Evento em Palmas reúne professores que atuam em comunidades quilombolas 17/09/2009 - 16:50
Cerca de 60 docentes participam desde terça-feira (15), em Palmas, do Curso de Formação para professores que atuam nas escolas quilombolas do Paraná. O objetivo é capacitar os profissionais unindo à pedagogia a cultura milenar dos quilombos, consolidando a educação escolar quilombola no estado, contribuindo para a inserção desses sujeitos na sociedade paranaense. O evento termina na sexta-feira (18).
O curso é promovido pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), por meio do Departamento da Diversidade e contou com a participação de representantes da Federação das Comunidades Quilombolas do Estado do Paraná – Fecoqui.
Dentre as ações que vem sendo desenvolvidas pelo Governo do Estado do Paraná na área, destacam-se a criação das duas escolas que foram construídas nas comunidades quilombolas: Escola Estadual Quilombola Maria Joana Ferreira na comunidade remanescente de quilombo Adelaide Maria Trindade, no município de Palmas e o Colégio Estadual Diogo Ramos na comunidade João Sura, em Adrianópolis.
Para Dona Maria Arlete, líder da comunidade quilombola, “uma escola dentro da comunidade vem ao encontro da grande necessidade de continuidade para o estudo, acabando com a evasão escolar e principalmente o resgate a história do Brasil, do município, enfatizando a cultura da comunidade”, contou Arlete.
O nome da escola Estadual Quilombola Maria Joana Ferreira é uma homenagem a uma das grandes líderes da comunidade que lutava por liberdade, igualdade em busca de seus direitos. “A escola está aberta a todas as etnias, pois a comunidade sabe muito bem o que significa a exclusão, desta forma, queremos a inclusão de todos no mesmo espaço, garantindo a continuidade da cultura afro-brasileira”, disse.
Maria Arlete, que fez questão de relatar sobre a emoção de poder participar de um encontro como esse, com oficinas específicas onde o docente repassa os passos de capoeira, samba, maculelê, sendo a primeira experiência da vida dos mesmos, resgatando a cultura afrodescendentes.
O curso é promovido pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), por meio do Departamento da Diversidade e contou com a participação de representantes da Federação das Comunidades Quilombolas do Estado do Paraná – Fecoqui.
Dentre as ações que vem sendo desenvolvidas pelo Governo do Estado do Paraná na área, destacam-se a criação das duas escolas que foram construídas nas comunidades quilombolas: Escola Estadual Quilombola Maria Joana Ferreira na comunidade remanescente de quilombo Adelaide Maria Trindade, no município de Palmas e o Colégio Estadual Diogo Ramos na comunidade João Sura, em Adrianópolis.
Para Dona Maria Arlete, líder da comunidade quilombola, “uma escola dentro da comunidade vem ao encontro da grande necessidade de continuidade para o estudo, acabando com a evasão escolar e principalmente o resgate a história do Brasil, do município, enfatizando a cultura da comunidade”, contou Arlete.
O nome da escola Estadual Quilombola Maria Joana Ferreira é uma homenagem a uma das grandes líderes da comunidade que lutava por liberdade, igualdade em busca de seus direitos. “A escola está aberta a todas as etnias, pois a comunidade sabe muito bem o que significa a exclusão, desta forma, queremos a inclusão de todos no mesmo espaço, garantindo a continuidade da cultura afro-brasileira”, disse.
Maria Arlete, que fez questão de relatar sobre a emoção de poder participar de um encontro como esse, com oficinas específicas onde o docente repassa os passos de capoeira, samba, maculelê, sendo a primeira experiência da vida dos mesmos, resgatando a cultura afrodescendentes.


