nativos, precisa se comunicar na língua deles, ou não é compreendido. Os três defenderam a idéia de que a Libras é uma outra língua e por isso deve ser respeitada e difundida.
Para ela, um dos maiores passos foi a realização de concursos públicos da Seed nas diversas áreas da educação especial, que iniciou a inclusão responsável desses alunos. Yvelise destacou que o CAS foi criado para contribuir nesse processo. A parceria com a UFPR pretende fomentar a pesquisa de acadêmicos de diversas áreas.
"A intenção é trabalhar não só na educação inclusiva, mas principalmente na área de pesquisa. Esperamos que estudantes de saúde, biologia, educação e de outras áreas estejam pensando conosco novas possibilidades na inclusão de alunos surdos", disse.
A professora Neuza Soares de Sá, chefe do ao Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (Deein), destacou que o CAS atuará também na produção e adaptação de material didático com a inclusão de Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais.
"Na maioria dos meios de comunicação não temos a presença do tradutor e intérprete de Libras, pretendemos propor a inclusão primeiramente na Paraná Educativa, para que os surdos possam entrar em contato com todos os assuntos", disse Neuza. O CAS é vinculado administrativa e pedagogicamente ao Deein e formado por 5 núcleos. Um deles é o núcleo de convivência, que vai favorecer a acessibilidade e a troca de experiências entre professores e alunos surdos.
Os professores surdos, que participaram da implantação do CAS, reforçaram a importância de divulgar a linguagem de sinais. A professora Elizanete Favaro ressaltou que a sociedade precisa saber que o surdo tem uma língua própria. Para professor Dagoberto Rocha, a idéia é sensibilizar as pessoas para verem a Libras como uma linguagem, sem a necessidade de ser fluente nela, já que isso só acontece com o contato com as pessoas surdas.
O professor Heloir Monteanher comparou as pessoas sem deficiência com um imigrante que se encontra em outro país. Com a família ele pode até falar em sua própria língua mas, com os nativos, precisa se comunicar na língua deles, ou não é compreendido. Os três defenderam a idéia de que a Libras é uma outra língua e por isso deve ser respeitada e difundida.


