História da Surdez é tema de encontro em Curitiba 03/04/2012 - 11:40
Alunos surdos, pais, professores e alunos do curso de Formação de Docentes participaram de um encontro do projeto Se liga surdo, realizado no Instituto de Educação do Paraná. Durante o evento, a professora Sueli Fernandes, proferiu palestra sobre a história da surdez.
Para ela, o Instituto é referência em relação à inclusão educacional de alunos surdos. “O processo inclusivo vem sendo realizado de forma gradativa e esse é o modelo que deve ser seguido”, explicou. Sueli comentou ainda que muitos alunos ouvintes sabem libras e os professores estão se qualificando cada vez mais. “Conheço docentes que se tornaram intérpretes graças às experiências que tiveram”.
De acordo com Anne Goyos Nascimento, psicóloga que trabalha com letramento a partir da Libras em Língua Portuguesa no Centro de Atendimento Especializado na Área da Surdez (CAES), o objetivo dos encontros é trazer referências da comunidade surda para conversar com os alunos. “O projeto teve início no ano passado. Esse é o 5º encontro. A ideia é que a cada dois meses haja essa reunião para complementar o que os alunos aprendem no ensino regular e incentivá-los a participarem mais na sociedade”, relatou.
Segundo Eva Egevardt, intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) / Técnica Pedagógica do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (DEEIN), “o projeto é importante para ampliar os horizontes da comunidade surda e inteira-los de sua história. Como o nome do projeto já diz, ‘Se Liga Surdo’, Os seus pares estão aí e estão fazendo a diferença na sociedade, logo vocês também podem” ressaltou.
A professora Magali Fontes, que há dez anos trabalha no curso de Formação de Docentes, acredita que essas palestras são válidas para os alunos que irão ingressar no magistério. “A inclusão faz parte do cotidiano. É necessário que os alunos percebam como o surdo pensa, conhecer sua cultura e aprender a lidar com as diferenças”, afirmou.
Letícia Anastácio (18), aluna do último ano de Formação de Docentes, disse que na turma há duas alunas que estudam Libras. “Futuramente, também pretendo fazer um curso de Libras”, comentou. Letícia acha muito importante participar desses encontros, porque além de um maior contato com alunos surdos, as pessoas aprendem mais sobre a cultura e especificidades desse grupo.
Para ela, o Instituto é referência em relação à inclusão educacional de alunos surdos. “O processo inclusivo vem sendo realizado de forma gradativa e esse é o modelo que deve ser seguido”, explicou. Sueli comentou ainda que muitos alunos ouvintes sabem libras e os professores estão se qualificando cada vez mais. “Conheço docentes que se tornaram intérpretes graças às experiências que tiveram”.
De acordo com Anne Goyos Nascimento, psicóloga que trabalha com letramento a partir da Libras em Língua Portuguesa no Centro de Atendimento Especializado na Área da Surdez (CAES), o objetivo dos encontros é trazer referências da comunidade surda para conversar com os alunos. “O projeto teve início no ano passado. Esse é o 5º encontro. A ideia é que a cada dois meses haja essa reunião para complementar o que os alunos aprendem no ensino regular e incentivá-los a participarem mais na sociedade”, relatou.
Foto: Giuliano Gomes/SEED
Segundo Eva Egevardt, intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) / Técnica Pedagógica do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (DEEIN), “o projeto é importante para ampliar os horizontes da comunidade surda e inteira-los de sua história. Como o nome do projeto já diz, ‘Se Liga Surdo’, Os seus pares estão aí e estão fazendo a diferença na sociedade, logo vocês também podem” ressaltou.
A professora Magali Fontes, que há dez anos trabalha no curso de Formação de Docentes, acredita que essas palestras são válidas para os alunos que irão ingressar no magistério. “A inclusão faz parte do cotidiano. É necessário que os alunos percebam como o surdo pensa, conhecer sua cultura e aprender a lidar com as diferenças”, afirmou.
Letícia Anastácio (18), aluna do último ano de Formação de Docentes, disse que na turma há duas alunas que estudam Libras. “Futuramente, também pretendo fazer um curso de Libras”, comentou. Letícia acha muito importante participar desses encontros, porque além de um maior contato com alunos surdos, as pessoas aprendem mais sobre a cultura e especificidades desse grupo.














