Exploração sexual é tema de campanha nas escolas 16/05/2013 - 12:10
Durante toda esta semana, escolas estaduais têm atividades voltadas para a conscientização de alunos sobre o 18 de maio, dia nacional de luta contra o abuso e a exploração sexual infanto-juvenil. Debates, peças teatrais, roda de conversa e mobilizações nas redes sociais, além de produções audiovisuais são algumas das ações que são desenvolvidas com os alunos.
As atividades foram propostas pela Secretaria de Estado da Educação para fortalecer e articular a Rede de Proteção que atende crianças e adolescentes em situação de risco pessoal nos municípios, levando à reflexão e discussão relacionadas à violência sexual, gênero e sexualidade. “Todos devemos assumir a responsabilidade diante do abuso e da exploração sexual contra crianças e adolescentes”, disse Maurício Rosa, coordenador de Desenvolvimento Socioeducacional.
Em Curitiba, alunos do Colégio Estadual Senhorinha de Moraes Sarmento, participam de um concurso de grafite. A melhor arte será reproduzida no muro da escola. Os estudantes estão fazendo ainda um jornal mural com informações sobre a temática, escrevendo poesias e confeccionando cartazes. A flor símbolo do dia também será pintada no colégio.
Para a professora de Matemática Rosana Rocha, tanto Estado como sociedade civil devem proteger crianças e adolescentes. “A violência não é apenas física, mas psicológica, e geralmente é cometida por pessoas próximas à criança. Muitas vezes o que é considerado normal pela criança, não é nada normal. Daí a necessidade de debater com os alunos formas de contribuir para evitar a exploração sexual de infanto-juvenis”, comentou Rosana.
Neste ano, o foco da Campanha Nacional do Dia 18 de Maio é a Copa do Mundo. A Secretaria elaborou um Plano de Ação Integrado, com ações em âmbito estadual que serão desenvolvidas ao longo do ano.
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes ficou caracterizado como o dia de luta nacional pela garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes. Historicamente, a data figura como marco político para o enfrentamento à violência sexual e está relacionada ao sequestro, estupro e assassinato de Araceli Sanches, ocorrida na cidade de Vitória, Espírito Santo, no ano de 1973 e a impunidade dos agressores.
Casos de violência podem ser denunciados pelo Disque 181 ou Disque 100. As informações são sigilosas.
As atividades foram propostas pela Secretaria de Estado da Educação para fortalecer e articular a Rede de Proteção que atende crianças e adolescentes em situação de risco pessoal nos municípios, levando à reflexão e discussão relacionadas à violência sexual, gênero e sexualidade. “Todos devemos assumir a responsabilidade diante do abuso e da exploração sexual contra crianças e adolescentes”, disse Maurício Rosa, coordenador de Desenvolvimento Socioeducacional.
Em Curitiba, alunos do Colégio Estadual Senhorinha de Moraes Sarmento, participam de um concurso de grafite. A melhor arte será reproduzida no muro da escola. Os estudantes estão fazendo ainda um jornal mural com informações sobre a temática, escrevendo poesias e confeccionando cartazes. A flor símbolo do dia também será pintada no colégio.
Para a professora de Matemática Rosana Rocha, tanto Estado como sociedade civil devem proteger crianças e adolescentes. “A violência não é apenas física, mas psicológica, e geralmente é cometida por pessoas próximas à criança. Muitas vezes o que é considerado normal pela criança, não é nada normal. Daí a necessidade de debater com os alunos formas de contribuir para evitar a exploração sexual de infanto-juvenis”, comentou Rosana.
Neste ano, o foco da Campanha Nacional do Dia 18 de Maio é a Copa do Mundo. A Secretaria elaborou um Plano de Ação Integrado, com ações em âmbito estadual que serão desenvolvidas ao longo do ano.
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes ficou caracterizado como o dia de luta nacional pela garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes. Historicamente, a data figura como marco político para o enfrentamento à violência sexual e está relacionada ao sequestro, estupro e assassinato de Araceli Sanches, ocorrida na cidade de Vitória, Espírito Santo, no ano de 1973 e a impunidade dos agressores.
Casos de violência podem ser denunciados pelo Disque 181 ou Disque 100. As informações são sigilosas.














