Fera Com Ciência conta com exposições de atividades do programa Viva a escola 13/11/2009 - 09:42
Atividades do Programa Viva a Escola estão sendo apresentadas nas exposições do Projeto Fera Com Ciência em Pitanga, Guarapuava e Cambará. Cerca de 3 mil alunos e professores e 2 mil visitantes participam nessa semana dos eventos dos Núcleos Regionais de Educação de Pitanga, Gurarapuava e Jacarezinho.
O Programa Viva a Escola é um programa de atividades curriculares realizadas no contr-turno escolar. As atividades são propostas pelos professores de acordo com as necessidades e particularidades da escola e da comunidade.
PITANGA – O trabalho “Forno Solar” do Colégio Estadual D.Pedro I tem o objetivo de divulgar um modelo de forno solar mais barato e simples, e cooperar com a preservação da natureza, reciclando materiais do lixo e usando fonte gratuita, renovável e inesgotável de energia. A professora de física responsável pelo trabalho, Viviane Dziubate, disse “este evento traz a valorização dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos e professores na escola, o que nos estimula muito.”
A aluna Maria Fernanda dos Santos, 15 anos, da 1ª série do ensino médio do Colégio Estadual D.Pedro I, comenta “estamos aqui não somente para trocarmos experiências, mas também para fazermos novas amizades. Estou muito feliz com tudo isso, é maravilhoso sermos valorizados dessa forma”.
No palco, o Dançando com ciência marcou presença. A trama diz respeito a questões conceituais de dança, música, tecnologia e meio ambiente, entre a virtualidade e a realidade “O desafio é dar realidade a isso tudo na integração do educando, que terá assim, a possibilidade de exercer sua criatividade, iniciativa, percepção e reflexão sobre o tema proposto”, explicou a professora de artes Maria José Teigão, do Colégio Estadual D.Pedro I.
GUARAPUAVA – a professora Marcia Ferreira Bini ministra a atividade de Uso interdisciplinar das mídias na escola no Colégio Estadual Padre Chagas. A proposta é articular as diferentes mídias, como TV multimídia, computadores, maquina fotográfica digital, filmadora, com os conteúdos curriculares. “Os estudantes se aproximam da tecnologia ao mesmo tempo que pesquisam e discutem questões contemporâneas”, explicou Marcia.
Dannyele Cristina da Silva, 17 anos, do 3ª série do ensino médio, afirmou que suas expectativas com relação ao Programa Viva a Escola foram realizadas. “Pude conhecer e interagir com novas pessoas de diferentes séries e gostos o que tornou o diálogo sobre drogas, gravidez na adolescência e violência muito interessante”, contou Dannyele.
CAMBARÁ – Alunos do Colégio Agrícola de Cambará apresentaram a produção de ‘combustíveis amigos do meio ambiente’. “Reciclamos o óleo de fritura que poderia estar agredindo o meio ambiente, na produção deste combustível. Também podemos gerar receitas para pequenas propriedades na produção de matéria – prima como a mamona por exemplo”, explicou o aluno João Ricardo Rodrigues, 15 anos.
O projeto foi coordenado pelos pofessores Arnaldo Carlos Cardoso e Luciano H. Amorim. A aluna Claudia Casemiro declarou “fico feliz por poder participar de um evento em que podemos usar a arte e a inteligência para proteger o Meio Ambiente conscientizando a população da importância da reciclagem. Inclusive do óleo de fritura, que se transforma em combustível, facilitando a nossa vida, basta reciclar!”
Na apresentação Dançar e preservar é só começar! a proposta era mostrar através dos movimentos corporais que a preservação ambiental é necessária e primordial nos tempos atuais e que a tecnologia deve ser uma forte aliada a essa preservação. A aluna Stefany Rodrigues de Oliveira, disse “ dançar me traz grande satisfação, através da dança posso mostrar como cuidar do meio ambiente.”
O Programa Viva a Escola é um programa de atividades curriculares realizadas no contr-turno escolar. As atividades são propostas pelos professores de acordo com as necessidades e particularidades da escola e da comunidade.
PITANGA – O trabalho “Forno Solar” do Colégio Estadual D.Pedro I tem o objetivo de divulgar um modelo de forno solar mais barato e simples, e cooperar com a preservação da natureza, reciclando materiais do lixo e usando fonte gratuita, renovável e inesgotável de energia. A professora de física responsável pelo trabalho, Viviane Dziubate, disse “este evento traz a valorização dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos e professores na escola, o que nos estimula muito.”
A aluna Maria Fernanda dos Santos, 15 anos, da 1ª série do ensino médio do Colégio Estadual D.Pedro I, comenta “estamos aqui não somente para trocarmos experiências, mas também para fazermos novas amizades. Estou muito feliz com tudo isso, é maravilhoso sermos valorizados dessa forma”.
No palco, o Dançando com ciência marcou presença. A trama diz respeito a questões conceituais de dança, música, tecnologia e meio ambiente, entre a virtualidade e a realidade “O desafio é dar realidade a isso tudo na integração do educando, que terá assim, a possibilidade de exercer sua criatividade, iniciativa, percepção e reflexão sobre o tema proposto”, explicou a professora de artes Maria José Teigão, do Colégio Estadual D.Pedro I.
GUARAPUAVA – a professora Marcia Ferreira Bini ministra a atividade de Uso interdisciplinar das mídias na escola no Colégio Estadual Padre Chagas. A proposta é articular as diferentes mídias, como TV multimídia, computadores, maquina fotográfica digital, filmadora, com os conteúdos curriculares. “Os estudantes se aproximam da tecnologia ao mesmo tempo que pesquisam e discutem questões contemporâneas”, explicou Marcia.
Dannyele Cristina da Silva, 17 anos, do 3ª série do ensino médio, afirmou que suas expectativas com relação ao Programa Viva a Escola foram realizadas. “Pude conhecer e interagir com novas pessoas de diferentes séries e gostos o que tornou o diálogo sobre drogas, gravidez na adolescência e violência muito interessante”, contou Dannyele.
CAMBARÁ – Alunos do Colégio Agrícola de Cambará apresentaram a produção de ‘combustíveis amigos do meio ambiente’. “Reciclamos o óleo de fritura que poderia estar agredindo o meio ambiente, na produção deste combustível. Também podemos gerar receitas para pequenas propriedades na produção de matéria – prima como a mamona por exemplo”, explicou o aluno João Ricardo Rodrigues, 15 anos.
O projeto foi coordenado pelos pofessores Arnaldo Carlos Cardoso e Luciano H. Amorim. A aluna Claudia Casemiro declarou “fico feliz por poder participar de um evento em que podemos usar a arte e a inteligência para proteger o Meio Ambiente conscientizando a população da importância da reciclagem. Inclusive do óleo de fritura, que se transforma em combustível, facilitando a nossa vida, basta reciclar!”
Na apresentação Dançar e preservar é só começar! a proposta era mostrar através dos movimentos corporais que a preservação ambiental é necessária e primordial nos tempos atuais e que a tecnologia deve ser uma forte aliada a essa preservação. A aluna Stefany Rodrigues de Oliveira, disse “ dançar me traz grande satisfação, através da dança posso mostrar como cuidar do meio ambiente.”


