Exposição de alunos resgata história de Ibema, no Oeste do Estado 22/12/2009 - 16:33
A equipe pedagógica do Colégio Estadual José de Anchieta, em de Ibema, Oeste do Estado, criou neste mês, a Anchiarte. O evento envolveu diversas disciplinas e uniu professores e alunos, na produção de poesia, dança, fotografia e painéis contando as histórias dos colonizadores.
Cerca de 600 pessoas, entre familiares e comunidade escolar, visitaram a exposição que homenageou os artistas paranaenses Dirceu Rosa (Cascavel) e Poty Lazzarotto (Curitiba). “A ideia surgiu da vontade de partilhar o conhecimento artístico, científico e histórico adquirido pelos alunos e, desta forma, propiciar reflexão e análise da sociedade atual”, conta a pedagoga Sandra Cristina Schram.
Além dos trabalhos de arte (desenho, pintura, escultura), os alunos fizeram uma mostra de fotografias da cidade e apresentaram danças características dos povos que colonizaram o estado e danças folclóricas paranaenses.
Também foi apresentada a Coletânea de Poemas, com o tema “Ibema, tua história, nossa vida, múltiplos olhares”, produzida por alunos e professores.
Com apoio dos professores de História e Geografia, alguns estudantes organizaram painéis, contando a história dos colonizadores, com destaque para a presença indígena e dos remanescentes de quilombos.
A professora Nair Daga conta que os alunos pesquisaram e puderam entender melhor alguns aspectos da colonização. “Eles estudaram os motivos que levaram os povos a se estabelecer em determinada região e as contribuições culturais deixadas por eles”.
O aluno Kevin Pezzarini, 15 anos, do 1.° ano do ensino médio e presidente do Grêmio Estudantil conta que uma das funções do Grêmio é incentivar os estudantes a participar ativamente de eventos como este. “A Anchiarte propicia o trabalho em grupo e maior aproximação com os professores, que supervisionaram cada trabalho”.
Para o professor de arte Emerson Rodrigues de Meira, a atividade inédita mescla a confraternização e a busca de conhecimento. “Eles se sentiram os artistas do momento. Pesquisaram e descobriram coisas novas acerca do estado, do folclore.” Ainda segundo ele, esta é uma maneira de não deixar o trabalho feito durante o ano restrito apenas à sala de aula. “A Anchiarte é um incentivo a mais para o aluno caprichar, afinal, no fim do ano ele terá que apresentar seu trabalho, contando detalhes da produção”.
Edno Pezzarini, pai de aluno, conta que a Anchiarte não é só um momento de confraternização, mas de aprendizado para todos envolvidos. “É sempre bom acompanhar o desenvolvimento do filho na escola, poder ver o que produziram e também aprender.”
Cerca de 600 pessoas, entre familiares e comunidade escolar, visitaram a exposição que homenageou os artistas paranaenses Dirceu Rosa (Cascavel) e Poty Lazzarotto (Curitiba). “A ideia surgiu da vontade de partilhar o conhecimento artístico, científico e histórico adquirido pelos alunos e, desta forma, propiciar reflexão e análise da sociedade atual”, conta a pedagoga Sandra Cristina Schram.
Além dos trabalhos de arte (desenho, pintura, escultura), os alunos fizeram uma mostra de fotografias da cidade e apresentaram danças características dos povos que colonizaram o estado e danças folclóricas paranaenses.
Também foi apresentada a Coletânea de Poemas, com o tema “Ibema, tua história, nossa vida, múltiplos olhares”, produzida por alunos e professores.
Com apoio dos professores de História e Geografia, alguns estudantes organizaram painéis, contando a história dos colonizadores, com destaque para a presença indígena e dos remanescentes de quilombos.
A professora Nair Daga conta que os alunos pesquisaram e puderam entender melhor alguns aspectos da colonização. “Eles estudaram os motivos que levaram os povos a se estabelecer em determinada região e as contribuições culturais deixadas por eles”.
O aluno Kevin Pezzarini, 15 anos, do 1.° ano do ensino médio e presidente do Grêmio Estudantil conta que uma das funções do Grêmio é incentivar os estudantes a participar ativamente de eventos como este. “A Anchiarte propicia o trabalho em grupo e maior aproximação com os professores, que supervisionaram cada trabalho”.
Para o professor de arte Emerson Rodrigues de Meira, a atividade inédita mescla a confraternização e a busca de conhecimento. “Eles se sentiram os artistas do momento. Pesquisaram e descobriram coisas novas acerca do estado, do folclore.” Ainda segundo ele, esta é uma maneira de não deixar o trabalho feito durante o ano restrito apenas à sala de aula. “A Anchiarte é um incentivo a mais para o aluno caprichar, afinal, no fim do ano ele terá que apresentar seu trabalho, contando detalhes da produção”.
Edno Pezzarini, pai de aluno, conta que a Anchiarte não é só um momento de confraternização, mas de aprendizado para todos envolvidos. “É sempre bom acompanhar o desenvolvimento do filho na escola, poder ver o que produziram e também aprender.”


